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Gonzaguinha e Gonzagão - Uma História Brasileira (Cód: 4260034)

Echeverria, Regina

Casa Da Palavra

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Descrição

A biografia definitiva de dois gigantes da MPB.
Um vozeirão característico. Chapéu de couro e sanfona em punho. Antes de qualquer adjetivo, tinha orgulho de ser o “Rei do Baião”. Já seu filho, um garoto sofrido, cresceu nas vielas de um morro, sem o amor de pai e mãe, mas dono de um coração puro e alma de artista.
Com diferenças gritantes de personalidade, postura política e comportamento, o entendimento entre pai e filho só se daria após muitos anos de traumas, dores e enfrentamentos. Foi somente no final de 1979, no show Vida de viajante, que 'Gonzaguinha e Gonzagão' enfim se apresentaram juntos, selando uma amizade que duraria até o fim de suas vidas. Durante esse período, mais de vinte horas de conversa entre os dois foram registradas. Foi da audição dessas fitas que essa biografia tomou forma.
Uma história conturbada e trágica, mas de um amor profundo entre pai e filho, que faz vibrar o imaginário popular.
Originalmente lançada em 2006, a obra foi inspiração para o roteiro do filme Gonzaga: de pai para filho, de Breno Silveira, que estreia no cinemas em 26 de outubro.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Casa Da Palavra
Cód. Barras 9788580445626
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788580445626
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 432
Peso 0.56 Kg
Largura 16.00 cm
AutorEcheverria, Regina

Leia um trecho

Capítulo 1 – Uma relação tão delicada Uma sombra presente a se alimentar de mistério, dúvida e incerteza fez florescer a personalidade de Luiz Gonzaga do nascimento Júnior. Essa sombra atendia pelo nome de “pai”. Ironia do destino, ele carregou seu mesmo nome pelos 45 anos, quase 46, que viveu e, para se diferenciar de quem o batizou assim, ganhou a alcunha de Gonzaguinha. De Gonzagão herdou o nome. Mas o amor de pai foi preciso arrancar das entranhas do famoso Rei do Baião. não só o amor mas ainda o respeito. Uma batalha silenciosa, um plano determinado de vida que o filho seguiu à risca, com cara de bravo. Fez sucesso ao compor e cantar canções assim como o pai e, enfim, ao poder enfrentá-lo na igualdade que desfrutam os famosos. Em temor profundo, Luiz Gonzaga não via o futuro do filho com os bons olhos da esperança. Costumava esbravejar em seu vozeirão de barítono anasalado que o filho não passava de um “comedor de bolachas”, inútil, causa perdida. Luizinho, feito moleque nas ruas do Morro de São Carlos, bairro do Estácio, no Rio de Janeiro, nasceu da paixão entre Luiz Gonzaga do nascimento e Odaléia Guedes dos Santos. Ele, um sanfoneiro pernambucano em início de carreira no Rio. Ela, uma jovem carioca aspirante a cantora e compositora, destaque em coro de gravações. Ele, um matuto nordestino em busca de formar família como mandava o figurino da época e a imposição de sua moral sertaneja: a mulher dentro de casa garantia de sossego e condições para ganhar dinheiro no Sul e trazer a família da cidade pernambucana de exu, pé da Serra do Araripe. Ela, mulher avançada para o início dos anos 1940, cantora da noite, dos dancings, tentando sobreviver enquanto a sorte não vinha. Os dois se conheceram em 1944 e o romance durou menos de dois anos. Chegaram a morar juntos, na parte inferior de uma casinha no Morro de São Carlos e em dois apartamentos, no Méier e no Estácio. No fim da gravidez, Odaléia sentiu os primeiros sintomas da doença que há mataria dois anos depois. O menino nasceu em 22 de setembro de 1945, ano em que seu pai estreava nos discos como cantor, embora já tivesse gravado outros 25 pela Rcacomo sanfoneiro. Ela completaria 33 anos dali a dois meses. Ele mesmo foi ao cartório e escolheu o nome do garoto: Luiz Gonzaga do nascimento Júnior. Estaria assim perpetuado o nome que o padre inventou para ele. Começaria como menino a descendência de uma nova família, os Gonzaga do nascimento. Luizinho tinha dois meses quando Odaléia contraiu tuberculose. Luiz Gonzaga a internou num sanatório de Petrópolis e levou o menino para a casa de dina e Xavier, que o batizaram. Dina era Leopoldina de castro Xavier, filha de portugueses, casada com Henrique Xavier Pinheiro, o Baiano do violão, que Luiz Gonzaga conheceu ao desembarcar no Rio de Janeiro no fim de 1939. Xavier o introduziu na roda musical em que tocava e cantava para marinheiros, aventureiros, prostitutas e gente boa nas ruas pouco afamadas da zona do Mangue, cais do porto. O casal proporcionou a primeira guarida no Rio ao sanfoneiro, que, em poucos anos, ganhou o título de Rei do Baião e entrou para a seleta galeria dos artistas mais populares da história da nossa música. Dina e Xavier moravam no Morro de São Carlos, Estácio, na época reduto de portugueses e descendentes, quando as contravenções e crimes não passavam do jogo do bicho e da prostituição, ainda assim tudo muito escondido, bem disfarçado. Eram amigos de Odaléia Guedes dos Santos, que também os queria para padrinhos de seu menino. Mamãe não pôde ficar perto dele, já que tinha uma doença contagiosa. Depois de alguns meses internada num sanatório de Petrópolis, ela fugiu e procurou seu grande amor, Luiz Gonzaga, que a levou para o hospital novamente, desta vez na cidade mineira de Santos Dumont. Recuperada da crise, ao sair da clínica, Odaléia pretendia voltar para os braços do sanfoneiro, mas era tarde demais.

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