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Governança Inteligente Para o Século XXI - Uma Via Intermediária Entre o Ocidente e o Oriente (Cód: 4834125)

Berggruen, Nicolas; Gardels, Nathan

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Descrição

Guia conceitual e prático abrange de forma impressionante os desafios da boa governança, propondo uma alternativa entre a forma de governar do ocidente e do oriente.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Objetiva
Cód. Barras 9788539004492
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788539004492
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 224
Peso 0.31 Kg
Largura 14.00 cm
AutorBerggruen, Nicolas; Gardels, Nathan

Leia um trecho

1
Globalização 2.0 e os desafios à
boa governança

Introdução

“Oriente é Oriente, Ocidente é Ocidente.” Hoje, porém, os dois se entrelaçam.
Todo mundo conhece as características contrastantes que dividem essas duas esferas de civilização: autoridade versus liberdade, a comunidade versus o indivíduo, os ciclos das eras versus o progresso histórico, e democracia representativa versus, no caso da China, o governo de um mandarinato meritocrático. No entanto, também sabemos que a China se tornou a fábrica do mundo e o maior credor dos Estados Unidos.
Neste livro abordamos esses dois mundos que Rudyard Kipling, numa famosa frase, declarou que “nunca se encontrariam”, dentro deste novo contexto histórico em que a China e o Ocidente estão mais intimamente ligados sem nunca terem deixado de ser enormemente distintos.
À medida que o Ocidente se afasta de seu secular domínio e o Império do Meio retoma seu sólido papel histórico, somos obrigados a olhar essa mudança de paisagem com lentes tanto ocidentais quanto orientais.
Se o leitor permitir a simplificação de algumas verdades fundamentais, a moderna mente ocidental tende a enxergar contradição entre opostos inconciliáveis como resolvível somente mediante o domínio de um sobre o outro. Seguindo os passos do filósofo idealista alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel, foi essa a abordagem de Francis Fukuyama quando argumentou o “fim da história”, uma vez que o fim da Guerra Fria representaria também o triunfo da democracia liberal sobre ouras formas de governança humana. No entendimento geopolítico ocidental, territórios e ideologias só podem ser ganhos ou perdidos.
Já a mente oriental enxerga os aspectos complementares de um todo – o yin e o yang de que fala o taoismo – que devem ser continuamente equilibrados sobre uma base pragmática que dependendo de condições podem mudar. A história não tem fim. Os ciclos se sucedem à medida que as relações entre liberdade e autoridade ou entre o indivíduo e a comunidade encontram um novo equilíbrio. Na visão “geocivilizacional” do Oriente sobre o mundo, o incomensurável pode existir. Quando diz de forma espirituosa que “o Tao é bem mais profundo do que Hegel”, George Yeo, ex-ministro do Exterior de Cingapura e também um dos pensadores e realizadores mais importantes da Ásia, alude a esse contraste entre as mentes ocidental e oriental.
É a partir dessa perspectiva expressada por Yeo que este livro aborda os desafios de governança que tanto o Ocidente quanto o Oriente enfrentam como resultado da complexidade e diversidade da interdependência que nos une.
Com base nessa abordagem oriental pragmática e não ideológica, interessa-nos o que podemos aprender uns com os outros. A questão não é se a ordem por meio de um mandarinato meritocrático, enraizado na antiga “civilização institucional” chinesa, irá derrotar a democracia de moldes ocidentais ou vice-versa. A questão que se coloca é qual combinação de meritocracia e democracia, de autoridade e liberdade, de comunidade e de indivíduo pode criar o corpo político mais saudável e a forma de governança mais inteligente para o século XXI. Em realidade, nos perguntamos se existe sequer a possibilidade de uma nova “via intermediária”.

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