Frete Grátis
  • Google Plus
  • 1000674373
  • 1000675112

Guinness World Records 2013 - Descubra Um Mundo de Novos Recordes (Cód: 4258393)

Guinness Publishing

Harpercollins

Ooops! Este produto não está mais a venda.
Mas não se preocupe, temos uma versão atualizada para você.

Ooopss! Este produto está fora de linha, mas temos outras opções para você.
Veja nossas sugestões abaixo!

R$ 84,90 R$ 50,90 (-40%)
Cartão Saraiva R$ 48,36 (-5%) em até 1x no cartão ou em até 2x de R$ 25,45 sem juros
Grátis

Cartão Saraiva
Quer comprar em uma loja física? Veja a disponibilidade deste produto
?

Entregas internacionais: Consulte prazos e valores de entrega para regiões fora do Brasil na página do Carrinho.

ou receba na loja com frete grátis

X

* Válido para compras efetuadas em dias úteis até às 18:00, horário de Brasília, com cartão de crédito e aprovadas na primeira tentativa.

Formas de envio Custo Entrega estimada
X Consulte as lojas participantes

Saraiva MegaStore Shopping Eldorado Av. Rebouças, 3970 - 1º piso - Pinheiros CEP: 05402-600 - São Paulo - SP

Descrição

'Guinness World Records 2013' traz a você mundo de novos records, com o mais atualizado panorama das conquistas dos maiores, mais fortes e mais rápidos do mundo. Além de novos recordes e destaques para os recordes brasileiros, o GWR 2013 traz em suas páginas uma inédita experiência 3D com realidade aumentada, onde você pode ter o Menor Homem do Mundo, A Maior Aranha e outros recordes em suas mãos. O livro traz também um capítulo extra que você pode baixar e conhecer os bastidores dos escritórios GWR, conferir fotos e recordes inéditos e conhecer nosso consultor de esportes e gerentes de recorde, que vão mantê-lo atualizado sobre todos os recordes quebrados na Olimpíadas de Londres 2012.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Harpercollins
Cód. Barras 9788522013937
Altura 30.20 cm
I.S.B.N. 9788522013937
Profundidade 2.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 290
Título Original Guinness World Records 2012
Peso 1.20 Kg
Largura 22.70 cm
AutorGuinness Publishing

Leia um trecho

A Garota da Trança AzulCapitulo 1 Estávamos sentadas em volta da fogueira no quintal de um dos chalés alugados nas mediações do belo parque de Point Reyes, uma hora ao norte de São Francisco.– Lindsay, pegue seu copo – ordenou Cindy. Experimentei a margarita, achando-a deliciosa. Yuki vigiava o marshmallow que assava na grelha. Martha, minha border collie, estava deitada com as patas da frente cruzadas. A luz do fogo desenhava formas cintilantes sobre nossos rostos enquanto o sol se punha no mar. – Foi um dos meus primeiros casos na profissão – disse Claire. – Então, sobrou para mim. Eu que tive de subir uma escada velha até o teto do celeiro, apenas com uma lanterna na mão. Yuki se engasgou com a tequila, mal conseguindo respirar. – É para beber devagar! – Cindy e eu berramos ao mesmo tempo. Claire bateu nas costas da amiga, mas logo continuou: – Se não bastasse ter de me arrastar escada acima naquele breu com milhares de insetos a meu redor, tomei um susto ao encontrar o morto pendurado no teto. O homem parecia estar levitando na escuridão! Olhos esbugalhados, língua para fora… Uma coisa do outro mundo! – Mentira! – gritou Yuki, rindo. Um pouco alterada com uma única taça de margarita, ela usava calça de pijama, camiseta da Faculdade de Direito de Berkeley e o cabelo preso num rabo de cavalo. Parecia mais uma estudante do que uma mulher de quase 30 anos. – Naquela escuridão – prosseguiu Claire –, berrei para os dois colegas que esperavam lá embaixo e pedi que subissem e retirassem o corpo. Claire fez uma pausa de efeito e foi nesse momento que meu celular tocou. – Lindsay, não! – implorou Cindy. – Por favor, não atenda! Olhei rapidamente para a tela na esperança de que fosse meu namorado Joe, ligando apenas para me dizer que tinha chegado em casa. Mas era o tenente Warren Jacobi, meu ex-parceiro e atual chefe. – Jacobi? – falei para mim mesma. – Continua, Claire – disse Yuki. – Ela vai ficar pendurada no telefone a noite inteira! – Lindsay? É bem provável! – comentou Claire, antes de retomar a história: – Então, quando fui abrir o zíper do saco mortuário, um morcego saiu voando de dentro das roupas do defunto! Acabei molhando as calças, acreditam? – disse ela às gargalhadas. – Juro por Deus! – Boxer? Está me ouvindo? – perguntou rispidamente Jacobi. – Estou, Warren, mas hoje é sábado! – resmunguei de volta. – Acho que você vai querer pegar o caso. Se não, é só dizer que passo para Cappy e Chi. – O que houve? – Peixe grande, Boxer. Aliás, enorme. É sobre aquele garoto da família Campion. Michael Campion.  Capítulo 2
Meu coração quase parou quando ouvi o nome de Michael Campion. Ele não era apenas um simples “garoto”. Filho único do ex-governador Connor Hume Campion, o menino nascera em berço de ouro, com um problema cardíaco gravíssimo, uma espécie de bomba-relógio prestes a explodir a qualquer momento. Com a imprensa por todos os lados, a vida de Michael sempre foi assunto de interesse público: do bebê adorável, passando pela criança talentosa e precoce, ao adolescente lindo, alegre e inteligente. Seu pai se tornara um dos porta-vozes da Associação Americana de Cardiologia e Michael era o garoto-propaganda da instituição. Embora raramente vissem o menino em público, as pessoas tinham verdadeira adoração por Michael e estavam sempre à espera de uma grande descoberta da medicina que pudesse dar a ele algo banal à maioria dos mortais:uma vida longa e saudável.Mas em janeiro daquele ano Michael retirou-se uma noite para seu quarto e nunca mais foi visto. Nenhum pedido de resgate foi feito, tampouco foi encontrado qualquer sinal de violência nos aposentos do menino. Mas uma das portas dos fundos da casa estava destrancada e Michael havia desaparecido. O sumiço foi tratado como sequestro e o FBI mobilizou agentes em todos os estados do país para cuidar do caso. A Polícia de São Francisco vinha fazendo sua própria investigação, entrevistando parentes, empregados da família, colegas e professores de Michael, bem como os amigos que o menino conheceu na Internet. Os telefones da polícia começaram a tocar assim que jornais e revistas publicaram fotos do garoto. Canais da TV aberta e por assinatura exibiam documentários sobre a triste vida de Michael Campion e volta e meia aparecia alguém dizendo tê-lo visto. Mas as pistas nunca levavam a lugar nenhum. Portanto, passados alguns meses sem que qualquer sequestrador tivesse feito contato ou alguma informação concreta viessem à tona outros assuntos (ataques terroristas, incêndios, escândalos políticos, crimes violentos) roubaram o lugar do filho do ex-governador nas manchetes dos jornais. Embora o caso não estivesse solucionado, as pessoas pensavam na pior das hipóteses: o garoto tinha sido sequestrado, morto e enterrado por criminosos que sumiram do mapa. Os moradores de São Francisco lamentavam a tragédia ao lado dos pais do garoto e, embora jamais fossem esquecê-lo, já estavam interessados em outros assuntos. Agora Jacobi telefonava do nada com a esperança de que o mistério pudesse ser resolvido de alguma forma. – O corpo de Michael foi encontrado? – perguntei a ele. – Não, mas enfim temos uma pista confiável. Apertei o celular contra a orelha, completamente alheia às histórias mal-assombradas de Claire e ao primeiro encontro do ano do Clube das Mulheres contra o Crime. – Se quiser entrar neste barco, Boxer – continuou Jacobi –, me encontre daqui a uma hora na Central...– Estarei lá, não se preocupe.Capítulo 3  Fiz a viagem de uma hora até a Central de Polícia de São Francisco em 45 minutos. No saguão, tomei as escadas até o terceiro andar e cheguei ao Departamento de Homicídios, já procurando por Jacobi. Lâmpadas fluorescentes iluminavam aquele espaço de 100m2, fazendo com que os policiais da noite, debruçados sobre suas mesas, parecessem zumbis recém-saídos da tumba. Alguns colegas mais velhos ergueram a cabeça e me cumprimentaram, dizendo “E aí, sargento?”, enquanto eu seguia rumo à sala de Jacobi, um cubículo envidraçado com vista para a rampa de acesso à Autoestrada 280. Richard Conklin, meu atual parceiro, já havia chegado. Ela tinha 30 anos, com 1,85m da mais pura beleza americana, e estava com uma das pernas sobre a bagunça que era a mesa de Jacobi. Ao puxar a cadeira, bati o joelho no encosto e soltei um sonoro palavrão. – Olha os modos, mocinha – disse Jacobi. Lembrei que aquela sala já havia sido um espaço perfeitamente funcional quando era eu que a ocupava. Tirei o boné e sacudi os cabelos, torcendo para que nem Jacobi nem Conklin sentissem meu bafo de tequila. – Que pista é essa? – fui direto ao assunto. – É mais uma informação do que uma pista – respondeu Jacobi. – Uma ligação anônima feita de um celular pré-pago. O sujeito disse que viu o jovem Campion entrar na casa de uma prostituta em Russian Hill na noite em que desapareceu. Enquanto Jacobi abria espaço na mesa para nos mostrar a ficha criminal da mulher, pensei em tudo o que eu sabia sobre Michael Campion. Ele não tinha namorada, não ia a festas nem praticava esportes. Sua vida se resumia a ir e voltar à exclusivíssima Escola Newkirk com o motorista da família. Portanto, não seria descabido imaginar que ele tivesse procurado uma prostituta. Provavelmente subornara o motorista para fugir por uma hora da confortável prisão onde os pais o confinavam. Mas o que teria acontecido depois? O que teria acontecido com Michael? – Por que você acha que essa informação é confiável? – perguntei a Jacobi. – O sujeito descreveu a roupa que o garoto usava: jaqueta azul com listra vermelha numa das mangas. Um presente que ele tinha ganhado de Natal. A imprensa nunca falou sobre isso. – E por que o sujeito esperou três meses para abrir o bico? – Não sei. Só estou repetindo o que ele disse. Falou que estava saindo da casa da prostituta quando Michael chegou. Talvez não tenha aberto o bico antes porque é casado e tem filhos. Não queria se envolver na confusão, mas aos poucos foi ficando com a consciência pesada. E acabou cedendo, eu acho. – Russian Hill é um bairro de bacana – comentou Conklin. – É estranho que uma prostituta more lá. Meu parceiro tinha razão. Russian Hill é uma das regiões mais caras de São Francisco. E não fica longe da Escola Newkirk. Tirei meu bloco de anotações da bolsa. – Qual é o nome da prostituta? – perguntei. – Ela foi registrada como Myrtle Bays – respondeu Jacobi, passando-me a ficha criminal. A fotografia anexa mostrava uma jovem de aspecto infantil, cabelos louros e curtos, olhos enormes. Pela data de nascimento, Myrtle tinha 22 anos. – Alguns anos atrás – prosseguiu Jacobi –, ela oficialmente mudou de nome. Agora se chama Junie Moon. – Quer dizer então que Michael Campion foi visitar uma prostituta – falei, colocando o dossiê sobre a mesa. – Qual é sua hipótese, Jacobi? – Eu diria que o garoto morreu em flagrante delito, Boxer. Trocando em miúdos, morreu com a “boca na botija”. Se essa nova pista for realmente verdadeira, eu diria que a Srta. Myrtle Bays, também conhecida como Junie Moon, matou Michael no seu último dia de virgindade e depois sumiu com o corpo.

Assista o Trailer

Avaliações

Avaliação geral: 0

Você está revisando: Guinness World Records 2013 - Descubra Um Mundo de Novos Recordes

Guinness World Records 2013 - Descubra Um Mundo de Novos Recordes (Cód: 4258393) Guinness World Records 2013 - Descubra Um Mundo de... (Cód: 4258393)
R$ 50,90
Guinness World Records 2013 - Descubra Um Mundo de Novos Recordes (Cód: 4258393) Guinness World Records 2013 - Descubra Um Mundo de... (Cód: 4258393)
R$ 50,90