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Jesus Coach (Cód: 171588)

Jones, Laurie Beth

Mundo Cristão

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Jesus Coach

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Descrição

Segundo o conceituadíssimo dicionário Webster's da língua inglesa, a definição de 'coaching' não se resume ao trabalho de um treinador de equipes esportivas, como muita gente acredita. A palavra também se refere à pessoa que oferece instrução particular, ensino e supervisão em outras áreas de atividade. E nestes quesitos, ninguém jamais foi tão hábil e eficiente como Jesus Cristo. O Mestre dos mestres sabia como aconselhar, exortar, motivar e orientar seus discípulos, tudo sempre no tempo certo e da maneira adequada. Esta obra, de Laurie Beth Jones recorre aos relatos bíblicos para revelar que os princípios utilizados pelo Filho de Deus com seus colaboradores prenunciavam o que dois mil anos mais tarde passaria a ser conhecido como life coaching. A autora também mostra que a aplicação de tais conceitos à atividade executiva vem obtendo resultados efetivos, tanto nas grandes corporações quanto em pequenas empresas.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Mundo Cristão
Cód. Barras 9788573253849
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 8573253843
Profundidade 0.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2005
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 243
Peso 0.40 Kg
Largura 16.00 cm
AutorJones, Laurie Beth

Leia um trecho

Introdução Quer participe de uma reunião com o presidente da rede Wal-Mart, quer com oficiais da Academia Naval Americana em Annapolis, sei que a principal questão que eles têm em mente é: como orientar as pessoas para que dêem o melhor de si? Depois de investir a vida inteira estudando o caráter de Jesus e boa parte de minha carreira trabalhando com líderes, cheguei à seguinte conclusão: não existe melhor modelo para orientar com resultados duradouros do que Jesus de Nazaré. Este livro é minha contribuição para o inescrutável dom e o conjunto de habilidades e talentos conhecidos como coaching. O coaching está definitivamente na moda. Se até algum tempo atrás apenas os atletas tinham coaches (técnicos), hoje todas as pessoas, desde altos executivos de empresas até jovens em situação de risco, estão se familiarizando com o termo coaching. A International Coaching Federation [Federação Internacional de Coaching], que começou com um pequeno número de filiados, agora conta com mais de cinco mil membros. Parece que quase todo mundo, hoje em dia, possui um coach ou deseja ter um. Atualmente, mais de 150 mil pessoas em todo o mundo consideram-se coaches, e esse número cresce dia a dia. Os terapeutas, bem como os coaches corporativos, unem-se a essa recém-descoberta profissão e dela se beneficiam. Como declarou um terapeuta em um artigo sobre coaching, na edição de julho-agosto de 2002 da Psychotherapy Networker (Rede de Profissionais Psicoterapeutas): "A terapia, para mim, consistia em olhar para trás e descobrir por que sou do jeito que sou. O coaching enfoca o ponto em que o indivíduo se encontra atualmente, o lugar que deseja alcançar e como chegar lá". Nesse mesmo artigo, o coach esportivo Harriett Salinger disse: "Acho que as pessoas sabem o que querem. Apenas precisam de braços para ampará-las à medida que fazem a descoberta". Outro colaborador desse artigo, o repórter Jim Nauton, escreveu: "O caráter cada vez mais desafiador da vida moderna criou um mercado para homens e mulheres capazes de prestar, por um determinado preço, um serviço que as gerações antigas desempenharam para as gerações mais jovens. Desde a Segunda Guerra Mundial, a maior mobilidade e a diminuição dos laços comunitários e familiares têm reduzido o contato entre as gerações, resultando na ruptura de muitas das estruturas de suporte de vida das pessoas". Enquanto Nauton escreveu que "a função do coach abrange desde formas reveladoras de lidar com questões estruturais até servir como incentivador e líder de torcida", o guru de desenvolvimento organizacional Peter Drucker avaliou que a função do coach é "ajudar as pessoas a encontrar sua força e a edificar sobre ela". Minha amiga e cliente, Jane Creswell, compartilhou comigo uma pesquisa apresentada em recente conferência da International Coaching Federation [Federação Internacional de Coaching]. Um grupo de especialistas estabeleceu que todos os coaches "deveriam ter a habilidade de ouvir, de criar um ambiente propício a mudanças, de facilitar a autoconsciência e de trabalhar questões pessoais, profissionais e, quem sabe, organizacionais que o cliente deseje enfocar". Os autores do documento, Dr. Lee Smith e Dra. Jeannine Sandstrom, observaram posteriormente que "o coaching executivo é uma relação facilitadora mútua entre indivíduos, que existe [...] para o benefício de um cliente responsável por decisões altamente complexas". No coaching executivo, uma boa interação deve conter elementos como "a habilidade de ser completamente presente, consciente e espontâneo, de fazer perguntas consistentes, de ser um comunicador claro e de aprimorar os conhecimentos do cliente". Além disso, um coach em nível avançado deve "manter elevado nível de confiança, desafiar indivíduos em altos níveis, dizer a verdade e revelar segredos quando outros não o fariam. Também deve ser um confidente, permitindo que indivíduos adultos compartilhem todos os aspectos de sua vida, suas esperanças, bem como seus temores, desejos e necessidades, além dos sonhos que têm para si próprios e para a empresa". Um artigo no Boston Globe (16 de março de 2003), escrito por Diane E. Lewis, relata que um número crescente de empresas da Fortune 500 contrata coaches para assegurar que os executivos sobrevivam aos primeiros noventa a cem dias críticos do novo emprego. Tais empresas, como a Fidelity Investments, Johnson & Johnson, State Farm Insurance e Cisco Systems, trabalham diligentemente em favor da assimilação ou da incorporação de práticas de coaching. O objetivo é ajudar líderes de negócios a aumentar seu índice de permanência e a se ajustar mais rapidamente em um novo trabalho. Lewis escreveu que os escândalos em Wall Street conscientizaram as empresas de que empregados infelizes ou mal colocados podem gerar corrosão e corrupção nas empresas, além de perda de lucro e de produtividade. Além disso, um estudo encomendado por uma empresa de recolocação no mercado de Chicago afirma que o abandono de cargos por executivos de empresas norte-americanas aconteceu em "números sem precedentes" nos últimos três anos. Em 1999, quando a firma de recolocação Challenger, Gray and Christmas começou a rastrear o êxodo de diretores executivos, descobriu que, naquele ano, somente 32 se demitiram ou foram forçados a deixar o cargo. Hoje, de acordo com o artigo, os diretores executivos se demitem em uma média de 79 por mês. Um estudo encomendado por uma grande empresa através da MetrixGlobal, LLC determinou que o coaching executivo produziu o espantoso retorno de 529% sobre o investimento. Setenta e cinco por cento dos participantes indicaram que o coaching teve um impacto significativo ou muito significativo em pelo menos uma das nove medidas de negócios. Sessenta por cento dos entrevistados foram capazes de identificar benefícios financeiros específicos que vieram como resultado do coaching. Além do mais, a produtividade (60% favorável) e a satisfação do funcionário (54%) foram mencionadas como tendo sido afetadas de forma marcante pelo coaching. A qualidade e o resultado do trabalho foram considerados significativamente influenciados pelo programa de coaching executivo. Os coaches executivos Jane Creswell e Jerry Fletcher afirmaram que o coaching ajuda a identificar "padrões de alto desempenho" de indivíduos em equipes e, assim, alavancar o recurso mais genuíno de qualquer organização, que é o conhecimento. O coaching está chamando a atenção também de líderes das igrejas. O diretor do Hollifield Leadership Center [Centro de Liderança Hollifield], George Bullard, escreveu sobre o assunto na edição de setembro de 2002 da revista NETResults:O coaching é uma abordagem que trabalha com a parte direita do cérebro, em que relacionamentos são mais importantes que tarefas, estima é mais importante que sucesso, histórias são mais importantes que estratégias, experiências são mais importantes que livros de regras, pessoas são mais importantes que instituições e reforço de pontos fortes é mais importante que "resolução de problemas". Enquanto analisava a pesquisa sobre coaching diante de mim, fiquei perplexa com a qualidade e perfeição de Jesus como Coach da Vida. Como se meu interesse sobre esse assunto fosse um ímã, comecei repentinamente a receber vários pedidos diários por e-mail, solicitando que desenvolvesse um programa de coaching fundamentado na fé, tendo Jesus como modelo. No tempo em que vamos passar juntos, compartilharei com você pensamentos, reflexões, observações, histórias e experiências pessoais do que é ter Jesus como Coach pessoal. Mas primeiro quero lhe fornecer alguns dados. Minha vida com Jesus como meu Coach pessoal começou oficialmente quando eu tinha 14 anos. O pedido para que entrasse em meu coração e que se tornasse meu Senhor e Salvador resultou de vários eventos e experiências, como hinos cantados ao redor do órgão com meus avós e muitas horas sentada no banco em igrejas presbiterianas e metodistas com meu pai, minha mãe, minha irmã e meu irmão. Certo verão, antes de meu primeiro ano no ensino médio, fui viajar com minha melhor amiga, Nancy. Nossos pais nos deixaram pegar um trem para a Cidade do México, a fim de encontrar uma família de lá que nos levaria para passear e que nos mostraria a cidade. A caminho de nosso destino, passamos a noite em uma pequena fazenda de amigos dos pais de Nancy. O casal encontrou conosco na estação de trem e nos levou para almoçar; mais tarde fomos cada uma para seu quarto. Depois de desfazer as malas, fui até a varanda com vista para o vale, mais abaixo. Era fim de tarde de um mês de julho muito quente. À distância, conseguia ver os trabalhadores da mina local caminhando para casa, montanha acima. Havia nuvens carregadas acima do horizonte e um pássaro cantando na árvore atrás de mim. De repente, experimentei algo que me deixou "maravilhada". Foi uma experiência transcendente, quase sobrenatural, mas muito verdadeira. Naquele momento, parecia que eu era o pássaro e a nota que o pássaro cantava. Era como se eu fosse a fila de homens escalando a montanha, bem como o céu pairando acima deles. Parecia estar em todos os lugares ao mesmo tempo, sendo tudo recoberto por profundo conhecimento e amor. Naquele instante, constatei que Deus era real e que eu era real. Com uma oração silenciosa, inclinei-me no muro de tijolo cru pedindo a Jesus que entrasse em minha vida e que me guiasse como Mestre, Amigo, Doador de amor e Coach pessoal para toda vida. Naquele momento, Jesus deixou de ser uma simples imagem na cruz para se tonar o Amigo que caminha a meu lado. Desde então, temos rido juntos, chorado juntos, deixado de nos falar durante meses, às vezes, discutido sobre princípios e dançado nas campinas iluminadas pelo sol. Eu o tenho visto encostado em colunas de livrarias, sorrindo e esperando para me levar para casa depois de um longo dia de autógrafos. Sento-me com Jesus em aeroportos, detendo-me em observar quem passa, perguntando a ele o que pensava quando criou esta ou aquela pessoa. Sentei-me em silêncio com ele no funeral de meu pai, chocada com a perda repentina da força que me direcionava. Já dei meus últimos cem dólares em oferta na igreja sem saber como iria pagar o aluguel e sorri com espanto quando o dinheiro começou a fluir para mim em quantidade cada vez maior. Esse relacionamento tem sido o mais desafiador, divertido, apreensivo, exasperador e maravilhoso de toda minha vida. Não gostaria de ficar sem ele por nada. Enquanto escrevia este livro, li novamente os salmos do rei Davi - sempre perplexa com o relacionamento apaixonadamente pessoal que esse homem tinha com Deus. Louvando a Deus pela beleza do céu noturno ou implorando para que o salvasse das profundezas do desespero, Davi sabia que Deus o conhecia e que tinha profundo interesse em cada aspecto de sua caminhada. Ele escreveu: O Senhor é o meu pastor; nada me faltará, Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome. Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam. Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda. Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do Senhor para todo o sempre. Salmo 23 Que linda imagem de uma pessoa e de seu Deus, seu Coach, dando-lhe conforto e direção com um bordão e um cajado, caminhando ao lado dele no vale das trevas, assegurando que tivesse um futuro, mesmo em presença de inimigos, restaurando sua alma. Quem não iria querer um Coach como esse? Ser convidada para falar em encontros como os eventos da revista Fortune e em conferências internacionais é um desafio e uma honra. Nestas ocasiões, às vezes, tenho sido questionada de forma pessoal a explicar a base de meu cristianismo. Certa vez, um preletor aproximou-se de mim e disse: - Acredito que Deus é um ser puro, mas sinto em você uma calma e um equilíbrio que não possuo. O que é isso? Sorri e lhe respondi: - Acredito que Deus é um ser puro também, Richard, mas sei que Deus me conhece muito bem e que observa com grande interesse e amor tudo o que faço. Enquanto você acredita em Deus, sei que Deus acredita em mim. - Quero isso para mim - disse ele sorrindo. Sorri também e respondi: - Tudo que você precisa fazer é pedir. É uma honra e um desafio escrever sobre Jesus como Coach pessoal, porque é um assunto que fala a meu coração, tratando do relacionamento mais rico e mais recompensador que existe na face da Terra. Mas antes de prosseguir, preciso fazer algumas perguntas que atravessam os séculos: o que você pensa de Jesus? Quem você acha que ele é? Jesus é uma das figuras mais reverenciadas e mal representadas da história. Sua vida tem inspirado santos e incitado tumultos. Sua imagem, da qual podemos apenas fazer uma suposta reconstituição, uma vez que não existiam câmeras em seu tempo, decora e santifica alguns dos edifícios mais lindos do mundo. Seu nome é usado tanto para amaldiçoar como para abençoar. Alguns que cantam hinos em seu louvor nas igrejas aos domingos têm medo de mencionar isso no trabalho na segunda-feira. Gente que se dizia seu representante na Terra cometeu alguns dos crimes mais hediondos contra a humanidade. Religiões se formam em torno dele, nações se dividem, culturas se configuram e famílias se separam. De fato, esse homem exerce impacto na história. Ao falar na Conferência Internacional sobre Negócios e Espiritualidade, em Acapulco, México, perguntei às 350 pessoas reunidas no salão o seguinte: "Quantos de vocês são de origem judaico-cristã?" Quase 80% das pessoas levantaram a mão. Depois perguntei: "Quantos de vocês sentiram-se feridos ou se distanciaram da religião por causa de pessoas mal informadas que usaram a religiosidade para tentar prejudicá-los?" Praticamente o mesmo número de mãos foi levantado. Compartilhei com aquelas pessoas que alguns representantes religiosos também haviam me magoado, mas que eu estava ali para falar a respeito de espiritualidade, não de religião, e de relacionamento, não de doutrina. Disse-lhes que abaixassem a cabeça comigo em oração e pedi a Deus para curar qualquer ferida e mágoa que sofreram nas mãos de autoridades religiosas mal informadas. Também pedi ao Senhor que nunca me tornasse alguém assim. Ao terminar a oração, o grupo deu um suspiro coletivo de alívio. Quando ergueram a cabeça, pude sentir que tinham o coração aberto. Vou lhe pedir que faça a mesma coisa agora. Neste momento, vamos apenas orar pela cura de qualquer ferida produzida em você em nome da religião. Vamos também pedir o perdão para os que, por malícia ou ignorância, talvez o tenham magoado. As palavras e as observações que estou prestes a compartilhar com você não tratam de religião, mas de relacionamento. Às vezes eu me admiro com a reação das pessoas quando lembro a elas de que Jesus não era cristão (nem Maria era católica). Esses são dogmas humanos da religião que nos dividem e nos alienam em relação ao verdadeiro centro de tudo, que é o amor. Cada um de nós foi feito à imagem de Deus, e para Deus retornaremos. Mas o que acontecerá nesse meio-tempo? O que é isso que se chama "vida", e como devemos vivê-la em sua plenitude? Jesus nos declarou sua missão quando disse: "Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (minha paráfrase de Jo 10:10). Repita essas palavras colocando seu nome na frase, como se Jesus estivesse falando com você. Em meu caso, isso ficaria: "Laurie Beth, eu vim para que você tivesse vida e a tivesse em abundância". Não acredito que possamos nem que devamos nos aproveitar de Deus para ganhar mais dinheiro. A verdade profunda que continua a não ser percebida por muitos de nós é que, quando permitimos que Deus domine nossa vida, nos tornamos pessoas realizadas. E realização pessoal é a própria definição de sucesso, certo? Em meu primeiro livro Jesus, CEO: Usando sabedoria milenar para uma liderança criativa (Ediouro, 1996), pedi a líderes de corporações que considerassem um homem com apenas três anos de prazo para treinar doze indivíduos, nenhum deles divino. Mas, nesse curto período, ele conseguiu transformar um grupo heterogêneo de homens, às vezes covardes e controversos, em "instrumentos de marketing enxutos e precisos". Treinou-os tão bem que se dispuseram a trabalhar sem pagamento e a morrer por ele. Aquele livro tornou-se um sucesso internacional, traduzido para doze idiomas. A universalidade desses princípios conquistou pessoas das mais diversas atividades na vida, especialmente líderes que trabalham no mundo dos negócios. Quando perguntei a líderes corporativos quantos gostariam de ter uma equipe como aquela, quase todos levantaram a mão. Quando disse: "Bem, o segredo é que você vá primeiro...", quase todas as mãos abaixaram. Começaram a perceber que Jesus tratava menos de sucesso e mais de transformação. Para muitos, isso é um processo assustador. Pelo fato de ter adquirido este livro, acredito que esteja disposto e desejoso de fazer mudanças em sua vida - para melhor. Por onde quer que Jesus andasse, orquestrava mudanças, seja ao transformar a mão mirrada de um homem em mão perfeita, seja ao fazer de uma mulher assustada uma proclamadora corajosa da verdade. Quando ordenou aos apóstolos: "Vão e digam a todos o que têm visto e ouvido", não estava mandando que socassem a Bíblia na cabeça de ninguém (o livro nem existia naquela época) para convertê-las de modo que pensassem do mesmo jeito que eles. Ele os chamou para testificar sobre as vidas transformadas que tinham visto... como cegos passaram a enxergar, como aleijados puderam caminhar, como pessoas mudas começaram a falar, como todos esses foram tirados das cinzas do desespero e coroados com esperança. Esse mesmo poder - esse mesmo desejo divino pela totalidade e cura - ainda está ativo em nossos dias... aguardando apenas ser invocado, ouvido e crido. Neste livro, dividido em quatro seções, mostrarei como Jesus o ajudará a obter um foco, equilíbrio, produtividade e realização pessoal. Uma vez que acredito que o princípio fundamental de qualquer processo de coaching é fazer com que se estabeleça primeiro uma missão, peço-lhe que escreva sua missão ou proposta de vida em uma única frase. Trato desse assunto, de forma extensiva, em meu segundo livro, The Path: Creating Your Mission for Work and Life [O caminho: criando sua missão de trabalho e de vida], oferecendo diversos princípios-chave e exercícios criados para ajudar indivíduos e organizações a fazerem isso. Não repetirei os processos aqui, mas se você não tem uma missão, assuma uma. Esse é o pré-requisito, acredito eu, para o começo deste trabalho. Enquanto não há um foco e não se define o mais importante, vive-se perdido em um nevoeiro de urgências direcionadas por outros. O coaching foi criado para ajudá-lo a permanecer dentro do foco, a fim de praticar a "renúncia deliberada" de oportunidades que serviriam meramente de distração. Você aprenderá a usar sua espada e, felizmente, a fazer perguntas esclarecedoras que mantenham seus olhos no grande prêmio. Sem equilíbrio, as maiores conquistas tornam-se fardos, e as perdas podem nos subjugar. Tendo Jesus como Coach, você compreenderá como ter sucesso e manter um sentido de equilíbrio em um mundo que se inclina e oscila entre os extremos de nossos desejos inconstantes. Você não sentirá mais necessidade de justificar comportamentos e desenvolverá um novo respeito por suas fragilidades. Compreenderá a diferença entre arquétipos e estereótipos, e aprenderá que um começo difícil é melhor do que não começar. A produtividade é o objetivo de todo líder, gerente e coach. Devemos aprender a pensar no que existe no interior das soluções, a fim de sempre dar frutos e de ter vivacidade diante de novas e constantes possibilidades de expansão. Você aprenderá a evitar a "armadura emprestada". Nadar contra a corrente se tornará seu objetivo, em vez de ser algo que você procura evitar, e demandas absurdas serão seu bilhete de transporte diário. A realização está além do sucesso. Saber diferenciar as duas coisas determinará que caminhos e ações você escolherá ao longo do dia. Mudar apenas alguns centímetros em qualquer direção de sua trajetória pode fazer a diferença. Com Jesus como seu Coach, você começará a experimentar alegria sem limite em sua presença, não importa o que aconteça. Você se tornará mais do que uma voz, mais do que um eco, e diariamente começará a retratar Aquele a quem ama. Terá novas histórias para contar e uma auto-imagem renovada. Aprenderá a sentir-se confortável em um estado futuro. Uma pesquisa conduzida por um pesquisador de Harvard, Gerald Zaltman, em seu livro Afinal, o que os clientes querem? (Campus, 2003) revelou que desejamos pessoas e organizações que: o economizem nosso tempo; o sejam fontes de novas idéias; o interajam conosco de forma relacional; e o permaneçam conosco durante a jornada, em meio a todas as lutas. Jesus é essa Pessoa. Apresento-lhe seu novo Coach para a sua vida. FocoMeu amigo Joe Mathews compartilhou comigo uma história comovente. A esposa de seu melhor amigo recebeu o diagnóstico de câncer terminal e lhe disseram que tinha pouco tempo de vida. Joe contou que observou, admirado, Dan e a esposa, Christine, passando a viver cada dia com uma pureza e um amor tremendos. Quando ela estava quase no fim da vida, Joe finalmente reuniu coragem para perguntar uma coisa a Christine: - Qual é a sensação de viver cada dia sabendo que está morrendo? Ela se apoiou em um dos cotovelos e, em seguida, lhe perguntou: - Joe, qual é a sensação de viver cada dia fingindo que você não está morrendo? Uma das perguntas mais poderosas sobre o foco deve ser feita a si mesmo: "O que estaria fazendo com meu tempo se soubesse que teria apenas seis meses de vida?" Isso talvez o leve a reorganizar suas prioridades imediatamente. Ter um foco é o começo do poder. Há algum tempo, falei ao telefone com um cliente que estava treinando. Empresário muito bem-sucedido, tinha uma vaga idéia do próximo passo que queria e necessitava dar em sua vida para alcançar um patamar ainda mais elevado em suas conquistas. Disse ter lido The Path [O caminho], mas não anotara suas respostas às perguntas do livro. Como primeira tarefa, pedi-lhe para voltar ao livro e escrever essas respostas. Ao registrar sua visão de forma específica, ficou claro para ele o que desejava criar e experimentar em sua vida. Encontrei-me com ele recentemente, e o homem estava rindo à toa. Tudo que havia escrito em sua visão, desde a nossa primeira discussão, tinha se tornado realidade - não em três anos, mas em noventa dias. Ele disse: - Assim que esclareci essa "coisa de visão", tchan-tchan-tchan-tchan, tudo começou a vir até mim de forma muito rápida. Você precisa escrever o próximo livro para me dizer o que fazer quando todas as coisas da minha visão começarem a acontecer de uma vez só. Começamos a rir, lembrando o dilema do pescador que seguiu as instruções de Jesus para lançar a rede do outro lado do barco e, assim, apanhou uma enorme quantidade de peixes, ameaçando sobrecarregar a embarcação. Uma quantidade enorme de peixes está esperando por você também. Você está pronto? Quando Jesus, seu Coach pessoal, olhar para você, fará a seguinte pergunta: "O que queres que eu te faça?" Foi a pergunta que fez em diversas ocasiões em seu ministério: ao soldado romano, preocupado com a saúde abalada de seu ajudante preferido, ou à mulher que sofria de hemorragia havia doze anos. "O que queres que eu te faça?" Jesus está lhe pedindo para que esclareça qual é o seu foco agora. Todo o poder está aqui. Toda a boa vontade está aqui. Toda a intenção está bem aqui. Você decide quem deseja ser e o que deseja conquistar neste mundo. Os capítulos seguintes foram escritos para ajudá-lo a achar seu foco, de modo que deixe de iluminar um pequeno espaço para se tornar apenas um feixe de laser, poderoso o bastante para atravessar o aço. COM JESUS COMO O COACH DE SUA VIDA, VOCÊ...Terá sua barracaroubadaPorque, agora, vemos como em espelho [...];então, veremos face a face.- 1 Coríntios 13:12 Recentemente, tive o prazer de ouvir Ray Anderson, fundador de uma fábrica têxtil, na Georgia, chamada Interface, falar a um grupo de líderes de negócios em Santa Fé. Ele contou a seguinte história. Conta-se que um dia Sherlock Holmes e seu assistente, Watson, foram acampar. No meio da noite, Sherlock acordou, inclinou-se e perguntou a Watson: - O que você vê? - Sherlock - o assistente respondeu -, vejo a estrela do Norte, que nos ajudou a chegar a este lugar. Além disso, vejo a Ursa Maior e a cauda de Órion. Também posso ver as fronteiras da Via Láctea e saber que existem universos em expansão. Watson ia continuar sua explicação magnífica quando, de repente, Sherlock cutucou-o e assobiou: - Watson, seu tolo, alguém roubou nossa barraca! O riso tomou conta de toda a platéia, à medida que as aplicações para a vida real dessa história tornavam-se aparentes. Watson falava com entusiasmo sobre a beleza do Universo, enquanto Sherlock, o detetive, estava preocupado com o crime que tornara sua nova visão possível. Certa vez, Jesus descreveu a si mesmo chegando "como um ladrão na noite". Eu amo a idéia de sua vinda para roubar nossa barraca - a barraca de nossa perspectiva limitada, de nossa compreensão frágil e segmentada, a barraca que nós pensamos que nos mantém seguros, mas que na verdade está nos impedindo de enxergar o Universo. Como crianças espremidas dentro de uma barraca, conversamos com os outros sob a luz de nossas pequenas lanternas, considerando-nos aventureiros corajosos, mas sem ter ao menos deixado nosso quintal. Escrevi um capítulo no livro Jesus de Jeans (Butterfly, 2002) relacionado à impaciência de Deus com as pessoas de "nariz empinado". A teimosia é prima em primeiro grau da arrogância, e o orgulho sempre precede a queda. Quando pensamos que sabemos tudo... quando recusamos tentar outra maneira de fazer as coisas... quando estamos determinados a permanecer inflexíveis e ignorantes, estamos destinados ao fracasso. Algum tempo atrás, organizei uma festa de aniversário para um amigo. Quando uma das convidadas chegou, confessou estar um pouco atrasada porque não conseguia encontrar os óculos. Ela riu e disse: - Finalmente eu peguei o par que estava mais perto. Acho que este é o de minha mãe. Todos nós gargalhamos quando ela descreveu como foi difícil dirigir até nossa casa, olhando através de lentes que pertenciam a outra pessoa. Com que freqüência pegamos os óculos de nossos pais para prosseguir um caminho sem usar "lentes novas" para visualizar o mundo? Várias vezes fiquei surpresa e desapontada pela freqüência com que repetimos padrões negativos de nossos pais. É desse modo que a cultura é desenvolvida, suponho eu, e como ela declina. Se ao menos abríssemos os olhos para novos caminhos de relacionamento, de visão e de ação... Se ao menos concentrássemos o foco não na barraca roubada, mas em nossa repentina visão ampliada do Universo... Atenção, você que deseja o crescimento. Jesus roubará sua barraca.PERGUNTAS1. Que áreas de sua vida estão sendo vistas pelas lentes de sua mãe ou de seu pai?2. De que tamanho é sua barraca?3. Qual é o limite dela?4. Qual é o valor do tipo de "roubo" sobre o qual estamos conversando neste capítulo?

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Avaliação geral: 5

Você está revisando: Jesus Coach

marcio recomendou este produto.
09/11/2015

ótimo

Perfeito pra quem busca mais conhecimento de si próprio.
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