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Jesus Está ao Seu Lado - Aprenda A Desfrutar da Presença de Deus (Cód: 6479971)

Young, Sarah

Sextante / Gmt

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Descrição

Não é difícil nos imaginarmos falando com Deus. Na verdade, muita gente faz isso todo dia. A oração faz parte da vida de muitas pessoas. Mas poucas ousam imaginar Deus falando diretamente e sussurrando à sua mente e ao seu coração. Sarah Young acredita que a presença de Deus deveria ser uma experiência contínua na vida de todos, e que essa experiência deveria trazer alegria, paz, amor, confiança, coragem e uma aproximação mais estreita com o Criador do Universo. Foi o que Sarah ousou experimentar. Ao dedicar momentos a sós com Deus, ela decidiu registrar os pensamentos e as impressões que lhe vinham à mente e ao coração, como se o próprio Deus estivesse conversando com ela. Sarah usa passagens da Bíblia e escreve sob a perspectiva de Deus falando diretamente com você. É um recurso poético extraordinário e bastante didático. “Jesus Está ao Seu Lado” permitirá que você sinta e viva intensamente o chamado de Jesus para desfrutar da presença de Deus em sua vida.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788543100104
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788543100104
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Paulo Polzonoff Jr.
Número da edição 1
Ano da edição 2014
Idioma Português
Número de Páginas 224
Peso 0.28 Kg
Largura 14.00 cm
AutorYoung, Sarah

Leia um trecho

Senti a presença de Deus pela primeira vez num cenário de incrível beleza. Eu vivia e estudava numa comunidade cristã num vilarejo nos Alpes franceses. Era uma filial da L’Abri, uma instituição missionária internacional que começou na Suíça graças à obra de Francis e Edith Schaeffer. Durante minha estadia em L’Abri, pude explorar a paisagem de conto de fadas que me cercava. Estávamos no fim do inverno e o sol do meio-dia era quente o bastante para bronzear, mas não o suficiente para derreter a grossa camada de neve. A luz brilhante refletida na neve branquíssima limpava minha mente das trevas que haviam me possuído durante anos. Todos os dias eu subia uma colina para apreciar uma vista que encantava minha alma. Quando chegava ao topo, eu me perdia na paisagem deslumbrante. Lá embaixo estava o vilarejo que havia se tornado meu lar. Ali de cima, o lugar parecia dominado pela torre alta da igreja. Virando-me 180 graus, eu podia ver ao longe o lago Geneva, saudando-me com raios de sol refletidos em suas águas. Quando olhava para cima, via os cumes congelados dos Alpes ao meu redor. Eu dava voltas e mais voltas, absorvendo o máximo que podia com meus olhos famintos e minha mente limitada. Como sou filha de um professor universitário, fui muito estimulada a ler e a pensar por mim mesma. Eu havia me formado em filosofia pela Faculdade Wellesley e ainda não tinha concluído o mestrado na Universidade Tufts. Alguns meses antes, meu irmão sugerira que eu lesse A morte da razão, de Francis Schaeffer. Para minha surpresa e grande alegria, aquele livrinho respondia a perguntas que havia muito eu considerava impossíveis de serem respondidas. Foi a integridade intelectual dos ensinamentos de Schaeffer que me atraiu até aquele lugar. O que me levou até lá foi a busca pela verdade, mas foi a criação gloriosa de Deus que me ajudou a abrir meu coração para Ele. Certa noite, me vi deixando o calor do nosso confortável chalé para caminhar sozinha nas montanhas nevadas. Entrei numa região de mata fechada, sentindo-me vulnerável e admirada pela beleza da paisagem fria banhada pelo luar. O ar era pesado e seco, difícil de respirar. De repente, tive a sensação de que uma névoa quente me envolvia. Percebi uma adorável presença e sussurrei: “Querido Jesus.” Essa expressão era totalmente incomum para mim, por isso me surpreendi ao falar de Jesus com tamanha ternura. Enquanto refletia sobre a mudança que acontecera, percebi que aquela era a reação de um coração convertido, e naquele momento eu soube que pertencia a Ele. Era algo que ia muito além das respostas intelectuais pelas quais estivera procurando. Era o início de uma relação de amizade com o criador do Universo. No ano seguinte, de volta aos Estados Unidos, tive outro encontro com Jesus. Eu estava sofrendo com o fim de um relacionamento amoroso e me perguntava se o fato de ser cristã fazia alguma diferença na minha qualidade de vida. Naquela época, eu trabalhava como redatora de textos técnicos na Virgínia. Meu chefe me enviou a Atlanta para uma conferência. Aceitei a tarefa obedientemente e me registrei no hotel sem o menor entusiasmo. Sozinha no quarto, senti o vazio tomando conta de mim. Então saí e comecei a andar sem rumo pelas ruas da cidade, tentando escapar da solidão. Olhei alguns livros numa barraquinha na calçada e fui atraída por Beyond Ourselves (Além de nós mesmos), de Catherine Marshall. Naquela noite, enquanto lia o volume, já não me sentia mais tão sozinha. Ajoelhei-me ao lado da cama naquele estéril quarto de hotel e senti a avassaladora presença da paz e do amor preenchendo meu coração. Eu sabia que Jesus estava ao meu lado e que Ele se solidarizava com meu sofrimento. Era, sem dúvida alguma, o mesmo “Querido Jesus” que eu havia encontrado nos Alpes. Durante os 16 anos seguintes, levei uma vida cristã exemplar. Entrei para o Seminário Teológico da Promessa Divina, em St. Louis, onde concluí o mestrado em psicologia e estudos bíblicos. Lá conheci meu marido, Steve. Depois da formatura, passamos dois períodos de quatro anos no Japão realizando trabalhos missionários. Tivemos uma filhinha durante a primeira viagem e um filhinho quando voltamos aos Estados Unidos. Depois da segunda jornada, permanecemos no nosso país por mais três anos, em Atlanta. Steve arranjou um trabalho na igreja da comunidade nipônica local e eu consegui outro diploma em psicologia pela Universidade Estadual da Geórgia. Como parte da minha formação, trabalhei num centro psicológico cristão nos arredores de Atlanta. Gostei muito da experiência de ajudar mulheres profundamente magoadas a encontrarem a cura em Cristo. Eu era grata ao meu marido e aos meus dois filhos, que eram as principais alegrias da minha vida, mas em nenhum momento durante esses 16 anos eu senti vivamente a presença de Jesus. Assim, no verão de 1990, comecei uma nova busca, que teve início com a leitura de um livro chamado The Secret of Abiding Presence (O segredo da presença contínua), de Andrew Murray. Segundo o autor, a presença de Deus deveria ser uma experiência contínua na vida de um cristão. Ele enfatiza a importância de passarmos algum tempo sozinhos com Deus, numa comunhão ininterrupta e silenciosa. Comecei a ler a obra numa época muito conturbada da minha vida. Estávamos esperando nossos vistos de entrada na Austrália serem aprovados para que pudéssemos fundar a primeira igreja na comunidade nipônica de Melbourne. Eu havia pedido demissão do emprego para cuidar dos preparativos da viagem, então ainda estava me adaptando à perda do meu trabalho como psicóloga. Em meio a essas mudanças, comecei a buscar a presença de Deus de forma mais consistente. Meus dias começavam da seguinte forma: sozinha com Ele e com uma Bíblia, um diário de orações, caneta e café. Enquanto eu aguardava Sua presença, Deus começou a se revelar para mim. Uma ou duas horas sozinha com Ele, no entanto, me pareciam muito pouco. As incertezas que eu enfrentava naquela época me aproximaram de Deus. Não tinha a menor ideia de quanto tempo levaria para recebermos vistos de residência permanente, por isso o período de espera parecia se estender de forma indefinida. Durante esse tempo, passei por quatro cirurgias, duas delas para a retirada de melanomas. Um versículo bíblico que me consolou durante esse período e me fez companhia no interminável voo até a Austrália foi “Vocês sairão em júbilo e serão conduzidos em paz” (Isaías 55:12). Finalmente nos estabelecemos na Austrália e começamos nossa missão dupla. Eu ajudava Steve a implantar a igreja em Melbourne, mas minha tarefa principal era atender às mulheres australianas, que sofriam abusos de todos os tipos. Nossas ações conjuntas submetiam nossa família a um esforço espiritual intenso e eu orava pedindo proteção todas as manhãs. Certo dia, enquanto orava, visualizei Deus cuidando de cada um de nós. Imaginei primeiro minha filha, depois meu filho e em seguida Steve cercados pela presença protetora de Deus. Quando orei por mim mesma, me vi envolvida por uma luz brilhante e tomada por uma paz profunda. Perdi totalmente a noção do tempo. Eu não havia buscado aquela experiência, mas a aceitei com gratidão e fui fortalecida por ela. Dois ou três dias mais tarde, uma paciente que sofrera incesto começou a se lembrar do abuso, ocorrido durante um ritual satânico. Esta forma de adoração a Satã envolve a sujeição das vítimas (em geral crianças) a um mal incrível e a torturas degradantes. Minha corajosa paciente e eu caminhamos juntas pelas trevas de suas lembranças. Mas Deus havia me preparado para entrar nas profundezas do mal quando me batizou com Sua gloriosa luz. Percebi que vivenciar a presença Dele não era benéfico apenas para mim; era também uma preparação para ajudar as pessoas. Naquele mesmo ano, 1992, comecei a ler God Calling (O chamado de Deus), um livro escrito por duas mulheres que praticavam a espera silenciosa na presença de Deus com lápis e papel à mão, registrando as mensagens que recebiam Dele. As mensagens eram escritas na primeira pessoa, sendo que “Eu” designava Deus. Eu o havia ganhado quando morava no Japão, mas não o lera na época. Seis ou sete anos mais tarde, esse pequeno livro acabou se transformando num tesouro para mim. Ele se encaixava perfeitamente em meu anseio de viver ao lado de Jesus. Comecei a me perguntar se eu também poderia receber mensagens divinas. Escrevia diários de orações havia anos, mas era uma comunicação solitária: só eu falava. Sabia que Jesus se comunicava comigo por meio da Bíblia, mas eu queria mais. Desejava ouvir o que Ele tinha a me dizer em determinado dia. Decidi ouvi-Lo com uma caneta em punho, escrevendo qualquer coisa que eu acreditasse que Ele estava sussurrando. Senti-me estranha na primeira vez em que tentei fazer isso, mas de fato recebi uma mensagem. Era curta, bíblica e apropriada. Tratava de temas que eram comuns em minha vida: confiança, medo e proximidade com Deus. Respondi redigindo-a em meu diário de orações. Assim, minha escrita em forma de monólogo se transformou em diálogo. Em pouco tempo, as mensagens começaram a fluir com mais liberdade e eu comprei um caderno especial para registrar cada palavra. Esse momentos se tornaram o ponto alto do meu dia. Meus textos não eram tão inspirados quanto as Escrituras, eu sabia, mas estavam me ajudando a estreitar minha relação com Deus. Eu continuava recebendo as mensagens enquanto meditava. Quanto mais difíceis eram as circunstâncias da minha vida, mais eu precisava dessas instruções encorajadoras do Criador. Sentar-me em silêncio na presença de Deus era tão importante quanto os textos que eu produzia nessas horas de meditação. Na verdade, às vezes eu apenas me sentava com Ele durante algum tempo, sem escrever nada. Nesses momentos, eu podia experimentar a “alegria plena” de Sua presença (Salmos 16:11) ou simplesmente aproveitar Sua gentil companhia e receber Sua paz. Durante os anos que passei registrando as mensagens de Deus, descobri que o tema da paz havia ganhado importância nos meus textos. Acredito que em parte isso tenha sido reflexo de uma necessidade pessoal minha. No entanto, quando conheço pessoas novas, percebo que muitas delas também desejam os bálsamos da paz de Jesus. Um versículo que tem mudado muitas vidas é “Parem de lutar! Saibam que eu sou Deus!” (Salmos 46:10). Este é um convite para que você deixe de lado as preocupações e busque a presença Dele. Creio que Ele anseie por esses momentos tranquilos conosco até mais do que nós mesmos. Também acredito que Ele fale para aqueles que o ouvem (João 10:27). Como J. I. Packer escreveu em seu livro Your Father Loves You (Seu pai o ama), “Deus (...) guia nossas mentes enquanto refletimos na Sua presença”. Essa prática aumentou minha intimidade com Jesus mais do que qualquer outro exercício espiritual, por isso gostaria de compartilhar algumas das mensagens que recebi. Ao redor do mundo, os cristãos parecem buscar uma experiência mais profunda da presença e da paz de Jesus. Os textos a seguir chamam a atenção para essa necessidade. A Bíblia, claro, é a única palavra perfeita de Deus; meus escritos não têm a pretensão de contestar isso. Eu escrevo do ponto de vista de Jesus, assim, a primeira pessoa do singular (Eu, Meu) se refere a Ele. “Você” se refere ao leitor, de modo que a perspectiva seja a de Jesus falando com você. Incluí referências bíblicas depois de cada texto, pois, enquanto ouvia as palavras de Deus, versículos ou trechos de versículos frequentemente me vinham à mente. Eu os entrelacei às mensagens. Trechos das Escrituras (alguns parafraseados, outros citados lite13 ralmente) estão destacados em itálico. Algumas referências mencionam os versículos usados. Outras são menos óbvias, e eu as incluí para sugerir uma leitura mais aprofundada sobre o tema em questão. Certos versículos bíblicos se repetem bastante, mas isso acontece porque Deus utiliza tais passagens com frequência para me fortalecer ou encorajar, afastando minha visão dos “sofrimentos leves e momentâneos” (2 Coríntios 4:17) e aproximando-a da Sua perspectiva eterna. Gratidão e fé foram dois assuntos recorrentes nos meus momentos como ouvinte. Esses temas são muito importantes na Bíblia e são essenciais se pretendemos desfrutar a paz e a presença de Jesus. Estas mensagens foram escritas para serem lidas lentamente, de preferência num lugar tranquilo. Eu o convido a manter um diário para registrar quaisquer pensamentos ou impressões que tenha enquanto estiver na presença de Jesus. Lembre-se de que Jesus é Emanuel, Deus entre nós. Que Ele o abençoe cada vez mais com Sua presença e Sua paz.

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