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Jogada Mortal (Cód: 3894083)

Harlan Coben

Arqueiro

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Descrição

Aos 16 anos, Valerie Simpson já era finalista do Aberto de Tênis da França. Depois de brilhar nos circuitos internacionais do esporte, de repente tudo mudou. A jovem ficou reclusa e deixou de lado as competições de alto nível. Seis anos depois, ela está disposta a retomar a carreira e procura Myron Bolitar para ser seu agente. Para ele – que já agencia Duane Richwood, cotado para vencer seu primeiro Grand Slam –, essa é uma ótima oportunidade. Mas seus planos têm fim quando Valerie é morta e Duane se torna o principal suspeito do assassinato. Apesar de o rapaz estar em quadra na hora do crime, algo parece não se encaixar na história que conta à polícia. Ele garante não conhecer Valerie, mas seu número de telefone estava na agenda da jovem. Insatisfeito com o rumo das investigações policiais, Myron sai em busca da verdade. E descobre que, além de prováveis ligações que a moça fez para Duane de um telefone público, há um passado de dor e mentiras que talvez leve ao verdadeiro motivo do crime. Agora, com a ajuda do excêntrico Windsor Horne Lockwood III e da ex-profissional de luta livre Esperanza Diaz, Myron enfrentará inimigos poderosos que tentam a todo custo impedir que a verdade venha à tona.

Características

Peso 0.32 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Arqueiro
I.S.B.N. 9788580410464
Altura 23.00 cm
Largura 16.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 256
Idioma Português
Acabamento Brochura
Tradutor Morais, Fabiano
Cód. Barras 9788580410464
Número da edição 1
Ano da edição 2012
País de Origem Brasil
AutorHarlan Coben

Leia um trecho

– Cesar Romero – disse Myron. Win olhou para ele. – Você só pode estar de brincadeira. – Estou começando com uma fácil. Na quadra, os jogadores trocavam de lado. O cliente de Myron, Duane Richwood, vencia de lavada o cabeça de chave número 15, Ivan Sei-lá-o-kov, ganhando o terceiro set por 5-0 depois de levar os dois primeiros por 6-0 e 6-2. Uma estreia impressionante no Aberto dos Estados Unidos para um jogador de 21 anos que não encabeçava qualquer chave e acabara de surgir das ruas de Nova York (literalmente). – Cesar Romero – repetiu Myron. – Se não souber, pode falar. Win deu um suspiro. – Coringa. – Frank Gorshin. – Charada. Pausa de 90 segundos para o intervalo comercial. Myron e Win estavam matando o tempo testando suas habilidades numa partida de “Vilões do Batman”. A série de TV. Estrelando Adam West, Burt Ward e todos aqueles balões de “Pow”, “Bam” e “Slam”. O Batman de verdade. – Quem interpretou o segundo? – perguntou Myron. – O segundo Charada? Myron assentiu. Do outro lado da quadra, Duane Richwood lhes lançou um sorriso pretensioso. Ele usava óculos de sol estilo aviador com uma armação verde fluorescente espalhafatosa. O último modelo da Ray-Ban. Duane nunca os tirava. Os óculos escuros não apenas o identificavam como eram praticamente sua marca registrada. O que deixava os executivos da Ray-Ban muito felizes. Myron e Win estavam sentados em um dos dois camarotes reservados para celebridades e para os respectivos séquitos dos jogadores. Na maioria das partidas, não sobrava um só lugar ali. Na noite anterior, quando Andre Agassi jogara, seu camarote tinha ficado lotado de parentes, amigos, puxa-sacos, rabos de saia, astros de cinema ecologicamente corretos e mulheres com megahair. Mais parecia uma festa nos bastidores de um show do Aerosmith. No camarote de Duane, no entanto, só havia três pessoas: o agente Myron, o consultor financeiro Win e seu técnico, Henry Hobman. Wanda, o amor de sua vida, estava nervosa demais e tinha preferido ficar em casa. – John Astin – respondeu Win. Myron assentiu outra vez. – E quanto a Shelley Winters? – Ma Parker. – Milton Berle. – Louie Lilás. – Liberace. – Chandell. – E? Win pareceu intrigado. – E o quê? – Que outro vilão Liberace interpretou? – Do que você está falando? Liberace só apareceu naquele episódio. Myron se recostou e sorriu. – Tem certeza? No seu lugar ao lado da cadeira do juiz, Duane bebia alegremente uma garrafa de água mineral Evian. Ele a segurava de modo que o nome do patrocinador ficasse bem à mostra para as câmeras de TV. Garoto esperto. Sabia como agradar o patrocinador. Pouco antes, Myron havia conseguido um contrato simples com a gigante da indústria de água mineral: durante o Aberto dos Estados Unidos, Duane só beberia Evian em garrafas com rótulo. Em troca, a empresa lhe pagara 10 mil dólares. Isso valia para a água. Myron estava negociando com a Pepsi o refrigerante que Duane beberia e, com a Gatorade, o isotônico. Ah, o tênis. – Liberace só apareceu naquele episódio – anunciou Win. – Essa é sua resposta final? – Sim. Liberace só apareceu naquele episódio. Henry Hobman continuava analisando a quadra, esquadrinhando-a com uma concentração feroz, os olhos indo de um lado para outro. Pena que ninguém estivesse jogando. – Henry, quer dar um palpite? Henry os ignorou. Até aí, nada de novo. – Liberace só apareceu naquele episódio – repetiu Win, empinando o nariz. Myron fez um zumbido baixinho com a boca. – Sinto muito, resposta incorreta. O que temos para o nosso participante, Don? Bem, Myron, Windsor vai ganhar a versão de tabuleiro do nosso jogo e um estoque de um ano de cera para carros Turtle Wax. Obrigado por participar do nosso programa! Win continuou impassível. – Liberace só apareceu naquele episódio. – Esse é o seu novo mantra? – Até você provar o contrário.