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Laputa - Sátira ao Ano Cruel de 1972 (Cód: 8208944)

José Antônio de Souza

Ficções

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Descrição

“Era bancário e muito triste e às vezes amanhecia gripado. Tinha uma gravata de estimação que ia ao banco sozinho quando ele não comparecia.”
Ao assistir a um espetáculo em circo chinês, o rapaz colabora com o ilusionista em um número de palco e ganha dele a gravata mais o ensinamento de alguns truques para divertir os amigos; com isso ele adquire certa perícia nas mágicas e transforma a gravata numa datilógrafa de sucesso no expediente da Matriz. Batizada de Laputa, a gravata se torna a tira de pano mais conhecida do sistema bancário.
Papéis estranhos ao serviço são encontrados entre os documentos do banco numa caixa requisitada ao Arquivo Morto, para o qual o rapaz havia sido desterrado por participar de uma greve. Chamado a explicar o aparecimento dos papéis em que Laputa faz uma espécie de crônica satírica da vida bancária e mundana, o escriturário nega sua autoria, desse modo dando início à investigação sobre quem teria sido o verdadeiro autor dos avulsos. A história se passa em 1972, no auge repressivo da ditadura, e transcorre num mês de sucessão interna no banco estadual, quando se fala da possibilidade de um funcionário de carreira ser nomeado presidente da organização. Faz-se um paralelo crítico da escolha do mandatário no Planalto e na casa bancária. Assim como é na instância mais alta, assim é embaixo. A analogia com o Reino de Laputa, das Viagens de Gulliver, não é mera coincidência.
O romance de José Antonio de Souza se desenvolve por meio de duas narrações: a de um autor anônimo e a dos textos de Laputa.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Ficções
Cód. Barras 9788562226175
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788562226175
Profundidade 0.50 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2014
Idioma Português
Número de Páginas 384
Peso 0.60 Kg
Largura 16.00 cm
AutorJosé Antônio de Souza

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