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Lições do Desejo (Cód: 5237703)

Hunter,Madeline

Arqueiro

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Descrição

Atraente, sutil e tentador, lorde Elliot Rothwell é um homem acostumado a fazer sucesso entre as mulheres e a conseguir tudo o que deseja delas. Mas isso não se aplica a Phaedra Blair. A brilhante e exótica editora não parece disposta a ceder a seu pedido e cancelar a publicação das memórias de um membro do Parlamento que podem manchar o nome da nobre família Rothwell. A pedido de seu irmão mais velho, o marquês de Easterbrook, Elliot vai a Nápoles para negociar com Phaedra. Historiador de renome e autor de livros respeitados, tudo indica que ele seja a pessoa ideal para a tarefa. Porém, em vez de encontrar a bela mulher descansando à beira do mar Tirreno, Elliot descobre que ela está presa por causa de uma acusação injusta. Graças ao prestígio da família, o nobre consegue libertá-la, mas também se torna responsável por ela até voltarem à Inglaterra. Percorrendo juntos uma das regiões mais belas e românticas da Europa, eles vão descobrir que discordam de quase tudo o que o outro pensa ou faz – exceto o que fazem juntos na cama. E, nessa aula de prazer, será cada vez mais difícil saber qual dos dois tem mais a ensinar.

Características

Peso 0.32 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Arqueiro
I.S.B.N. 9788580412017
Altura 23.00 cm
Largura 16.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 272
Idioma Português
Acabamento Brochura
Tradutor Teresa Carneiro
Cód. Barras 9788580412017
Número da edição 1
Ano da edição 2013
AutorHunter,Madeline

Leia um trecho

Um homem que comete um crime precisa encobrir seus rastros, mesmo que eles sejam deixados pelos melhores sapatos que o dinheiro poderia comprar. Para encobrir os seus, lorde Elliot Rothwell retornou à casa de sua família, em Londres, e se juntou às pessoas recém-chegadas para o baile promovido por seu irmão. Agiu como se houvesse se ausentado por breves instantes para tomar um pouco de ar naquela gloriosa e agradável noite de maio. Ao cruzar o limiar da porta, começou a cumprimentar os presentes. Belo e alto, o irmão mais novo do quarto marquês de Easterbrook – e também o Rothwell considerado mais amistoso e normal – distribuiu sorrisos a todos, alguns bastante calorosos a certas damas. Quinze minutos depois, tão suavemente quanto voltara à festa, Elliot puxou assunto com Lady Falrith. Retomou uma conversa que deixara em suspenso duas horas antes e elogiou a dama com tanto tato que ela se esqueceu de que ele havia se ausentado. Em questão de minutos, Lady Falrith parou de se dar conta da passagem do tempo. Enquanto jogava seus encantos em Lady Falrith, Elliot varria o salão com os olhos à procura do irmão. Não Hayden, que, junto com a esposa, Alexia, era o anfitrião da noite. Estava em busca de Christian, o marquês de Easterbrook. Os olhares dos dois não se cruzaram, mas o retorno de Elliot ao baile foi notado por Christian. O mais velho se afastou de um círculo de lordes no fundo da sala e caminhou para a porta. Elliot dançou uma valsa com Lady Falrith antes de continuar a missão da noite. Fez isso como penitência por estar usando a dama e como um agradecimento sem palavras por sua ajuda involuntária. A noção de tempo de Lady Falrith poderia ser bastante vaga e sua memória, um tanto benevolente. De manhã, ela acreditaria que Elliot havia lhe dispensado atenção a noite inteira e que tinha flertado com ela. Sua autoconfiança seria útil caso algo desagradável acontecesse em relação às atividades de Elliot na cidade naquela noite. Finda a valsa, ele de novo pediu licença. Ao contrário de Christian, que seguira solitário e direto para a porta, Elliot caminhou pelo salão distribuindo cumprimentos e conversando com todos, até chegar à nova cunhada. – Está tudo indo bem, não acha? – perguntou ela, seu olhar percorrendo o espaço em busca de confirmação. – É um triunfo, Alexia. E, para ela, era mesmo. Um triunfo da personalidade e do temperamento. E talvez um triunfo do amor. Alexia não era o tipo de mulher que a sociedade esperaria que pudesse se casar com Hayden. Não tinha família nem fortuna. Era tão sensata que nunca aprendera a dissimular, que dirá flertar. Porém, naquela noite ela era a anfitriã no lar de um marquês, com seu cabelo escuro impecavelmente penteado como ditava a última moda e usando roupas igualmente elegantes. A órfã pobre se casara com um homem que a amava como nunca amara antes. Elliot acreditava que aquele casamento daria certo. Alexia cuidaria para que isso acontecesse. A história já provara que o amor era uma emoção perigosa para os homens da família Rothwell. Contudo a sensata e prática Alexia saberia usar o amor para controlar o perigo. Elliot suspeitava que ela já dominara a fera várias vezes. Ele se uniu a ela na admiração do sucesso da noite. Em um canto distante, uma mulher pequena de pele muito clara era o centro das atenções. Um penteado adornado de plumas em abundância valorizava seu cabelo louro. Ao mesmo tempo, ela se mantinha vigilante na atenção que uma bela jovem recebia dos rapazes ali por perto. – O triunfo é seu, Alexia, no entanto, creio que minha tia pretende levar o troféu desta temporada de caça. – É compreensível a felicidade de sua tia Henrietta por apresentar a filha à sociedade. Dois nobres vinham fazendo galanteios a Caroline nos últimos tempos. Mas ela está irritada comigo hoje porque não convidei um deles para o baile, apesar de ela haver ordenado que eu o fizesse. Elliot estava pouco interessado nos motivos de irritação da tia. Na lista de convidados, entretanto, tinha todo o interesse. – Não vi a Srta. Blair, Alexia. Nenhum vestido preto. Nenhum cabelo solto. Hayden a proibiu de convidá-la? – De jeito nenhum. Phaedra está no exterior. Ela embarcou há cerca de quinze dias. Ele não queria parecer curioso demais, mas... – No exterior, você disse? Os olhos violeta dela se suavizaram, divertindo-se. Voltou toda a sua atenção para ele, o que, considerando o assunto em pauta, não era algo que ele desejasse. – Primeiro, Nápoles, depois, uma excursão ao sul. Eu avisei a ela que você costuma dizer que não é muito sensato visitar a península Itálica no calor do verão, mas ela queria investigar os rituais e festividades da estação. Alexia inclinou a cabeça como se fosse confidenciar um segredo. – Acredito que o falecimento do pai a afetou mais do que ela admite. O último encontro que tiveram foi muito emotivo. Phaedra ficou bastante abalada. Acho que fez a viagem para se animar um pouco. Ele não duvidava de que se encontrar com o pai em seu leito de morte fosse algo bastante emotivo. Ele mesmo ficara muito consternado ao perder o pai. Nessa noite, porém, estava mais interessado no paradeiro da Srta. Blair e em assuntos discutidos com o pai dela antes da despedida final. – Se souber onde ela vai se hospedar em Nápoles, posso fazer-lhe uma visita quando eu for, caso ela ainda esteja por lá. – Ela deixou o endereço do local onde pretendia ficar. Foi indicação de um amigo. Se Phaedra ainda não tiver voltado quando você for, ficarei feliz se puder visitá-la. A independência dela às vezes beira o descuido, e isso me preocupa. Elliot duvidava de que Phaedra Blair gostasse de ter alguém preocupando- -se com ela. Mas Alexia se preocupava de qualquer forma. – Ai, meu Deus! – murmurou Alexia. Elliot se virou e viu o motivo do suspiro da cunhada. Henrietta vinha na direção deles, com suas plumas esvoaçantes e seus olhos sonhadores e brilhantes lampejando de tanta determinação. – Acho que ela está atrás de você – sussurrou Alexia. – Fuja enquanto é tempo ou ela vai pegá-lo para reclamar. Easterbrook permitiu que eu recepcionasse os convidados do baile sem o consentimento dela. Henrietta acredita que o fato de morar nesta casa a torna sua dona. Elliot era mestre em sair à francesa. Quando a tia alcançou seu destino, ele já se fora havia muito tempo.