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Mais Perto de Deus (Cód: 4076071)

Hufford,Darin

Sextante / Gmt

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Descrição

Você já temeu que Deus o condenasse por seus pecados ou se perguntou por que Ele o abandonou no momento em que você mais precisava de apoio?

Mesmo que diga sim a essas perguntas, isso não significa que você seja infiel, ingrato ou descrente: apenas confirma o que Darrin Hufford revela neste livro: mentiram para nós a respeito de Deus.

Ao longo de muitos anos, a igreja manipulou as palavras da Bíblia e distorceu a mensagem de Cristo. Assim, deu origem a uma religião que traz mais culpa que paz, mais medo que amor.

O resultado disso foi um vazio profundo na alma das pessoas, que se perguntam como Deus pode ser bom e amoroso, se é capaz de nos condenar ao inferno se não obedecermos aos seus mandamentos.

Neste livro transformador, você verá que não precisa fazer nada para merecer o amor de Deus. Ele não vai julgá-lo nem penalizá-lo por seus erros. Deus é amor, e quando entendermos isso, seremos livres para amá-Lo por escolha, não por medo ou obrigação.

A partir de uma das mais belas passagens da Bíblia – I Coríntios 13 –, Hufford descreve as características de Deus e nos faz sentir amparados e protegidos de uma maneira que jamais experimentamos. Além disso, nos faz ver que, para entender a essência de Deus, precisamos abrir nosso coração e compreender o verdadeiro sentido do amor.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575428108
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788575428108
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Ana Ban
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 192
Peso 0.23 Kg
Largura 14.00 cm
AutorHufford,Darin

Leia um trecho

Capítulo 1 - A mentira que nos contaram Se acha que existe alguma coisa boa dentro de você, é melhor se segurar, porque Deus está prestes a derrubá-lo do seu trono e mostrar para todo mundo como você é mau. – Amém! – gritou a plateia, em sinal de aprovação. – Ele não vai compartilhar Sua glória com você nem com ninguém! – Amém! – disse uma voz vinda de algum lugar na primeira fila. Eu me esforcei para ver quem era, mas uma senhora com um coque alto estava sentada bem na minha frente e me atrapalhava a visão. – Deus é Deus, e, quanto mais cedo você perceber isso, melhor vai ser. Se Ele tiver que levar um dos seus filhos para chamar a sua atenção... Ele vai levar! – É verdade! – disse outra voz, enquanto algumas pessoas concordavam com gestos exagerados de cabeça e batiam palmas. Desta vez não precisei me esforçar para ver quem estava falando, pois era a senhora de coque volumoso. O marido dela a envolveu com seu braço robusto, puxando a mulher frágil e cheirosa para perto, como se quisesse protegê-la e aquecê-la ao mesmo tempo. Eu me afundei no assento, torcendo para que ninguém estivesse olhando na nossa direção. As imagens da antiga igreja que eu frequentava quando criança ficaram entalhadas em minha memória para sempre. O cheiro do templo, a iluminação deprimente que os raios de sol formavam ao penetrar pelos vitrais e até a textura dos bancos de madeira ficaram impressos em minha mente. Eu me recordo disso nos momentos mais estranhos: posso estar dirigindo ou fazendo compras no supermercado e algo que vejo me lembra daquela época da minha vida. Eu não gostava de visitar a casa de Deus. Lá sempre havia tristeza. Parecia que tínhamos feito alguma coisa errada. Minha mãe volta e meia me mandava ficar quieto, independentemente do que eu dissesse. Eu detestava isso com todas as minhas forças. Até quando eu falava baixinho, ela fazia “shhhhh”. Eu não gostava mesmo de ir à igreja quando era criança, mas todos os nossos amigos estavam lá, então eu achava que era por isso que nós íamos também. O Deus a que fui apresentado não era alguém que eu desejava ter como amigo. Eu lamentava sermos obrigados a amá-lo para ir para o céu. Será que tentar fazer com que Deus acreditasse que nós O amávamos valia a pena? Será que o inferno era tão ruim assim? Será que era tão quente quanto diziam? Como é que alguém podia ter certeza? Se Ele quisesse ter certeza de que O amávamos, poderia ter criado dois céus para ver se escolheríamos aquele em que Ele estava. Arder nas chamas do inferno por toda a eternidade por não termos escolhido viver ao lado Dele não parecia muito justo. Talvez soubesse que não iríamos escolher ficar com Ele. De qualquer forma, era óbvio para mim que Deus precisava mudar um pouco se quisesse que alguém escolhesse segui-Lo voluntariamente. Fiz a oração do pecador aos 7 anos e fui batizado no ano seguinte, porque achei que minha mãe ficaria feliz. E também porque alguns garotos da nossa igreja também iam fazer o batismo. Lembro que a água era quentinha e que foi legal ficar na frente de todo mundo. Antes de molhar minha cabeça, o pastor me perguntou se eu amava Deus. Sem hesitar, respondi “Jesus” e sorri para a plateia. Naquela época eu já sabia que “Jesus” era a resposta certa para praticamente qualquer pergunta da igreja. Falei novamente, sem entender muito bem por que todo mundo estava dando risadinhas. Então afundei a cabeça de novo na água. Disseram que eu seria uma nova pessoa depois daquilo, mas eu continuava me sentindo bem igual. A pergunta “Você ama Deus?” começou a assombrar minha mente quando cheguei em casa naquela noite. Mas não era exatamente a pergunta que me incomodava, e sim a resposta. A minha resposta era não. Eu nem sequer gostava dele. Eu tinha topado fazer o batismo porque não queria ir para o inferno. Quando criança, eu sempre ficava perplexo ao ver quanto os adultos o idolatravam. O que Deus tem para ser amado? Eu pensava. Ele nunca está satisfeito, quer toda a glória, gosta quando nos humilhamos, ameaça matar nossos filhos, quer que Lhe entreguemos todo o nosso dinheiro e ainda toca fogo na gente e entrega nosso corpo para aranhas comerem se não dermos tudo para Ele. Por que eu iria amar alguém assim? No fundo, Deus me lembrava o pai do meu melhor amigo no quarto ano. Ele era alcoólatra e imprevisível. Um dia ele chegava em casa todo feliz e brincalhão, e daí, num piscar de olhos, tinha um ataque de fúria e destruía tudo o que via pela frente. O Deus que me apresentaram devia ter problemas com álcool, eu pensava. Em uma semana, o pastor pregava com aquela voz trêmula de quem está prestes a chorar: “Vocês não sabem que Deus ama vocês?” Na semana seguinte, ele esmurrava o púlpito e bradava: “Não há como se esconder da ira de Deus!” Ou Deus precisava ser internado numa clínica de desintoxicação ou havia algo de absurdamente errado com a visão que tínhamos dele. Recitei a oração do pecador como me mandaram e me esforcei ao máximo para obedecer às regras da igreja, embora eu acreditasse que estava sempre um passo atrás de todo mundo. Mas aos 25 anos eu era um perfeito seguidor do caminho cristão. Fazia tudo o que me mandavam fazer para conhecer Deus. Lia a Bíblia todos os dias. Passava incontáveis horas orando e clamando a Ele, comparecia a todos os cultos na igreja e dava milhares de dólares como oferenda. Entrei para a universidade e estudei teologia. Depois de tudo isso, acabei sendo contratado como pastor em uma Mega igreja muito famosa. Essa era uma coisa com a qual eu nunca tinha sonhado. Logo comecei a pregar em conferências, igrejas e seminários em vários lugares. Eu me tornara muito bom em apresentar o Evangelho, mas me sentia cada vez mais perturbado por causa da minha religiosidade duvidosa. Embora minha vida fosse regida por regras, eu continuava vazio e infeliz. Mais ou menos um mês depois de me tornar pastor, fiz minha própria conferência em Phoenix, no Arizona. Quando perdi minha religião era a noite de abertura da minha conferência. O auditório começou a se encher de pessoas que tinham vindo de todos os cantos do país. Na mesa de inscrição, que estava rodeada por homens e mulheres com crachás no pescoço e a programação da conferência nas mãos, havia uma fila. Muitas daquelas pessoas eram da minha nova congregação. Outras tinham chegado em grupos nos ônibus de suas respectivas igrejas. Eu estava esperando em uma salinha atrás da cortina do palco antes de entrar. Sempre me acomodava naquele antinho para organizar minhas ideias e orar antes de começar a pregação. Isso também permitia que eu observasse o público. Confesso que muitas vezes deixei de acompanhar a canção de louvor só para ficar olhando. Enquanto observava as pessoas, comecei a notar que havia algo familiar na expressão do rosto daquela gente. Era uma mistura de ansiedade e decepção. Se eu tivesse que calcular, diria que eram 10% de expectativa e 90% de decepção. Eu reconhecia facilmente aquela expressão porque a via todas as manhãs quando me olhava no espelho. Aquelas pessoas estavam decepcionadas porque tinham investido numa religião que não funcionava. Elas tinham sido enganadas e induzidas a comprar um produto que não fazia jus à propaganda. Estavam ali para descobrir o que tinha dado errado. Por que não estava funcionando? Que parte elas não tinham compreendido? Será que tinham entendido errado o manual de instruções? Talvez, com um pouco de sorte, pudessem encontrar um grampo misterioso que encadeasse todas as peças do seminário. Mas o histórico já tinha comprovado que era bastante improvável que essa conferência fosse diferente das outras às quais tinham ido. Todas aquelas pessoas estavam lá paradas, com seus crachás plastificados, a programação de aulas e as mãos erguidas, tentando ser fiéis e positivas. Mas, no fundo, só estavam assistindo com ceticismo a mais uma propaganda cristã que, muito provavelmente, não chegaria a atender às suas súplicas. A última coisa de que aquelas pessoas precisavam era mais um sermão cheio de promessas vazias e fórmulas prontas. Àquela altura, já tinham ouvido isso mil vezes. Já haviam tentado em vão tudo o que lhes ensinaram. Quando a parte dos louvores terminou, me aproximei do palco. Eu estava nervoso, mas também estava determinado a fazer uma única pergunta a todos que lotavam aquele salão. Era uma pergunta que iria mudar todo o curso do meu ministério e a vida de muita gente ao meu redor. Se eu soubesse a confusão que ia criar, talvez tivesse preferido ficar calado. Aquelas palavras marcaram o início de uma jornada e o fim da minha carreira religiosa. Eu me aproximei do púlpito e pude perceber que todos estavam esperando que eu dissesse algo que os convencesse de que aquela conferência não seria mais uma confirmação de suas mais profundas decepções. Enquanto eles abaixavam a cabeça e fechavam os olhos, pedi que fossem totalmente honestos, limpei a garganta e perguntei: – Quantos de vocês têm medo do Arrebatamento? Dei um passo atrás, afastando-me do microfone para examinar o auditório em silêncio. Meu coração quase parou. Para meu imenso horror e surpresa, quase todas as mãos se levantaram. Bom, é importante destacar que aquele não era um grupo de jovens cristãos que precisavam de orientação e incentivo em sua jornada espiritual. Aquela gente formava o núcleo ativo de suas respectivas igrejas. Muitos eram pastores, decanos, filhos de obreiros, líderes de grupos de oração e professores de catecismo. Também havia muita gente da minha própria congregação, e a maioria era formada por pessoas que tinham sido criadas na igreja. Resolvi fazer uma segunda pergunta que chocou todos os que não tinham sido tocados pela primeira: “Quantos de vocês se sentiram frustrados durante a maior parte de sua vida cristã?”. O auditório era grande, então não dá para ter certeza. Mas não consegui enxergar uma única pessoa que não estivesse com a mão erguida. Imagine só! Todos os cristãos presentes admitiam ter medo do retorno de Jesus Cristo e se sentiam frustrados em muitos aspectos referentes à sua crença. Exatamente aquilo que eu desconfiava da minha religião estava prestes a se confirmar.

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