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Minha Vida Anticâncer - Dicas de Alimentação e Hábitos Saudáveis Para Prevenir e Tratar A Doença (Cód: 9257567)

Martínez,Odile Fernández

Sextante / Gmt

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Descrição

Dicas de alimentação e hábitos saudáveis para prevenir e tratar a doença.
Depois de receber o diagnóstico de um câncer em estágio avançado, a Dra. Odile Fernández Martínez se debruçou sobre centenas de estudos científicos para entender o que é essa doença, como ela se desenvolve e, o mais importante, como é possível preveni-la ou reverter sua evolução.
Ela usou o conhecimento a seu favor e conseguiu obter a cura. Agora quer compartilhar tudo o que aprendeu no livro Minha vida anticâncer.
Em uma linguagem acessível, a Dra. Odile não só relata a experiência de ter superado um dos tipos mais agressivos de câncer, como também ensina os métodos que ela mesma utilizou para vencer essa batalha. E ainda mostra de que forma nossas escolhas diárias podem influenciar diretamente o surgimento e a evolução desse mal que desafia médicos, pacientes e familiares todos os dias.
Aqui você vai encontrar tudo o que precisa saber sobre:
• A alimentação que combate o câncer: das ervas e sementes às frutas e leguminosas, passando pelos métodos corretos de preparo da comida;
• A importância dos exercícios físicos;
• As substâncias cancerígenas contidas em objetos e produtos usados no dia a dia;
• As terapias naturais que potencializam o efeito do tratamento
convencional;
• A influência das emoções no desenvolvimento da doença e no sucesso do tratamento.
Existem diversas maneiras cientificamente comprovadas de ajudar o corpo a eliminar as células malignas. Faça sua parte: informe-se e assuma um papel ativo nessa luta.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788543102757
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788543102757
Profundidade 2.10 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2016
Idioma Português
Número de Páginas 432
Peso 0.68 Kg
Largura 16.00 cm
AutorMartínez,Odile Fernández

Leia um trecho

O câncer existe desde quando a vida surgiu no planeta. Foram encontrados tumores em múmias egípcias e também em ossos de fósseis de dinossauros. A causa da doença está na proliferação descontrolada de células que crescem e se espalham pelo corpo. Tumores podem se desenvolver em todos os animais e em todos os tipos de tecido, embora existam alguns, como o do coração, nos quais a probabilidade de ocorrerem é bem pequena. O câncer tem início em uma única célula que, por vários motivos, sofre uma transformação e para de funcionar em harmonia com as demais. A célula é o elemento mais simples de qualquer organismo. Nosso corpo é formado por 60 bilhões de células, e cada uma delas desempenha uma função específica. Algumas absorvem nutrientes, outras nos defendem de invasores, outras transportam oxigênio e assim por diante. Todas as nossas células trabalham em uníssono e coordenadas entre si. Elas nascem, crescem, se reproduzem e morrem. Cada célula transmite seu material genético às suas descendentes, para que estas continuem exercendo a mesma função de suas “mães”. Elas sabem quando precisam se reproduzir e quando devem morrer, estão programadas para isso, e assim o fazem no momento certo, nem antes, nem depois. Nosso organismo vive em constante transformação. Periodicamente, os tecidos se renovam e as células envelhecidas dão lugar a novas. No entanto, quando esse equilíbrio da renovação celular é comprometido, ocorre uma multiplicação descontrolada. A causa desse descontrole é uma mudança ou mutação no material genético da célula (DNA), que pode ser decorrente de um agente cancerígeno externo, de uma infecção por vírus ou bactéria ou ainda de um excesso de radicais livres. Nossas células são atacadas com frequência e sofrem mutações, mas estão programadas para se “suicidar” (apoptose) quando seu DNA é alterado. Assim, a célula morre sem transmitir a mutação para suas descendentes e nada de mal acontece, voltando tudo ao normal sem maiores problemas. A apoptose (morte celular programada) é, portanto, um mecanismo de defesa do corpo que obriga a célula a se autodestruir quando, por algum motivo, não consegue desempenhar sua função em harmonia. As células defeituosas ou que sofreram mutações são geradas de forma contínua, mas o corpo é sábio e está preparado para eliminá-las. Os estágios do câncer Estágio de iniciação Algumas vezes o ataque do agente cancerígeno é muito forte e a célula não se suicida. É um ataque tão vigoroso que afeta o DNA e provoca a desprogramação da apoptose. O DNA da célula fica marcado por esse ataque com uma “mutação”. A célula que sofreu mutação começa a se multiplicar rapidamente, transmitindo a mutação a todas as suas descendentes. Esse é o estágio de iniciação do câncer. Para que a célula continue crescendo e sofrendo mutações é necessário que encontre um ambiente propício, um ambiente pró-câncer que estimule seu crescimento, como veremos ao longo do livro. Nosso corpo é capaz de reconhecer e eliminar essas células defeituosas. E você pode ajudá-lo nessa tarefa seguindo uma dieta anticâncer rica em antioxidantes e eliminando elementos tóxicos ambientais. Estágio de promoção Trata-se de um período bastante longo que abrange o momento seguinte à mutação da célula até sua transformação em um câncer composto por milhares de células malignas. Essa fase será mais rápida ou mais lenta dependendo do ambiente em que a célula alterada se desenvolver. Quanto maior a influência de agentes cancerígenos, a quantidade de alimentos pró- -câncer e o estresse, mais rápida será a transformação de uma célula que sofreu mutação em um câncer. Essa fase é reversível e ações simples, como parar de fumar ou de beber, podem evitar que a doença se desenvolva. Estágio de progressão As células malignas sofreram mutações e se fortaleceram, tornando-se imortais e replicando-se desenfreadamente. Aprenderam a invadir os tecidos adjacentes e, por meio do sangue ou do sistema linfático, são capazes de alcançar outras áreas distantes do tecido no qual se originaram. Essa capacidade de se disseminar é denominada metástase. As células malignas conseguem crescer e se deslocar pelo corpo em função da capacidade dos tumores de criar novos vasos sanguíneos, em um processo denominado angiogênese. Essa fase também é reversível algumas vezes, desde que nos empenhemos totalmente nisso: a intervenção tem que ser rápida e profunda. É preciso fazer uma mudança radical na dieta e no estilo de vida. Se o câncer for diagnosticado em estágio muito avançado, será difícil reverter a situação apenas com ações ligadas à alimentação e ao cuidado com a relação corpo- -mente, mas provavelmente será possível melhorar sua qualidade de vida e aumentar o tempo de sobrevida. São poucos os casos de câncer avançado em que houve remissão sem o tratamento convencional, mas eles existem. São as chamadas “remissões espontâneas”. É preciso saber também que é exatamente nessa fase que a quimioterapia se mostra menos efetiva. Por isso eu acredito que vale a pena tentar a mudança. Não quero criar falsas esperanças, mas aconselho você a participar ativamente do seu tratamento para obter os melhores resultados possíveis. Quero compartilhar o caso de Nani, uma mulher de 50 anos, de Granada, que teve câncer de ovário há alguns anos. Quando foi feito o diagnóstico, ela já tinha metástases e seu estado era grave, pois o pulmão e a pleura haviam sido afetados. Tentou-se a quimioterapia, porém ela não conseguiu tolerá-la. Nani foi então submetida a um tratamento paliativo para a dor e para ajudá-la a morrer. Ao mesmo tempo, ela decidiu tentar mudar sua vida por meio da alimentação e de cuidados com a relação corpo-mente. Aos poucos, os sintomas desapareceram e, com eles, o câncer. Hoje Nani é uma mulher feliz e ativa que transmite uma paz e uma serenidade infinitas. Seu exemplo é raro, mas nos enche de esperança. Câncer: um delinquente que pode ser reinserido na sociedade O câncer não é um fenômeno instantâneo, não ocorre de um dia para outro. É um processo longo durante o qual uma célula normal se transforma e se torna nociva para o órgão no qual cresce e para os órgãos vizinhos. A célula modificada aprende a “enganar” o sistema imunológico de modo que ele não consiga eliminá-la, adquire a capacidade de invadir tecidos e cria metástases, que se espalham por todo o corpo. A transformação de uma célula normal e saudável em uma célula maligna depende das condições ao redor. Todos os dias as nossas células sofrem ataques ou mutações, que são produzidas por determinados agentes cancerígenos presentes no meio ambiente (amianto, fumaça de cigarro, radiações) e na comida (pesticidas, nitrosaminas, radicais livres), bem como por vírus e bactérias. Assim, os agentes cancerígenos danificam as células e as tornam predispostas à mutação. Essa predisposição também pode ser herdada, e algumas pessoas nascem com células cujo DNA já se encontra danificado. Se você herdar oncogenes dos seus pais e estimular um ambiente propício, eles se manifestarão e provocarão o desenvolvimento de células que se replicarão de maneira anômala e, com o tempo, darão origem a um câncer. Para que uma célula que sofreu mutação se transforme em uma célula tumoral é preciso que aprenda a enganar o sistema imunológico, se reproduza sozinha e, principalmente, consiga obter alimento e oxigênio para crescer e se desenvolver, já que o nosso corpo não lhe dará os recursos necessários para que isso aconteça. Terá que sofrer mutações contínuas para poder obter as condições ótimas para crescer, se tornar invencível e invadir o organismo. Estima-se que são necessários de seis a oito anos para que uma célula se transforme em um câncer. Sabe-se que, ao longo da vida, desenvolveremos vários microcânceres que não chegarão a se manifestar, pois o corpo será capaz de eliminá-los.1,2 Um terço das mulheres tem microtumores nas mamas e dois quintos dos homens apresentam tumores na próstata. É possível que esses tumores jamais se manifestem, mas, quando isso ocorre, é porque se tornaram invencíveis, ou seja, com capacidade de se nutrir, aumentar de tamanho e se disseminar sem ajuda. A partir desse ponto, conseguem avançar muito rapidamente, gerando metástases. Se nos preocuparmos todos os dias em nos defender do câncer, criando um ambiente hostil para o seu desenvolvimento, ele não se manifestará; e se o enfrentarmos assim que for diagnosticado, conseguiremos frear sua impiedosa evolução. Há uma enorme variedade de intervenções capazes de ajudar o corpo a eliminar as células danificadas, todas com base científica reconhecida. No entanto, muitos oncologistas acabam ignorando ou até menosprezando esse aspecto tão importante na luta contra o câncer. Apesar de ter avançado muito em termos de diagnóstico e de tratamento, a medicina fecha os olhos para a capacidade do corpo de curar a si próprio, e acredito que os dois enfoques sejam absolutamente necessários para que se consiga obter a cura. Que ambiente favorece o surgimento do câncer? Imagine que o câncer é uma semente de urtiga que caiu no seu jardim, um terreno regado todos os dias que recebe calor e adubo regularmente. O que acontecerá? Em pouco tempo você terá uma urtiga gigante que tomará todo o jardim e não permitirá que outras plantas cresçam ali. No entanto, se essa semente, que é uma célula que sofreu mutação, não encontrar um ambiente adequado, ela não conseguirá crescer nem tomará conta do jardim. As células pré-cancerosas crescem em um espaço denominado estroma. O estroma é formado por células de tecido conjuntivo, as quais não deixarão que as células pré-cancerosas se desenvolvam e invadam os tecidos vizinhos. A célula cancerosa precisará então encontrar uma forma de destruir o tecido conjuntivo e criar raízes fora dele. Para isso, conta com certos fatores favoráveis ao câncer (pró-cancerígenos) que vão ajudá-la a romper a defesa antitumoral natural do estroma e obter energia (glicose). Além disso, outros fatores possibilitam que a célula pré-cancerosa crie novos vasos sanguíneos (angiogênese): será por meio deles que ela receberá alimento e oxigênio suficientes para se tornar invulnerável. Como uma irrigação por gotejamento, esses novos fatores permitem que a semente receba um suprimento constante necessário ao seu crescimento. Agora que já encontrou água, a semente precisa apenas de sol para se desenvolver. No inverno, as plantas apenas crescem, mas na primavera florescem e ficam exuberantes graças à ação do sol. No caso do câncer, o sol equivaleria às substâncias inflamatórias presentes no corpo. Todas as condições que estimulam a inflamação farão com que a semente germine livremente. A alimentação ocidental atual, rica em açúcares, gorduras trans, carne, leite e alimentos processados, facilita a criação de um ambiente inflamatório do qual as células tumorais sabem bem como tirar proveito. Por meio da dieta, adubamos o terreno onde se encontra a semente, propiciando sua evolução. Temos assim a água, o adubo e o sol – os fatores pró-cancerígenos e os fatores inflamatórios que vão facilitar o desenvolvimento da urtiga: o câncer. Se evitarmos esses dois fatores, a semente não crescerá. Parece simples, não é? E realmente é. Nós podemos mudar nossos hábitos alimentares e nosso estilo de vida para enfrentar o câncer impedindo que se desenvolva. Podemos criar um ambiente anticâncer que impeça que essa semente germine.

Avaliações

Avaliação geral: 5

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Fábio Ferreira recomendou este produto.
01/11/2016

Ótima e cativante leitura.

Livro com linguagem de fácil entendimento. Otima leitura para superar as dificuldades e a tão importante pesquisa acerca dos alimentos benéficos à saude.
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