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Muitas Vidas, Muitos Mestres (Cód: 4928035)

Weiss, Brian

Sextante / Gmt

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Descrição

Com mais de dois milhões de livros vendidos no mundo, 500 mil só no Brasil, “Muitas vidas, muitos mestres” se tornou um marco ao contar uma história real que mais parece ficção: um médico de renome coloca sua carreira em jogo ao se ver diante de evidências da reencarnação. Psiquiatra e pesquisador consagrado, o Dr. Brian Weiss viu suas crenças e sua carreira virarem pelo avesso ao tratar de Catherine, uma paciente com fobias e crises de ansiedade. Durante uma sessão de hipnose, ela falou de traumas sofridos em vidas passadas que pareciam ser a origem de seus problemas. Cético, o Dr. Weiss não acreditou no que estava presenciando até que Catherine começou a narrar fatos da vida dele que ela jamais poderia conhecer e a transmitir mensagens de espíritos altamente desenvolvidos – os Mestres – sobre a vida e a morte. Transformado por essa experiência, ele surpreendeu a comunidade científica ao publicar este livro demonstrando o potencial curativo da terapia de vidas passadas. Para muitos, a maior contribuição de Muitas vidas, muitos mestres foi apresentar os princípios da reencarnação a milhões de pessoas que, por falta de oportunidade ou por preconceito, nunca teriam acesso a esta rica e transformadora filosofia espiritual. Emocionante e inspirador, este livro já ajudou pessoas de todo o mundo a superar a dor de suas perdas e a adquirir uma nova compreensão da vida e da morte.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575429471
Altura 15.00 cm
I.S.B.N. 9788575429471
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Talita M. Rodrigues
Número da edição 1
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 160
Título Original Many Lives, Many Masters
Peso 0.18 Kg
Largura 15.00 cm
AutorWeiss, Brian

Leia um trecho

Capítulo 1
A primeira vez em que vi Catherine, ela usava um vestido vermelho vivo e folheava nervosamente uma revista na sala de espera do meu consultório. Estava visivelmente sem fôlego. Vinte minutos antes, andava no corredor externo do Departamento de Psiquiatria, de um lado para outro, tentando se convencer a manter seu compromisso e não sair correndo. Entrei na sala para recebê-la e nos cumprimentamos. Notei que tinha as mãos frias e úmidas, confirmando sua ansiedade. Precisara de dois meses para criar coragem de marcar uma hora comigo, ainda que fosse insistentemente aconselhada a isso por dois médicos da equipe, nos quais confiava. Finalmente, estava ali. Catherine é uma mulher extraordinariamente atraente, com cabelos louros de comprimento médio e olhos cor de mel. Na época, ela trabalhava como técnica de laboratório no hospital onde eu era chefe da psiquiatria e ganhava um dinheiro extra como modelo de roupas de banho. Acompanhei-a até minha sala, indicando-lhe uma cadeira grande de couro depois do sofá. Sentamos um diante do outro, com uma mesa em semicírculo entre nós. Catherine recostou-se na cadeira, calada, sem saber por onde começar. Esperei, preferindo que o início fosse escolha dela, mas, depois de alguns minutos, indaguei sobre seu passado. Naquela primeira consulta começamos a esclarecer quem ela era e por que fora me ver. Respondendo às minhas perguntas, Catherine revelou a história de sua vida. Era a filha do meio, educada numa família católica conservadora de uma cidadezinha de Massachusetts. O irmão, três anos mais velho, era muito forte e gozava de uma liberdade que nunca lhe permitiram. A irmã mais nova era a preferida dos pais. Quando começamos a conversar sobre seus sintomas, ela se tornou sensivelmente mais tensa e nervosa. Falava rápido, inclinando-se para a frente e apoiando os cotovelos sobre a mesa. Sua vida sempre fora sobrecarregada de temores. Tinha medo de água, de engasgar, a ponto de não conseguir engolir pílulas, tinha medo de avião, do escuro e pavor de morrer. Ultimamente, esses medos estavam piorando. Para se sentir segura, dormia dentro do armário embutido do apartamento em que morava. Antes de conseguir pegar no sono, ficava umas duas ou três horas acordada. Ainda assim, o sono era leve e intermitente e ela acordava várias vezes. Os pesadelos e as crises de sonambulismo que haviam atormentado sua infância tinham voltado. Os medos e os sintomas a paralisavam cada vez mais, e a depressão era crescente. Enquanto ela falava, pude perceber como era profundo o seu sofrimento. Durante anos, eu ajudara pacientes que, como Catherine, viviam a agonia de seus temores, e por isso me senti confiante em poder ajudá-la também. Resolvi que começaríamos investigando sua infância, procurando a origem de seus problemas. Quase sempre esse tipo de abordagem contribui para o alívio da ansiedade. Se fosse necessário e se ela conseguisse engolir algumas pílulas, eu lhe daria uma leve medicação ansiolítica para ajudar no processo. Esse era o tratamento preconizado pelos manuais para os sintomas de Catherine, e nunca hesitei em usar tranquilizantes ou mesmo medicamentos antidepressivos para tratar casos graves e crônicos de fobia e ansiedade. Hoje, utilizo esse recurso com mais moderação e só temporariamente, se for o caso. Nenhuma droga pode alcançar as verdadeiras raízes desses sintomas. Minha experiência com Catherine e com outros iguais a ela provou isso. Sei agora que existe a cura e não apenas a supressão ou camuflagem dos sintomas. Na primeira sessão, procurei gentilmente estimulá-la a voltar à infância. Como ela se lembrava de pouquíssimos fatos daquela época, considerei a possibilidade da hipnoterapia como um possível atalho para vencer essa repressão. Ela não conseguia se lembrar de nenhum momento particularmente traumático de quando era criança que pudesse explicar os temores que lhe assolavam a vida. À medida que se esforçava, puxando pela memória, fragmentos isolados vinham à tona. Por volta dos 5 anos, entrou em pânico quando alguém a empurrou do trampolim de uma piscina. Ela disse que, antes mesmo do incidente, já não se sentia confortável dentro d’água. Aos 11 anos, a mãe caiu em grave depressão. A estranha atitude de retraimento da mãe em relação à família tornou necessária a ida a um psiquiatra e a consequente terapia com eletrochoques. O tratamento afetou a memória de sua mãe. Catherine ficou assustada, mas disse que não teve mais medo quando a mãe voltou a ser “ela mesma”. O pai tinha um longo histórico de alcoolismo e às vezes o irmão de Catherine tinha de ir buscá-lo no bar da esquina. O consumo cada vez maior de bebidas alcoólicas tornava mais frequentes as brigas com sua mãe, que ficava triste e arredia. Mas Catherine considerava esse padrão familiar aceitável. As coisas eram melhores fora de casa. Teve namorados no ginásio e se dava muito bem com os amigos, muitos deles conhecidos havia vários anos. Achava difícil, contudo, confiar nas pessoas, principalmente nas que não pertenciam ao seu pequeno círculo de amizades. Sua religião era simples e sem questionamentos. Fora educada para acreditar na ideologia e nas práticas tradicionais católicas e jamais duvidara da veracidade e validade de sua fé. Acreditava que, sendo boa católica e vivendo corretamente na obediência da fé e dos rituais, ganharia o Céu; caso contrário, iria para o Purgatório ou para o Inferno. O Deus patriarcal e seu Filho decidiriam isso. Depois, fiquei sabendo que Catherine não acreditava em reencarnação; na verdade, sabia muito pouco a respeito, embora tivesse lido alguma coisa sobre os hindus. Reencarnação era uma ideia contrária aos conceitos em que fora criada e nos quais acreditava. Jamais lera nem tinha interesse por qualquer literatura metafísica ou ocultista. Estava tranquila na sua crença. Quando saiu do colégio, Catherine fez mais dois anos de curso técnico e se formou laboratorista. De posse de uma profissão e incentivada pela mudança do irmão para Tampa, conseguiu um emprego em Miami, num hospital-escola filiado à Faculdade de Medicina da Universidade de Miami. Mudou-se na primavera de 1974, aos 21 anos.A vida na cidade pequena fora bem melhor do que em Miami, mas ela estava contente por ter fugido dos problemas familiares. No primeiro ano na nova cidade, Catherine conheceu Stuart. Casado, judeu, pai de dois filhos, ele era totalmente diferente de qualquer outro homem que conhecera. Era um médico bem-sucedido, forte e agressivo. Apesar da atração irresistível entre os dois, a relação era tempestuosa e difícil. Algo nele mexia com ela, despertando uma paixão que beirava o enfeitiçamento. Na época em que Catherine começou a terapia, seu caso com Stuart já durava seis anos e, apesar de complicado, era ainda bastante intenso. Embora maltratada, furiosa com as mentiras, as promessas não cumpridas e as manipulações, Catherine não conseguia resistir a ele. Vários meses antes da consulta, ela precisara fazer uma cirurgia para a retirada de um nódulo benigno das cordas vocais. A intensa ansiedade que antecedeu a cirurgia se transformou em pânico quando ela acordou na sala de recuperação. A enfermeira levou horas para conseguir acalmá-la. Após o período de convalescença no hospital, ela procurou o Dr. Edward Poole. Ed era um pediatra muito amável que Catherine conhecera quando trabalhava no hospital. Desde o início ambos sentiram uma forte empatia, que evoluiu para uma grande amizade. Catherine sentia-se à vontade para conversar com ele, falar sobre seus medos, o relacionamento com Stuart e a impressão de estar perdendo o controle sobre a própria vida. Ele insistiu para que ela marcasse uma consulta comigo. Depois me telefonou para falar de sua indicação, explicando que, por algum motivo, achava que só eu poderia compreender Catherine verdadeiramente, ainda que outros psiquiatras também tivessem ótimas credenciais e fossem hábeis terapeutas. Mas ela não me ligou. Oito semanas se passaram. No atropelo das minhas tarefas como chefe do Departamento de Psiquiatria, esqueci do telefonema de Ed. Os medos e as fobias de Catherine pioraram. O Dr. Frank Acker,chefe do Departamento de Cirurgia, conhecia Catherine há anos e sempre brincava com ela quando visitava o laboratório onde ela trabalhava. Ele notou sua infelicidade e tensão. Várias vezes quis lhe dizer alguma coisa, mas hesitou. Uma tarde, indo de carro para um hospital menor, mais afastado, onde daria uma conferência, viu Catherine ao volante, voltando para casa, e, impulsivamente, lhe fez sinal para que parasse no acostamento. “Quero que você procure o Dr. Weiss agora!”, gritou ele pela janela. “Sem demora.” Embora os cirurgiões sejam muitas vezes impulsivos, até Frank se surpreendeu com a própria ênfase. A frequência e a duração dos ataques de pânico e de ansiedade de Catherine cresciam. Ela começou a ter dois pesadelos que se repetiam. Num deles, uma ponte ruía enquanto ela estava passando. Seu carro mergulhava na água; presa dentro dele, ela se afogava. No segundo sonho, estava fechada num quarto escuro como breu, tropeçava e caía sobre as coisas, incapaz de achar a saída. Finalmente foi me ver. Quando tive a primeira sessão com Catherine, não pude imaginar que minha vida estava prestes a virar de cabeça para baixo, que aquela mulher confusa e assustada do outro lado da mesa seria o catalisador e que eu jamais voltaria a ser o mesmo.

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