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Muito Além do Segredo - Col. Pocket Ouro (Cód: 4088080)

Gungor,Ed

Nova Fronteira

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Descrição

É possível acreditar em Deus e na lei da atração ao mesmo tempo? E se a lei da atração de fato funciona, por que ela não é citada na Bíblia? Ou será que ela está lá em algum lugar?
Perguntas como estas têm sido feitas por pessoas de todas as partes do mundo após conhecerem o best-seller O Segredo. Segundo a lei da atração, apresentada no livro de Rhonda Byrne, você pode obter quase tudo o que deseja se treinar sua mente para enviar pensamentos positivos que permitirão a realização de seus sonhos.
Nesta obra extremamente convincente, Ed Gungor apresenta uma visão mais completa e realista do poder da mente ao explicar o papel de Deus na equação do pensamento positivo. 'Muito Além do Segredo' não foi escrito para atacar 'O Segredo', mas para examinar criticamente algo que Ed Gungor teme que pode se tornar um conselho equivocado. O autor reconhece, portanto, a sinceridade do sentimento que está levando tantas pessoas a explorarem esta prática antiga.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Nova Fronteira
Cód. Barras 7892200002464
Altura 18.00 cm
I.S.B.N. 7892200002464
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2008
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 149
Peso 0.12 Kg
Largura 12.00 cm
AutorGungor,Ed

Leia um trecho

Introdução Nos últimos tempos, o Segredo tem sido o assunto preferido de muita gente. Trata-se de uma crença que foi descoberta e redescoberta várias vezes na história - uma crença transformadora. Entender a lei por trás dela muda tudo. Em sua obra, intitulada O Segredo, Ronda Byrne e sua equipe de colaboradores fazem um trabalho brilhante ao juntar fragmentos da grande lei que foram escamoteados em tradições orais, na literatura e nas religiões e filosofias ao longo do tempo. Eles nos permitem dar uma espiada transformadora nessa verdade ancestral. Entretanto, há mais a ser dito do que este recente bestseller revelou. De fato, sem um olhar mais profundo sobre o "além do segredo" de que eu falo, temo que o sofrimento possa ultrapassar tudo de bom que tenha sido realizado na vida das pessoas. Esse é o porquê desta obra. Embora não seja minha intenção rasgar o bem que tenha sido comunicado, devemos prosseguir com cautela. Há mais coisas a serem contadas nesta história - é necessário ir além de "O segredo". Capítulo Um Deuses e gênios Certo. Em primeiro lugar, tenho uma confissão a fazer. Sou um aprendiz de Jesus Cristo e, embora seja fã do tratamento dado por Rhonda Byrne e sua equipe para a lei da atração, não sou um fã acrítico. As idéias que Byrne divulgou no best-seller de auto-ajuda O Segredo e no filme-documentário de mesmo nome realmente tiveram o poder de me empolgar. Mas, ao mesmo tempo, minha filosofia não começa, ou não termina, no mesmo lugar que a filosofia do livro. Por exemplo, não acredito que os seres humanos estejam evoluindo para tornarem-se deuses; nós vamos sempre precisar de Deus. Tampouco acredito que a humanidade possa salvar- se a si mesma; nós precisamos de um Salvador. Acredito que Jesus Cristo conhecia esse tão falado segredo, mas ele ainda assim teve de morrer - isoladamente, o conceito não nos salvará. Além disso, sinto que Byrne e companhia enfatizaram demais a cobiça material, a apatia social e a responsabilidade das vítimas pelas tragédias que ocorrem em suas vidas (não que essa fosse sua intenção, mas é um fato). Apesar disso tudo, continuo crendo no poder benéfico do livro, e minha intenção fundamental aqui é expandir o conhecimento do tesouro que o livro explora sem deixar de abordar essas discordâncias. O que é i s to? A vida é uma só. Ora, se só temos esta vida, precisamos nos esforçar ao máximo para que ela valha a pena, fazendo diferença no mundo. Há algo que pode nos ajudar em cada aspecto de nossas vidas - finanças, relacionamentos. É da compreensão de uma idéia que libera um poder escondido, imaculado, dentro de cada um de nós - santos ou pagãos. Não se trata de uma idéia complexa, difícil de captar. É simplesmente a lei da atração. De modo simples, poderia ser expressa assim: Você exerce um poder de atração sobre tudo o que acontece em sua vida. Os acontecimentos não vêm por acaso, mas como produto de causa e efeito. Portanto, o que você é e o que você faz atuam como um ímã na sua vida, que atrai tanto coisas boas quanto coisas ruins. Embora possa parecer assustadora em princípio (será tudo minha culpa?), que grande descoberta! Significa que podemos responder pela felicidade em nossas vidas. Quando aprendemos como funciona a lei da atração, podemos "trabalhá-la" para deixar vir as coisas boas e impedir as ruins. Mas isso é realmente possível? Muitos acreditam que "o que tiver de ser, será". Crêem que o ser humano não tem nada a ver com o futuro; isso é com Deus. A soberania de Deus está por trás de todos os fatos, e os seres humanos não podem efetuar aquilo que Deus deixou de decidir. Este grupo costuma dizer que nossos pensamentos, crenças e ações são meros coadjuvantes, porque Deus fará o que quiser, independentemente dos seres humanos. Contudo, se Deus realmente quisesse ter criado um mundo sobre o qual os seres humanos não tivessem nenhum controle, por que teria feito um mundo cheio de leis - leis tão específicas e previsíveis que nós podemos enviar uma pessoa à lua e prever, com uma margem de frações de segundo, o momento da aterrissagem? E se Deus tiver estabelecido leis justamente para que os humanos tivessem mais controle sobre suas vidas? O grande apóstolo Paulo afirmou: "todas as coisas são de vocês, seja […] o mundo, a vida, a morte, o presente ou o futuro, tudo é de vocês."1 Em outra parte ele escreveu: "Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá." Esses textos asseguram que todos nós somos como o fazendeiro que busca tomar o máximo partido das leis da natureza para suas boas colheitas. Um fazendeiro que deseja que a terra lhe dê milho deve aprender a cooperar com a natureza para consegui-lo. A natureza não seleciona o tipo de colheita, mas espera que o fazendeiro decida. E ele decide: o fazendeiro pode realmente "predizer o futuro" de um campo, ao escolher o tipo de "semente" a ser plantada nele. Para "atrair" milho, o fazendeiro simplesmente planta sementes de milho. É desta maneira que funciona a lei da atração. As regras da criação são as mesmas para todo mundo. Deus não decide sozinho se cada um de nós será feliz ou não. Nós podemos coordenar o nível do sucesso que vivemos em nossos casamentos, finanças, carreiras, paternidade etc. à medida que cooperamos com as leis que Deus estabeleceu. Podemos atrair alegria ou dor para nossas vidas, agora mesmo, inclusive: a lei da atração é uma lei que está em vigor o tempo todo, e não precisamos aprender a manejá-la para que ela funcione. Podemos, no entanto, perceber como "trabalhá-la" para nosso proveito, em vez de para nossa desvantagem. A terceira lei do movimento, de Newton, diz: "A cada ação corresponde uma reação igual e oposta." Esta é uma outra maneira de expressar a lei da atração. Jesus Cristo nos mostrou que a lei da atração, vulgo o Segredo, funciona em nossos relacionamentos com os outros: "Sejam misericordiosos, assim como o Pai de vocês é misericordioso. Dêem, e lhes será dado: uma boa medida, calcada, sacudida e transbordante será dada a vocês. Pois a medida que usarem também será usada para medir vocês." Isso significa que, se você sorri para alguém, o mais provável é que essa pessoa sorria de volta. Se você é cruel com uma pessoa, o mais provável é que ela seja cruel com você também. Se você é genuíno e bondoso com os outros, é quase certo que os outros expressem bondade em retribuição. Se você é crítico sobre tudo e todos, você pode esperar uma dose pesada de julgamento crítico de outros em sua vida. Você atrai o que você coloca para fora. A lei da atração funciona para todos, em todos os lugares, o tempo todo, quer a pessoa a compreenda, ou não. Quem acredita em Deus costuma ficar confuso com o equilíbrio entre o que devemos fazer e o que Deus faz. Como na história do rancheiro lá do oeste que recebeu a visita de seu pastor. O rancheiro passeava com o pastor por sua propriedade, mostrando as construções bem conservadas, as cercas, os gramados cuidadosamente aparados. Diante daquilo tudo, o pastor declarou, com reverência: "Como Deus abençoou esta propriedade!" De maneira simples e direta, o rancheiro respondeu: "Imagino que sim… mas o senhor devia ter visto quando isso aqui era só dele." Quem crê em Deus precisa tomar cuidado para não cair no erro que Jesus aponta na parábola dos talentos (Mateus 25:14-29), quando exorta as pessoas a trabalharem o potencial recebido do Pai. A parábola revela que alguns seriam tão inclinadas à soberania de Deus que deixariam de fazer o que precisam fazer, resignando-se ao destino. Em outras palavras, é como se unissem suas vozes à da cantora Simone para entoar: "O que irá me acontecer? O meu destino será como Deus quiser." No entanto, Jesus discorreu sobre isso, mencionando quem acreditasse que Deus, como o mestre em sua história, colhe o que ele "não semeou" e se encontra onde ele não "espalhou sua semente". Em outras palavras, os humanos não têm de fazer coisa alguma - Deus faz tudo. Jesus declarou que tal atitude equivalia a enterrar seu potencial "no chão" (v.24) - e Deus não estava contente com isso. Mas há perigos nos dois lados da questão. Os proponentes da mais recente versão da lei da atração afirmam que todo mundo pode ser, fazer ou ter tudo o que quiser - felicidade, saúde, riqueza. Estamos acostumados a ouvir as perguntas: "Em que tipo de casa você quer viver?" ou "Você quer ser um milionário?" E a ouvir as declarações: "Milagres acontecem quando você sabe como aplicar o Segredo." O poeta americano Ralph Waldo Emerson (1803-1882) escreveu certa vez: "O segredo é a resposta para tudo o que foi, tudo o que é e tudo o que será." Ao citar Emerson, os defensores das crenças que acabei de descrever alegam que o grande segredo da vida é este: cada um de nós trabalha com um poder infinito - a lei da atração. Mas eles esquecem um detalhe essencial: é preciso ir muito além do "Segredo". Nós compar t i lhamos o poder Quando os computadores pessoais apareceram, nos anos 80, instalar novos programas ou periféricos (como impressoras e scanners) era muito mais do que um processo plug and play. Não era incomum que o seu computador todo entrasse em pane logo após você instalar um novo programa que deveria tornar sua vida mais fácil. Então, você era obrigado a ligar para o suporte técnico do fabricante do software e passar horas no telefone, empenhado no árduo processo de reescrever comandos de programação (por exemplo: CONFIG.SYS). Era uma confusão só. Tudo isso porque os programadores desenvolviam seus softwares em PCs que não continham outros programas. Dessa forma, eles podiam canalizar todos os recursos de seus PCs para a execução exclusiva dos programas desenvolvidos. Nada mal - se todos os PCs rodassem apenas um programa. Mas não é assim. Isso, porém, não impediu que os engenheiros seguissem alterando os códigos internos de seus computadores para que eles rodassem melhor os seus próprios programas. O mundo do software tornou-se uma verdadeira briga de gato e rato, cada empresa por si mesma. Como os consumidores começaram a instalar um programa atrás do outro em seus computadores, os aplicativos começaram a conflitar entre si, lutando por recursos internos limitados das máquinas e os sistemas começaram a travar. (Queria ter ganho um dólar para cada hora que eu tive de passar ao telefone com o suporte técnico, resolvendo esses "conflitos"). Percorremos um longo caminho até aqui. Enquanto Byrne e sua equipe estabeleciam a anatomia de O Segredo, eu não pude deixar de sentir que eles estavam cometendo um erro similar ao daqueles pioneiros da informática. A lei da atração ficou excessivamente atrelada à idéia do poder e do controle individuais. O problema é que não há uma única pessoa usando a lei - temos mais de um programa rodando neste momento no universo. Nós não usamos a lei da atração em um vácuo - existem outros jogadores, outras forças em movimento. Por exemplo, em um dado momento, a equipe de Byrne afirma que nós atraímos tudo o que nos acontece - até as coisas ruins, como acidentes de carro. Embora isso possa ser verdade em alguns casos, é uma simplificação exagerada da realidade. Considere o holocausto. É realmente plausível que seis milhões de judeus tenham "atraído" esse horror inimaginável para suas vidas por si mesmos? Ou havia outras forças em ação - como o poder ilimitado nas mãos de um ditador insano chamado Hitler? E o que dizer de abusos e assassinatos de crianças? Será que as vítimas "imaginaram" ou "atraíram" essas coisas por elas mesmas? Se não, por que tudo isso lhes teria acontecido? Será que a lei da atração, que "trabalha para todas as pessoas em todos os lugares, o tempo todo", não funcionou no caso delas, ou havia outras forças em movimento - como um criminoso doentio? E quanto a Deus? Sobre ele, os partidários da prática atual da lei da atração são praticamente omissos. O que é estranho, pois a maioria das pessoas acredita em Deus. Em sua interpretação de O Segredo, o grupo de Byrne parece defender o seguinte ponto de vista: Deus criou tudo o que existe e se retirou. Ou então, pode até estar presente por aqui - mas não de um modo que faça diferença. Não há portanto um "Grande Plano". E, se eus realmente existe, então ele (ou ela?) é tão distante e irreconhecível, tão fora do alcance dos assuntos mundanos, que ninguém pode discerni-lo ou chegar perto dele. O grupo sugere que o universo é, ao contrário, uma espécie de gênio que existe somente para realizar todos os nossos desejos - nossos desejos comandam o gênio. E o Gênio está realizando desejos neste exato momento - os bons e os ruins. Compreender essa idéia, dizem eles, é a chave para que o universo realize apenas os seus bons desejos. Es ta hi s tór ia é de Deus Na tradição cristã não há gênios. Cada pessoa é um sonho de Deus tornado realidade; um destino; um ser planejado intencionalmente que Deus pôs no mundo como um personagem único nesta história que se desenrola. As Escrituras alegam que nosso nascimento ocorreu em "tempos anteriormente estabelecidos" por Deus e que vivemos nos "lugares exatos" em que deveríamos viver.4 O salmista declarou: "Todos os dias determinados para mim foram escritos no teu livro antes de qualquer deles existir."Isso significa que cada um de nós é único e se encaixa com perfeição neste mundo, no processo que segue para um telos - um fim - com um objetivo concebido pelo próprio Deus. Para quem crê em Deus, esta não é a terra da "sobrevivência do mais forte" -, mas sim um mundo para os predestinados. O problema é que, em vez de buscar o plano predestinado de Deus, muitos acreditam na invenção de sua própria história. Ao contrário do que Byrne nos diz, o segredo oculto consiste não em inventar sua própria história, mas em encontrar o seu lugar na história que é contada por outra pessoa - Deus. A mais antiga revelação desse fato afirma que a criação continha as idéias inspiradas de Deus - havia um lugar para tudo e todos. A lei da atração não era utilizada para atrair qualquer coisa; era utilizada para atrair o telos de Deus. Essa lei revelou que cada um de nós nasce no mundo de Deus e que este é o palco dele; nós somos meros participantes na peça dele. O salmista disse: "Reconheçam que o SENHOR é o nosso Deus. Ele nos fez e somos dele." Recentemente, minha mulher Gail e eu assistimos a uma peça em que nossa linda afilhada, Erin, atuava em um dos papéis principais. Depois da peça, nós a enchemos de elogios e perguntamos se ela estava satisfeita com o resultado. Ela respondeu discorrendo sobre sua atuação e seu personagem. Não reclamou dos outros atores no palco, não manifestou o desejo de ter outras falas nem de tomar o papel de alguém. Também não falou nada sobre reescrever o roteiro ou dirigir o espetáculo de outra maneira. Ela mediu o seu sucesso de acordo com a interpretação do papel que lhe fora destinado. É dessa forma que devemos entrar no palco da vida. Isso é primordial para a idéia - é a razão para Deus ter criado a lei da atração. Devemos nos recusar a tentar escrever, produzir, dirigir ou escolher o papel que queremos interpretar em nossa própria peça. Devemos ver Deus como o escritor, produtor e diretor. Nossa ambição deve ser a de descobrir nosso papel individual, destinado por Deus e, então, desempenharmos esse papel com grandeza. Entender que estamos aqui para cooperar em algo maior que nós mesmos nos dá uma ponte para transcender a vida - e ter acesso a uma existência que é maior do que a que poderíamos criar, maior do que os desejos imediatos de pessoas egoístas, com suas necessidades sem fim. Isso nos enraíza em algo maior, algo eterno. Em um mundo do cada um por si, em que o homem é o lobo do homem, em que nada é mais importante que o número um, a procura pelo telos de Deus é vista como irrelevante, porque é conectada a algo distinto do individual. Contudo, essa descoberta nos dá uma nova base para nossa auto-estima: a identidade estimada por Deus, que conecta a nossa competência pessoal à frutificação para além de nós mesmos. Isso não nos torna menos indivíduos; isso nos leva a Deus. E nosso sentido de identidade é reforçado pela união com uma vida maior do que a de uma pessoa apenas. É assim que tomamos parte no que é conhecido como o Reino de Deus. Nós prevemos que Deus vai agir; nós esperamos que ele aja. Apenas não sabemos onde e quando. Mas nós o escutamos e seguimos caminhando na lei da atração como uma manifestação de nosso amor e da busca por Deus. Uma vida comprometida com um telos criado por Deus gradualmente nos enche de um espírito de expectativa de que todas as coisas boas serão dadas aos obedientes de coração - nós vamos "desfrutar a fartura desta terra".7 Jesus diz que, quando estamos prontos a perder nossas vidas, é no telos de Deus que as encontramos. Um compromisso com o telos de Deus nos dá uma profunda convicção de significado pessoal e vocação. É quando nos tornamos alegres participantes do esquema da criação e da providência divina, firmando-nos em um sentido de propósito e constância. Como o historiador britânico Arnold Toynbee apropriadamente afirmou, foi uma selvagem individualização do ser humano que nos proporcionou "uma sensação de termos tudo de que precisamos e ainda nos sentirmos alienados". A chave aqui é: quem é o iniciador da vida, Deus ou o homem? Muitos cristãos modernos adaptaram para seu Cristianismo a mesma cosmovisão que inspira os atuais palestrantes de auto-ajuda quando tratam do ser humano: sonhar e desejar ilimitadamente, com a certeza de que Deus abençoa e desenvolve todos os nossos sonhos. Sim, a lei da atração pode até funcionar nesses casos, e nós realmente devemos esperar grandeza quando semeamos grandeza. Entretanto a Bíblia também nos alerta quanto a isso. Nós aprendemos a não correr impulsivamente com nossos planos, porque a vida é "a neblina que aparece por um pouco de tempo e depois se dissipa".10 Estamos aqui por um tempo curto demais e não conseguimos cultivar a sabedoria necessária para tomar decisões de vida de modo autônomo. "Em vez disso", frisa o texto, "deveriam dizer: 'Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo'".11 Isso significa que nossos papéis têm significado e atingem altos propósitos, mas sem que, para isso, tenhamos de escrever nossa própria peça. Estamos na história de Deus; ele é que inicia, ou pelo menos veta, os planos de nossa vida. Apesar de cristãos, muitos acabam seguindo suas próprias agendas e cultivando sonhos de realização pessoal, acreditando que basta uma pitada de fé a mais para que

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