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Mulher em Primeiro Lugar (Cód: 2601904)

Sansone,Kathryn

Sextante / Gmt

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Mulher em Primeiro Lugar

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Descrição

O título Mulher em primeiro lugar parece feito sob medida para agradar às feministas de plantão. Parece, mas não é. O objetivo da autora, a americana Kathryn Sansone, 43 anos - mãe de 10 filhos, dona de casa, esposa dedicada e atleta nas horas vagas -, é chamar a atenção para o fato de que as mulheres precisam valorizar sua individualidade.

Kathryn acredita que, ao se dedicarem integralmente à maternidade, as mulheres acabam se sentindo estressadas e ressentidas. E esse sentimento mina seus esforços mais sinceros. 'O segredo é se manter atenta às próprias necessidades', afirma.

Neste livro, ela conta sua história e dá dicas práticas de como as mulheres podem retomar as atividades que lhes davam prazer antes de casar e ter filhos. Pode ser um hobby, o projeto daquele livro tão idealizado ou a prática de algum esporte - o importante é que cada uma descubra o caminho para o próprio coração e coloque em prática seus desejos.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575424308
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788575424308
Profundidade 0.00 cm
Acabamento Brochura
Ano da edição 2008
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 192
Peso 0.22 Kg
Largura 14.00 cm
AutorSansone,Kathryn

Leia um trecho

MULHER EM PRIMEIRO LUGAR Introdução Provavelmente, você escolheu este livro porque está querendo alguns conselhos. Talvez tenha tido uma manhã difícil com as crianças – quem sabe, antes mesmo de tomar seu café, já estava gritando com alguém. Ou foi a pilha de roupa que não pára de crescer, a sensação de que seu marido está insatisfeito (embora não admita) ou a sobrecarga de preocupações por não conseguir dar conta de todas as tarefas – sem mencionar que, ainda por cima, você gostaria de fazer tudo bem-feito. Afinal, é de sua família que estamos falando: seus filhos, seu marido, sua casa. Sei exatamente como você se sente. Seja bem-vinda ao clube. O fato de ter 10 filhos com idades que variam de oito meses a 18 anos, de morar numa casa organizada, de ter um casamento que me deixa realizada e de estar satisfeita com minha aparência não faz de mim uma pessoa especial. Pelo menos não aos meus olhos. Mas parece que isso é verdade para milhares de pessoas que leram minha história na revista de Oprah Winfrey ou que assistiram a minha entrevista em seu programa de TV. Uma verdadeira guinada Tudo começou quando decidi comemorar meu 40.º aniversário com três amigas, em Chicago, assistindo à gravação do programa de Oprah Winfrey. Sou sua fã há muito tempo e, para mim, não havia melhor maneira de festejar. Depois do programa, Oprah começou a perguntar ao público o que as pessoas faziam para se manter em forma (um de seus temas favoritos). Ergui a mão e disse que levantar peso foi a forma mais fácil e mais rápida que encontrei – e que continuava me exercitando, embora, na época, estivesse grávida de seis meses. Quando ela me perguntou quantos filhos eu tinha, respondi: “Oito e mais este que está a caminho.” Ela então perguntou como eu podia estar tão bem depois de ter tido oito filhos. Fiquei feliz em poder lhe contar qual era a minha rotina diária de exercícios. Poucas semanas depois, num sábado à tarde, eu desfrutava um pouco de paz e tranqüilidade enquanto as crianças estavam brincando no quintal, quando o telefone tocou. Do outro lado, uma voz animada: “Kathryn? Aqui é do programa da Oprah Winfrey.” “Ah... Pare com isso”, respondi, rindo, achando que era brincadeira de um dos meus filhos. Afinal, eu tinha voltado de Chicago mais impressionada que nunca com Oprah. Mas não era brincadeira. Era um dos produtores de sua equipe me convidando para participar de um programa sobre fitness. Poucas semanas depois, Oprah me apresentava como uma mãe ocupadíssima que conseguia se manter em forma com exercícios de levantamento de peso. Depois disso, o editor da revista da apresentadora entrou em contato comigo. Queria saber se eu estava interessada em dar uma entrevista para o número especial do Dia das Mães. Claro que estava! Oprah então apareceu em minha casa. Assim que pôs os pés fora do carro, ela pegou minha filha de 3 anos no colo e logo estava perfeitamente adaptada ao caos habitual da nossa casa. Depois do almoço, fomos ao porão mostrar-lhe nossa área de lazer, um espaço equipado com uma cesta de basquete, um gol de hóquei e outros apetrechos para esportes praticados em locais fechados. Oprah jogou basquete com os meninos até ficar sem fôlego e, então, meus filhos puseram música e todos, inclusive ela, começaram a dançar. Foi uma surpresa: como alguém famoso como Oprah podia ser tão normal? Sua autenticidade e seu amor pela vida eram tão evidentes que me tornei uma fã ainda mais ardorosa. Ela passou praticamente o dia todo conosco. Observou como eu organizava a casa, como alimentava meu pequeno exército de crianças e como chegava ao fim dia com um sorriso no rosto, pronta para receber meu marido para jantar. Depois de esmiuçar os aspectos práticos de minha vida, Oprah me convidou para uma conversa mais íntima. Queria me conhecer melhor, descobrir minha motivação interior. De tanto ela me chamar de mãe-modelo, comecei a achar que talvez fosse uma boa idéia divulgar para um número maior de mulheres as dicas práticas que têm me ajudado ao longo desses anos. Na verdade, essa conversa me inspirou a escrever este livro. O meu “momento Oprah” me levou a refletir sobre o que tornava minha vida leve e feliz — não apesar de eu ter 10 filhos, dois cachorros, um marido e uma casa para cuidar, mas principalmente por causa desses fatores. Compreendi que há três verdades essenciais que me mantêm equilibrada quando a vida entra em ritmo acelerado, satisfeita quando tudo está correndo bem e tranqüila quando algo ameaça abalar meu espírito. A perfeição não existe Em primeiro lugar, não sou uma supermãe. Sei que não sou perfeita; na verdade, nem tento ser. Como qualquer outra mãe, fico cansada, mal-humorada e irritada. Há dias em que pareço ter a paciência de um santo, mas em outros perco inteiramente a calma e grito com meus filhos. Às vezes, dou até umas palmadas. Mas acredito que isso faz parte do dia-a-dia de uma família. Podemos discutir e brigar, mas, no fim do dia, olhamos uns para os outros e percebemos que nos amamos. Sou feliz, Jim é feliz e meus filhos são felizes. Somos uma equipe. Estamos juntos nesta viagem pela vida e temos nos saído muito bem. Cuidando de si mesma Nesses últimos 18 anos, aprendi a me valorizar como pessoa, não apenas como esposa e mãe. Percebi que se abrisse mão de minha individualidade as duas outras facetas (mãe e esposa) sofreriam. Muitas mulheres pensam de modo diferente. Acham que se dedicando apenas à maternidade serão automaticamente consideradas boas mulheres e esposas. Nada mais distante da verdade... Quando você se entrega demais à maternidade, é provável que acabe ficando estressada e ressentida. E essa sensação mina seus esforços mais sinceros. Você pode nem saber por que está se sentindo assim e tentar compensar isso devotando-se a atividades altruístas, mas logo estará novamente infeliz pela simples razão de que não dedica a si mesma o respeito e a atenção que merece. Uma mulher deve estar atenta a si mesma e às suas necessidades para poder atender às necessidades de sua família. Nãosinta culpa por se cuidar. Isso ajuda você a ter um melhor desempenho na tarefa de cuidar dos outros. Preocupe-se, em primeiro lugar, com você mesma – para o bem de todos, inclusive o seu. Tranqüilidade espiritual A verdade é que uma mulher satisfeita, à vontade com ela mesma, por mais atarefada que seja, precisa estar conectada à sua essência espiritual. Não importa se essa conexão se dá pela religião, pela família, pela atividade física ou por qualquer outra coisa – o fato é que toda mulher precisa de um lugar onde possa se abrigar quando sua alma está pedindo para ser alimentada. Creio que a espiritualidade é esse ponto de apoio. É para lá que nos dirigimos quando queremos ouvir a verdade. Sou privilegiada por ter crescido com uma forte noção da presença de Deus, o que me ajuda a enfrentar as dificuldades cotidianas. Mas, se você não teve essa formação, não se preocupe. Este livro vai lhe mostrar diversas maneiras de encontrar a serenidade. São atitudes simples como pedir ajuda, restabelecer contato com a família, retomar um velho hobby ou mergulhar na paz de espírito proporcionada pela prática da ioga. Isso é algo que você deve a si mesma: descobrir o caminho para chegar ao seu próprio coração. Acredito que toda mulher, independentemente da quantidade de papéis que desempenhe, não apenas tem o poder de controlar a própria vida, mas também a habilidade inata de dar conta de tudo com naturalidade e alegria. As lições que aprendi Normalmente, quando as pessoas me encontram pela primeira vez em reuniões sociais, na escola das crianças, ou mesmo no supermercado, pedem conselhos, perguntam como consigo dar conta da filharada que não pára de crescer e ainda me manter mentalmente equilibrada e em forma. “Você faz tudo parecer tão fácil”, dizem. “Qual é o segredo?” Quando respondo que não há nada de secreto ou especial na maneira que escolhi para conduzir minha vida e minhas relações pessoais, a maioria fica decepcionada. Acho que pensam na vida que levam e imaginam que devo tomar uma pílula mágica todas as manhãs. Quando meu primeiro filho nasceu, há 18 anos, eu não sabia como resolver nenhuma das dificuldades com as quais estava me deparando. Uma simples ida ao supermercado ocupava metade do meu dia. Se, por acaso, visse outra mãe fazendo compras com cinco filhos a tiracolo, pensava: “Como é que ela consegue?” Voltava para casa desanimada, mas, ao mesmo tempo, determinada a resolver todos os meus problemas enquanto o bebê estivesse dormindo. Tentava limpar a casa, cortar a grama e preparar o jantar na maior correria. Não era de espantar que, à noite, estivesse exausta e malhumorada, sem energia para dedicar ao meu filho e muito menos ao meu marido. As coisas não podiam continuar daquele jeito. À medida que os outros filhos vieram, fui ficando mais ágil. Notei que, se estabelecesse algumas prioridades, podia fazer bem mais do que ir ao supermercado. Reservar um tempo para mim, por exemplo. Quanto mais me abastecia emocionalmente, mais ficava disponível para a família. Comecei, então, a criar intervalos para malhar, ligar para uma amiga, ir à manicure ou planejar uma saída com meu marido. Gosto de ficar com meus filhos, mas o fato de estar fazendo alguma coisa para mim mesma me deixa revigorada e renovada. Graças a isso, não só me tornei muito mais eficiente, como passei a me sentir muito mais realizada. Peço ajuda sempre que preciso (o que acontece com freqüência) e não me sinto culpada por recorrer a meu marido, a uma babá, a uma amiga ou a um parente. Sei que estou fazendo o melhor que posso. Aliás, como a maioria de nós. Um passo de cada vez Este livro é o resultado de minha experiência, mas também se deve à sabedoria que adquiri de meus principais modelos, meus pais. E, desde que conheci Jim, dos pais dele também. É ainda a conseqüência da descoberta do ponto de equilíbrio entre minha individualidade, minha família e meu casamento – e das idéias e dos sentimentos de outras mulheres com quem conversei e que me influenciaram. Decidi explorar cada uma dessas áreas e as inúmeras questões que surgem a partir delas. Por exemplo: “Quem é você?”, “Como você define a si mesma?”, “Você é capaz de dizer não?” ou “Sabia que as pequenas concessões evitam as tristezas, mas que as grandes só criam problemas?”. Não por acaso, o tema que permeia todo o livro é o que chamo de “sabedoria da vida real”. Ou seja, dicas práticas e reflexões que fortalecem o espírito e ajudam a enfrentar as tarefas cotidianas com eficiência: lavar roupa, preparar as refeições e dar banho nas crianças antes de pô-las na cama. Espero que os truques que me ajudaram a administrar uma casa com 10 crianças (algo que a maioria das pessoas considera uma missão impossível) sejam úteis para as outras mulheres. Que as ajude a perceber que a vida pode ser mais que o caos. Falo também das cartas de amor que escrevo para meus filhos, da relação que estabeleci com os professores deles e da necessidade de confiar em seus instintos. No capítulo sobre casamento, mostro como manter o clima de romance quando ambos estão exaustos e a vida parece uma montanha-russa. Pode haver tropeços, mas há também paisagens maravilhosas e muita alegria ao longo de todo o caminho. Eu me esforço para dar a meu marido atenção, amor e carinho. E faço questão de lembrá-lo sobre o que as crianças dizem a seu respeito e como o amam. Você sabia que há uma forma produtiva de discutir e que um simples brilho nos lábios faz um efeito fantástico? Tudo é relativo Às vezes, as coisas não correm exatamente como planejamos. As intenções podem ser as melhores possíveis, mas acontece algo inesperado e vira tudo de cabeça para baixo. Ou, então, você está seguindo à risca as recomendações que lhe fizeram e, ainda assim, nada parece funcionar. É o caso de como punir ou premiar um filho. Eu tive que mudar de tática no que se refere aos castigos. A idéia de mandar as crianças para o quarto quando elas fazem algo errado pode funcionar em alguns casos, mas meus filhos pareciam gostar do tempo que passavam no quarto. Resolvi adotar uma estratégia mais eficaz: impor tarefas. Dessa forma, eles não apenas aprendem que o mau comportamento tem conseqüências, mas obtenho ajuda para tirar o lixo, esvaziar a lavadora de louça e arrumar a sala. Até mesmo uma criança de 3 anos pode desempenhar tarefas simples como varrer parte da casa. Este livro pretende servir de inspiração para todas as mulheres – mães solteiras, mulheres que trabalham fora, mães com um ou 12 filhos, com muito dinheiro ou só com o suficiente. O objetivo é que administrem a vida com menos estresse e que comecem e terminem o dia sentindo-se realizadas e com senso de humor. Pode parecer uma meta irreal, mas, acreditem, não é. Todas nós embarcamos em uma longa viagem e vamos aprendendo à medida que avançamos. Ao ler esta introdução, você deu o primeiro passo no processo de estender a mão e dar a si mesma o apoio de que precisa e que merece. Quando mais não seja, este livro vai mostrar que você não está sozinha.

Avaliações

Avaliação geral: 5

Você está revisando: Mulher em Primeiro Lugar

AdrianaRibeiro recomendou este produto.
04/12/2013

Livro Perfeito Para Salvar um Casamento

Realmente o livro aborda situações que as mulheres não percebem onde pecam no casamento. Tudo bem que o casamento é entre duas pessoas, mas o livro traz situações em que a mulher consegue tirar um tempo para si, cuidar dos filhos, da casa e ainda consegue trazer o marido para suas decisões de salvar o casamento. Tudo sem conversa a dois, apenas com simples atitudes que, quando feitas em conjunto, ajudam a tornar a vida mais gratificante.
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