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Navegação de Cabotagem - Apontamentos Para Um Livro de Memórias Que Jamais Escreverei (Cód: 4055272)

Amado, Jorge

Companhia Das Letras

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Navegação de Cabotagem - Apontamentos Para Um Livro de Memórias Que Jamais Escreverei

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Descrição

Uma bebedeira com Pablo Neruda, uma reunião política com Picasso, uma visita ao bordel ou ao terreiro de candomblé com Carybé ou Dorival Caymmi, os últimos dias de Glauber Rocha, o pedido de casamento de Miúcha feito em nome de João Gilberto — dezenas de cenas como essas são evocadas com ternura e humor por Jorge Amado, que escreveu “Navegação de cabotagem” (1992) às vésperas de completar oitenta anos. Com a serenidade e a sabedoria de quem viveu as maravilhas e os horrores do século XX, o escritor passa em revista momentos marcantes da sua vida, das paixões de juventude à glória literária mundial, da militância política apaixonada à desilusão com o sonho comunista, transformado em pesadelo totalitário. O exílio, as amizades, os amores, o aprendizado da cultura popular nas fazendas de cacau, nos prostíbulos e nos terreiros de candomblé, tudo isso se mistura nestas páginas vibrantes de humanidade. Este livro pode ser lido como uma sucessão de vívidas cenas de um filme ao mesmo tempo épico, lírico e cômico. Revendo com franqueza e fina autoironia sua trajetória de êxitos e tropeços, de acertos e equívocos, com Navegação de cabotagem, Jorge Amado insere a si próprio, por fim, na sua rica galeria de personagens inesquecíveis.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Companhia Das Letras
Cód. Barras 9788535920772
Altura 23.60 cm
I.S.B.N. 9788535920772
Profundidade 4.20 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Peso 1.11 Kg
Largura 16.10 cm
AutorAmado, Jorge

Leia um trecho

João Gilberto ao telefone, aflito: — Jorginho, recebi uma convocação do juiz para estar em São Paulo na quinta-feira, não posso ir, tenho programa de rádio, preciso de um advogado que me represente. Você que conhece todo mundo em São Paulo me arranje um, que seja bom. Durante apresentação na capital paulista, Joãozinho desentendeu-se com um colega, rebentou o violão na cabeça do fulano, corre processo na justiça, o cantor da bossa nova não sabe para onde se virar. Prometo cuidar do assunto, ligo para Luiz Coelho em São Paulo, além de escritor de bons livros policiais, o único no Brasil, não sei de outro, Luiz é advogado de banca prestigiosa e boa-praça. Conto-lhe das peripécias de Joãozinho com o violão e de suas agonias jurídicas, no outro lado do interurbano Luiz escuta, ao cabo e ao fim responde: — Estou a par, mas infelizmente não vou poder representar o João Gilberto. Vou te dar o nome de três colegas, todos os três de primeira ordem, qualquer deles ficará feliz de cuidar do caso — fornece nomes, endereços, telefones, horários: praça boníssima, amigo prestimoso, Luiz Coelho. Resta-me uma pergunta e a faço: — Tu não podes por quê? Vais viajar? — Não, nada disso. É que sou o advogado da outra parte.

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