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Noitadas - Crônicas, Devaneios e Reflexões (Cód: 3530105)

Porto Klanovicz,Jorge Mauricio

Age

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Descrição

O jovem Marx confiava, desde sua vida pré-revolucionária como editor da Gazeta Renana, que a imprensa livre expressava a realidade do povo e firmava uma opinião pública social independente das formas e controles burocráticos. Ela conferia uma dimensão democrática e universalizadora aos assuntos cotidianos. Noitadas não se afasta do exercício dessa vocação crítica e esclarecedora na qual acreditavam os jovens hegelianos de outrora e a boa imprensa até hoje. Não por acaso o autor assinala preferir Marx a qualquer outro, assim como qualquer revista à obscurantista Veja.
O leitor pode abrir este livro em qualquer página. Mas não passar indiferente de uma página a outra, coisa que o estilo altamente criativo do autor não permitirá tão facilmente. E sendo o leitor um pouco mais atento, notará que tais textos não se resumem a um aglomerado de crônicas independentes. Que graça, afinal, teria a própria literatura se dela não fosse possível extrair alguns sentidos? E um dos sentidos deste livro é uma leitura dialética não moralista da realidade. Justamente as suas crônicas mais irreverentes, de argumentação menos formal, mas plenamente viva, é que melhor revelam isso.
São emblemáticos, nesse sentido, os textos sobre Tim Maia, Carla Bruni e mesmo sobre o tabagismo, numa inteligente alusão a Marilyn Monroe. Eles confluem para a crítica certeira, inspirada em 1968, de que a geração atual não peca pelos excessos, mas pela pobreza cultural de suas faltas. Jorge Mauricio Klanovicz, sempre por criativas associações, fala do drama da insustentável tristeza do ser e dos tempos nos quais os músculos se desenvolvem e a mente se atrofia. García Márquez, Kundera, Borges, Saramago, Che, Sepé e Fidel são heróis inspiradores das noites estreladas que este muito jovem e promissor escritor cambiou pelos dias.
Cabe compreender o significado profundo da afirmação de que desconhecer Niemeyer é somente um sintoma da cultura presente, assim como Hegel descreveu a consciência infeliz como aquela que tomou ciência de sua cisão, mas ainda não domina os meios para superá-la. Uma esquerda moralista não é dialética, porque coloca o dever ser no lugar anterior da necessária compreensão radical do ser. Assim, não consegue lidar direito com uma ética das verdades, nem com o exercício negativo da crítica libertadora. É por isso que figuras como ver os conflitos como globais, enunciar “viver sem interrupção”, preferir “navegar” em vez de “surfar”, podem ilustrar com coerência, nestas páginas literárias, a recusa do “conforto do esquecimento” e “a luta pela manutenção de algumas utopias”.
Paulo Denisar Fraga, filósofo e professor da Universidade Federal de Alfenas (MG)

Características

Peso 0.20 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Age
I.S.B.N. 9788574975245
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 0.80 cm
Número de Páginas 128
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788574975245
Número da edição 1
Ano da edição 2011
AutorPorto Klanovicz,Jorge Mauricio