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Noite de Tempestade (Cód: 4873637)

Sandford,John

Arqueiro

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Descrição

Numa noite quente em Minnesota, o investigador Virgil Flowers está na cama com uma de suas ex-mulheres quando recebe uma ligação do chefe.



Um corpo foi encontrado em Stillwater e tudo leva a crer que se trata de mais uma vítima de uma série de assassinatos. Para evitar que o número de mortos aumente, Virgil precisa agir o quanto antes.



Ao chegar à cena do crime, ele fica intrigado: o assassino se dera o trabalho de enfiar um limão na boca do morto. Logo o investigador descobre que pelotões vietnamitas faziam isso com seus prisioneiros para que eles não falassem durante a execução.



Seguindo essa pista, Virgil vai atrás da solução para esse mistério. Quanto mais é pressionado, mais se envolve na investigação e precisa expandir sua rede de contatos. Ele vai contar com a ajuda de Mead Sinclair, um radical professor pró-Vietnã, e de Mai, sua atraente filha, mais interessada no detetive do que no caso.



Com sua escrita ágil e empolgante e personagens surpreendentes, John Sandford prende o leitor como poucos autores sabem fazer.

Características

Peso 0.34 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Arqueiro
I.S.B.N. 9788580411379
Altura 23.00 cm
Largura 16.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 272
Idioma Português
Acabamento Brochura
Tradutor Calado, Alves
Cód. Barras 9788580411379
Número da edição 1
Ano da edição 2013
País de Origem Brasil
AutorSandford,John

Leia um trecho

1

Chegara o turno da meia-noite: era hora de o Atirador trabalhar.
Ele corria pela noite usando uma roupa impermeável de náilon cor de carvão e tênis pretos, com uma faixa reflexiva verde por cima dos ombros, que lembrava uma bandoleira. A faixa sinalizava sua presença para os carros que passavam; não havia nada de furtivo ali, ninguém tentando esconder coisa alguma...
Ele corria no seu próprio ritmo, com cuidado. A velha calçada, provavelmente construída nas primeiras décadas do século XX, estava rachada e oscilava sob os seus pés. Um passo em falso poderia deixá-lo com uma luxação ou coisa pior. Isso não era nada bom para um homem que carregava no bolso uma pistola com silenciador.
A noite estava quente, nublada e úmida. Raios tremeluziam bem longe, ao norte: uma tempestade passava a quinze quilômetros dali. Não haveria alívio para o calor, pelo menos por enquanto. Ele corria em meio ao perfume das flores de verão, invisíveis no escuro, casas belas e bem cuidadas, com adornos vitorianos nas fachadas, cercas vivas e botões de flores pálidos à fraca luz ambiente.
Ele estava em Stillwater, Minnesota. Na ribanceira acima do centro da cidade, sob a qual corre o rio St. Croix. Algum tempo atrás, havia tantas igrejas na Rua 3 que os moradores a apelidaram de “Rua das Igrejas”. Hoje, as que permaneciam apontavam seus campanários para o céu noturno como se fossem pára-raios medievais, esforçando-se para afastar o mal causado pelos homens.

O Atirador passou pelos tijolos vermelhos do histórico prédio do tribunal, vigiado pela estátua de bronze de um soldado de infantaria da Guerra Civil, sempre acompanhado da sua espingarda com baioneta e de uma placa explicativa. Parou perto de uma cerca viva, atrás de um tronco de árvore. Curvou-se apoiando as mãos nos joelhos, como se estivesse recuperando o fôlego ou alongando as pernas. Olhou ao redor.
– Vamos lá – disse baixinho.
Escuridão e silêncio. Ele parecia esperar por algo, mas nada aconteceu. Depois de checar o perímetro mais uma vez, arrancou a faixa reflexiva e a enfiou no bolso. Ao fazer isso, sumiu na noite.
Do outro lado do tribunal, na descida da ladeira, uma espiral de metal iluminada por refletores se projetava de um parque minúsculo. Paredes de granito com três metros de altura escoravam a sua base. Placas de bronze estavam fixadas nessas paredes, cada uma com os nomes dos jovens locais que não haviam voltado das guerras travadas desde que Stillwater fora construída. Uma placa em branco já estava reservada para os nomes dos soldados das guerras do Iraque e do Afeganistão.
Sorrateiramente, o Atirador atravessou a rua, até chegar bem perto do memorial. Os refletores luminosos tornavam as sombras a seu redor ainda mais escuras. Ele desapareceu numa delas, como uma gota de nanquim caindo num depósito de carvão. Antes, porém, puxou a manga do agasalho para cima e verificou o mostrador luminoso do seu relógio.
Se Sanderson seguisse sua rotina (ou a de seu cachorro, pelo menos), estaria caminhando pelo lado oeste da Rua 3 nos próximos dez minutos. O cachorro era um pastor-alemão grande. Ele sentia pena do animal.

Chuck Utecht tinha sido o primeiro homem da lista. Era um sujeito escorregadio, cujas entranhas escorreram para fora como o conteúdo de um ovo que se partiu. Havia entregado três nomes. Com facilidade.
– Só fiz uma coisa ruim na vida – lamentou ele. – Desde então, tento compensar.
Sua última palavra foi “desculpe”. Não pelo que tinha feito, mas porque sabia o que viria a seguir e molhara as calças.
 O Sentinela só conseguira extrair uma parte das informações do homem, que aceitara a própria execução, parecendo acreditar que merecia aquilo. Eles não estavam num lugar adequado para usar alicates, facas, cordas, eletricidade ou afogamento. Tudo o que o Sentinela tinha era a ameaça da morte, e Utecht havia fechado os olhos e começado a murmurar uma prece. O Sentinela viu a resignação; olhou para o Atirador e assentiu.
No meio da oração, o Atirador deu dois tiros na nuca do homem.
Agora ele esperava Sanderson e o cachorro. Eles precisavam de mais dois nomes.
O Sentinela cochichou para o Atirador:
– Ele está vindo.