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Nonô Descobre o Espelho (Cód: 1978517)

Torero, José Roberto; Aurelius, Marcus

Objetiva

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Descrição

Em cada obra conhecemos fatos históricos contados por crianças. Nesse volume, depois de ser capturado por inimigos desconhecidos, Nonô atravessa o oceano a bordo de um navio negreiro e vem parar no Brasil. Aqui ele é comprado, vive aventuras incríveis, é quase devorado por formigas e nos conta sua história fabulível. Fabulível é a mistura de fabulosa e incrível; essa é só mais uma das muitas palavras que Nonô adora inventar.
No Brasil, trabalhando como escravo, Nonô leva um susto com a nova vida que seus donos o obrigam a levar. Descobre que os homens podem ser muito cruéis, mas usa sua astúcia e vivacidade para enfrentar os problemas e as tristezas.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Objetiva
Cód. Barras 9788573028409
Altura 18.00 cm
I.S.B.N. 9788573028409
Profundidade 0.70 cm
Acabamento Brochura
Ano da edição 2007
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 128
Peso 0.44 Kg
Largura 14.00 cm
AutorTorero, José Roberto; Aurelius, Marcus

Leia um trecho

A história deste livro começa quando estávamos visitando uma fazenda de café bem antiga, nos arredores de Parati. Vimos uma casa bem comprida e decidimos ver o que havia lá dentro. Então um de nós (preferimos não dizer qual) se distraiu e deu uma baita cabeçada numa placa. Póim! Essa placa estava pendurada na entrada da casa. Havia até umas letras escritas na tal placa, mas elas estavam apagadas. A única coisa que dava para ler era: “_S_OL_ DA FA_ _ _DA DAS _ORES.” Nós entramos na casa e vimos uns barris de madeira muito velhos. Aí, olhando para aquelas antiguidades, nós pensamos: “Caramba, que belas traves eles não dariam!” Pegamos os barris e fomos lá para fora. Porém, quando um de nós (preferimos não dizer qual) deu o primeiro chute, a bola bateu justo no barril e pôu. Mas isso não foi o pior. O pior foi que o barril caiu e se despedaçou todo. Ele devia ser muito velho mesmo. Começamos a catar os restos do barril para escondê-los em algum lugar. Só então percebemos que havia umas folhas de papel enroladas ali dentro. Um disse que elas deviam ser um mapa do tesouro. O outro, que eram uma propaganda de cerveja. Nós dois erramos. Aqueles papéis tinham mais de cem anos. Neles estava escrita a história que vocês vão ler agora. Ela é a autobiografia de Nonô, um menino que atravessou o oceano, quase foi comido por formigas e encontrou uma coisa fabulível. Não fizemos nenhum exame científico nesses papéis e os livros de história não confirmam se esse Nonô realmente existiu. Assim sendo, não podemos dizer com certeza que as páginas que encontramos são verdadeiras. Mas também não podemos afirmar que sejam falsas. Mesmo porque, se forem verdadeiras, as coisas que contam podem ser mentiras; e, mesmo que sejam falsas, pode ser que revelem algumas verdades. Aliás, nós mesmos podemos estar mentindo ao dizer que encontramos este livro dentro de um barril. Vai ver nós o escrevemos em casa, apenas consultando dicionários, enciclopédias e a Internet. Às vezes é difícil perceber a diferença entre a mentira e a verdade, não é verdade? I QUE VEM ANTES DO COMINI´CIO Meu nome é Nonô. Quer dizer, todo mundo me chama de Nonô, mas na verdade meu nome é Nonôxi. Nonôxi quer dizer “estrela” na língua da aldeia onde eu nasci. É engraçado como as pessoas gostam de tirar um pedaço dos nomes das outras: — José perde o “jo” e vira “Zé”; — Joaquim perde o “joa” e vira “Quim”; — Ubiratã perde o “u” e o “tã” e vira “Bira”; — Benedita perde o “dita” e vira “Benê”, se bem que às vezes perde o “bene” e vira “Dita”; — Luíza perde o “íza” e vira “Lu”; — e eu perdi o “xi” e virei “Nonô”.

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