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O Código da Vinci (Cód: 149433)

Brown, Dan

Arqueiro

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Descrição

Um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton. Momentos antes de morrer, Saunière consegue deixar uma mensagem cifrada na cena do crime que apenas sua neta, a criptógrafa francesa Sophie Neveu, e Robert Langdon, um famoso simbologista de Harvard, podem desvendar. Os dois transformam-se em suspeitos e em detetives enquanto percorrem as ruas de Paris e de Londres tentando decifrar um intricado quebra-cabeças que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica.
Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental - da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal. Mesclando com perfeição os ingredientes de uma envolvente história de suspense com informações sobre obras de arte, documentos e rituais secretos, Dan Brown consagrou-se como um dos autores mais brilhantes da atualidade. 'O Código Da Vinci' prende o leitor da primeira à última página.

Características

Peso 0.66 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Arqueiro
I.S.B.N. 8575421131
Altura 23.00 cm
Largura 16.00 cm
Profundidade 2.20 cm
Número de Páginas 432
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788575421130
Número da edição 1
Ano da edição 2004
País de Origem Brasil
AutorBrown, Dan

Leia um trecho

FATOS O Priorado de Sião - sociedade secreta européia fundada em 1099 - existe de fato. Em 1975, a Biblioteca Nacional de Paris descobriu pergaminhos conhecidos como Os Dossiês Secretos, que identificavam inúmeros membros do Priorado de Sião, inclusive Sir Isaac Newton, Botticelli, Victor Hugo e Leonardo da Vinci. A prelazia do Vaticano conhecida como Opus Dei é uma organização católica profundamente conservadora, que vem sendo objeto de controvérsias recentes, devido a relatos de lavagem cerebral, coerção e uma prática perigosa conhecida como "mortificação corporal". A Opus Dei acabou de completar a construção de uma Sede Nacional em Nova York, ao custo de aproximadamente 47 milhões de dólares. Todas as descrições de obras de arte, arquitetura, documentos e rituais secretos neste romance correspondem rigorosamente à realidade. PRÓLOGO Museu do Louvre, Paris 22:46 O renomado curador Jacques Saunière percorreu cambaleante a arcada abobadada da Grande Galeria do museu. Lançou-se de encontro à pintura mais próxima que enxergou, um Caravaggio. Agarrando a moldura dourada, o homem de 66 anos puxou a obra-prima para si até despencar para trás, arrancando o quadro da parede e caindo de qualquer jeito por baixo da tela. Como havia previsto, um portão de ferro desceu, com grande estrondo, ali perto, lacrando a entrada do conjunto de salas do gabinete. O assoalho de parquê tremeu. Bem distante, um alarme começou a soar. O curador ficou ali deitado um instante, arquejante, avaliando a situação. Ainda estou vivo. Rastejando, saiu de baixo do quadro e esquadrinhou o ambiente cavernoso, procurando onde se esconder. Uma gélida voz soou, assustadoramente próxima. - Não se mexa. De quatro, o diretor paralisou-se, virando a cabeça devagar. A apenas cinco metros, diante do portão lacrado, a silhueta monstruosa de seu atacante espreitava-o por entre as barras de ferro. Era espadaúdo e alto, pele branca como a de um fantasma e cabelos também brancos e ralos. As íris eram rosadas, com pupilas vermelho-escuras. O albino sacou uma pistola do casaco e, passando o cano entre as barras, apontou-a diretamente para o diretor. - Não devia ter fugido. - O sotaque dele era indefinível. - Agora me diga onde está. - Eu já lhe disse - gaguejou o diretor, ajoelhado e indefeso no chão da galeria. - Não faço a menor idéia do que está falando! - Mentira sua. - O homem estava perfeitamente imóvel, a não ser pelo brilho de seus olhos fantasmagóricos, cravados em Saunière. - Você e sua fraternidade possuem uma coisa que não lhes pertence. O curador sentiu uma torrente de adrenalina na circulação. Como era possível que ele soubesse disso? - Esta noite ela voltará para as mãos dos guardiães corretos. Diga-me onde está escondida, que pouparei sua vida. - O homem ergueu a arma até a altura da cabeça do curador. - É um segredo pelo qual o senhor morreria? Saunière não conseguia respirar. O homem inclinou a cabeça, fazendo mira. Saunière levantou as mãos. - Espere - disse, devagar. - Vou lhe contar o que precisa saber. - O curador pronunciou as palavras seguintes com imenso cuidado. Havia ensaiado várias vezes a mentira que contou... rezando a cada vez para jamais ser obrigado a utilizá-la. Quando o curador terminou de falar, o atacante sorriu, pretensioso. - Sim. Foi exatamente isso o que os outros me disseram. Saunière encolheu-se. Os outros? - Eu também os encontrei - disse o gigante, sarcástico. - Todos os três confirmaram o que acabou de me dizer. Não pode ser! A verdadeira identidade do curador, assim como as de seus três guardiães, era quase tão sagrada quanto o segredo antiqüíssimo que eles protegiam. Saunière agora percebia que seus guardiães, seguindo à risca os procedimentos, haviam contado a mesma mentira antes de morrerem. Fazia parte do protocolo. O atacante tornou a mirar. - Quando o senhor tiver morrido, eu serei o único a saber a verdade. A verdade. Em um instante, o curador percebeu o verdadeiro horror da situação. Se eu morrer, a verdade se perderá para sempre. Instintivamente, procurou se proteger, desajeitado. A arma explodiu, o diretor sentiu um calor escaldante quando a bala se alojou em seu estômago. Caiu para a frente... lutando contra a dor. Vagarosamente rolou de barriga para cima e lançou um olhar vidrado ao seu atacante, do outro lado das barras. O homem agora estava mirando direto a cabeça de Saunière. Saunière fechou os olhos, os pensamentos transformados em uma rodopiante tempestade de medo e arrependimento. O estalido de uma arma sem munição ecoou pelo corredor. Os olhos do diretor se abriram. O homem olhou de relance para a arma, parecendo quase achar graça. Pegou mais um pente, mas depois reconsiderou, olhando com um sorriso calmo para o sofrimento de Saunière. - Já cumpri meu dever aqui. O diretor olhou para baixo e viu o buraco de bala na camisa de linho branco, rodeado por um pequeno círculo de sangue alguns centímetros abaixo do esterno. Meu estômago. Quase cruelmente, a bala havia deixado de lhe atravessar o coração. Por ser veterano da Guerra da Argélia, o diretor havia presenciado mortes horrivelmente lentas antes. Durante 15 minutos, ele sobreviveria, enquanto os ácidos do estômago lhe penetravam a cavidade peitoral, envenenando-o lentamente por dentro. - A dor é boa, monsieur - disse o homem. Depois se foi. Sozinho, Jacques Saunière voltou outra vez o olhar para o portão de ferro. Estava preso, e as portas não se reabririam em menos de 20 minutos. Quando alguém conseguisse alcançá-lo, ele já estaria morto. Mesmo assim, o medo que agora o assaltava era muito maior do que o da sua morte. Preciso passar o segredo adiante. Oscilando, pôs-se de pé e lembrou-se dos três membros assassinados da Fraternidade. Pensou nas gerações que vieram antes deles... na missão que havia sido confiada a todos. Uma cadeia ininterrupta de conhecimento. De repente, agora, apesar de todas as precauções... apesar de todos os dispositivos à prova de falhas... Jacques Saunière era o único elo que restava, o único guardião de um dos mais poderosos segredos jamais guardados. Tremendo, obrigou-se a ficar de pé. Preciso encontrar uma maneira... Estava preso dentro da Grande Galeria, e só havia uma pessoa no mundo a quem ele podia passar o bastão. Saunière ergueu o olhar para as paredes de sua opulenta cela. As mais famosas telas do mundo pareciam sorrir para ele, como velhas amigas. Gemendo de dor, concentrou todas as suas faculdades e todas as suas forças. A fenomenal tarefa que tinha diante de si, sabia, iria exigir todos os segundos de vida que lhe restavam.