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O Deserto Dos Tártaros - Col. Saraiva de Bolso (Cód: 3710082)

Buzzati, Dino

Saraiva De Bolso

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O Deserto Dos Tártaros - Col. Saraiva de Bolso

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Descrição

“O deserto dos tártaros” (1940), obra-prima de Buzzati, conta a história de jovens oficiais que consomem toda a sua existência em uma solitária fortaleza de fronteira, esperando em vão o ataque dos tártaros. Mais do que isso, o livro retrata a angústia, a resignação e a solidão do homem, incapaz de escapar a seu próprio destino. O romance teve grande êxito de público e de crítica e foi traduzido em várias línguas.

Tradutor: Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade
Apresentação: Ugo Giorgetti

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Saraiva De Bolso
Cód. Barras 9788520929087
Altura 18.00 cm
Profundidade 2.00 cm
Acabamento Brochura
CONSUMÍVEL Não
Número da edição 1
Ano da edição 2011
Idioma Português
País de Origem Brasil
Ano da Publicação 1994
Peso 0.31 Kg
Largura 12.00 cm
AutorBuzzati, Dino

Avaliações

Avaliação geral: 5

Você está revisando: O Deserto Dos Tártaros - Col. Saraiva de Bolso

Ronaldo recomendou este produto.
23/01/2016

Excelente

De todos os livros que li esse foi o melhor. Me marcou profundamente.
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Andre recomendou este produto.
04/10/2013

Uma vacina que todo jovem deveria tomar aos vinte

Destino. Algumas mitologias em torno da figura o concebem como um andarilho, em um jardim, encapuzado, com as mãos sempre tateando um livro que carrega aberto, sem nunca se distrair. Inescapável? A dúvida persegue a humanidade há tempos e está na raiz de várias religiões, inclusive a judaico-cristã, cujo marco inicial é um ato de livre-arbítrio. O deserto dos Tártaros, de Dino Buzzati, é uma obra essencialmente sobre destino. 
O protagonista segue preso ao seu, aprisionado por correntes invisíveis, pois bastaria um, um único, reles e singelo ato de vontade para escapar. O autor brinca com o leitor, fazendo aparecer nos pensamentos do personagem o desejo de fazer, a dúvida, a hesitação – logo deixadas para trás. 
É um livro que trata do tédio e, portanto, perigoso para o autor: como fazer um livro sobre o tédio sem se tornar tedioso? Buzzati o consegue, de forma magistral, ao compor lentamente o cenário, que, no entanto, será sempre o mesmo. Os detalhes vão se acumulando, como sedimentos, completando o quadro que, desde o princípio, já está pintado. Feito conscientemente, pois, próximo ao final o autor brinca com isso, fazendo repetir cena quase que inicial.
O anti-herói incomoda tanto que nos pegamos desdenhando dele. Outra manifestação intencionalmente provocada pelo autor. De repente, ele passa a narrar o nosso desdém e nos pegamos ruborizados, como se o autor houvesse lido nossos íntimos pensamentos. Revela o domínio da forma e do conteúdo, conseguindo provocar em seus leitores exatamente o sentimento que deseja.
O final se afeiçoa cruel. Mas se resolve ambíguo, com um sabor de conquista em meio a um mar (ou melhor, um deserto) de derrotas. 
Ler o Deserto dos Tártaros é uma lição valiosa sobre a vida e o valor da vida. Sobre as escolhas e o valor das escolhas. Sobre destino e livre-arbítrio. Seria ótimo que todos pudessem lê-lo aos vinte anos. Tal como as vacinas, poderia produzir anticorpos interessantes, imunizando nossos jovens contra a terrível praga da mediocridade. 
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