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O Estilo Emocional do Cérebro (Cód: 4886592)

Davidson, Richard J.; Begley,Sharon

Sextante / Gmt

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Descrição

Você já se perguntou por que as pessoas reagem de maneiras tão diferentes às adversidades e às alegrias da vida? Por que algumas logo dão a volta por cima após sofrer uma grande perda, ao passo que outras entram em depressão? Já notou que tem amigos que comemoram cada pequena vitória, enquanto outros só sabem reclamar? Tudo isso está relacionado com “O Estilo Emocional do Cérebro”. Após mais de 30 anos de pesquisas, o neurocientista Richard J. Davidson resolveu se dedicar ao estudo pioneiro dos mecanismos misteriosos que estão por trás das emoções e examinar o modo como elas influenciam as funções cerebrais. Davidson descobriu que cada estilo emocional é formado por seis dimensões básicas – resiliência, atitude, intuição social, autopercepção, sensibilidade ao contexto e atenção – e que a identidade emocional única é determinada pela combinação dessas dimensões em maior ou menor grau. Por meio de experimentos com monges budistas, ele constatou que, a longo prazo, a meditação tem o poder de alterar padrões de atividades cerebrais prejudiciais e de fortalecer a empatia, a compaixão, o otimismo e a sensação de bem-estar, estimulando qualidades mentais positivas. Neste livro, o autor apresenta um novo modelo do cérebro emocional que pode mudar o tratamento de doenças como o autismo e a depressão. Também mostra de que maneira você pode ficar mais ciente de seu estilo emocional – seja para se aceitar como de fato é, seja para se transformar – e como lidar melhor com as pessoas com quem você convive.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575428986
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788575428986
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Diego Alfaro
Número da edição 1
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 288
Peso 0.44 Kg
Largura 16.00 cm
AutorDavidson, Richard J.; Begley,Sharon

Leia um trecho

Cada cérebro é um cérebro Se você acredita na maioria dos livros de autoajuda, artigos de psicologia pop e terapeutas da televisão, provavelmente imagina que as pessoas respondam aos eventos significativos da vida de forma bastante previsível. Segundo os “especialistas”, em geral somos afetados de forma semelhante por determinadas experiências – existe um processo de luto pelo qual todos passam, uma sequência de eventos que ocorre quando nos apaixonamos, uma maneira tradicional de respondermos a uma rejeição amorosa, além de modos bastante padronizados de como quase toda pessoa normal reage ao nascimento de um filho, à falta de reconhecimento no emprego, a uma carga de trabalho insuportável, às dificuldades de criar adolescentes e às mudanças inevitáveis que surgem com o envelhecimento. Esses mesmos especialistas recomendam, confiantes, vários passos para retomarmos nosso equilíbrio emocional: quer tenhamos sofrido reveses profissionais ou amorosos, pedem que nos tornemos mais (ou menos) sensíveis, que lidemos com a ansiedade de forma mais serena e que, de modo geral, nos transformemos no tipo de pessoa que gostaríamos de ser. No entanto, meus mais de 30 anos de pesquisa mostraram que essas suposições são ainda menos válidas no âmbito das emoções que no da medicina. No caso da medicina, os cientistas estão descobrindo que o DNA das pessoas afeta o modo como elas respondem a certos medicamentos (entre outras coisas), o que prenuncia uma era de medicina personalizada na qual os tratamentos que um paciente recebe para determinada doença poderão ser diferentes dos que outro receberá para a mesma enfermidade – e a razão fundamental disso é que os genes de duas pessoas nunca são idênticos. Por exemplo: a dose de varfarina1 – um remédio para afinar o sangue – que um paciente pode tomar com segurança para prevenir coágulos sanguíneos depende da velocidade com que seus genes metabolizam o medicamento. Quando estivermos tratando do modo como as pessoas reagem ao que a vida lhes traz e de como podem encontrar e estimular a capacidade de sentir alegria, estabelecer relações amorosas, suportar infortúnios e levar uma vida gratificante, a prescrição deverá ser igualmente personalizada. Nesse caso, a razão não está apenas nas diferenças em nosso DNA – ainda que, é claro, ele certamente influencie nossos traços emocionais –, mas também nas distinções entre nossos padrões de atividade cerebral. A medicina do futuro será guiada pelo código genético dos pacientes e a psicologia de hoje também pode ser moldada pela compreensão dos padrões de atividade cerebral que existem na base dos traços e estados emocionais que definem cada um de nós. Durante minha carreira de neurocientista, já vi milhares de pessoas com histórias de vida parecidas reagirem de formas drasticamente diferentes a um mesmo tipo de acontecimento. Por exemplo: algumas demonstram resiliência diante do estresse, enquanto outras desmoronam. Essas últimas se sentem ansiosas, deprimidas ou paralisadas quando deparam com adversidades. As pessoas resilientes, de alguma forma, conseguem suportar certas ocorrências estressantes e até se beneficiar delas, transformando as adversidades em vantagens. Esse é, resumidamente, o enigma que motivou minha pesquisa científica. Sempre quis saber o que determina o modo como alguém reage a um divórcio, à morte de um ente querido, à perda de um emprego ou a qualquer outro revés. Da mesma maneira, me interesso por aquilo que motiva a reação das pessoas quando têm um triunfo na carreira, conquistam a pessoa amada, percebem que um amigo faria de tudo para ajudá-las ou em qualquer ocasião em que se sintam felizes. Por que e como as pessoas diferem tão amplamente em suas respostas emocionais diante dos altos e baixos da vida? E como se processam essas respostas diferenciadas? A resposta que descobri com meu trabalho é que pessoas diferentes têm estilos emocionais distintos. Estilos emocionais são constelações de reações e estratégias emocionais que diferem segundo o tipo, a intensidade e a duração. Cada pessoa tem uma impressão digital e um semblante único. Da mesma forma, cada um de nós tem um perfil emocional único, que faz parte de quem somos a ponto de aqueles que nos conhecem conseguirem prever como reagiremos a determinada dificuldade emocional. Meu estilo emocional, por exemplo, é bastante otimista e animado.

Avaliações

Avaliação geral: 5

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Fabiano recomendou este produto.
16/10/2016

Excelente abordagem

Uma abordagem profunda e embasada em decadas de estudos e experiencias do autor com a colaboração de diversos especialistas de areas variadas.
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