Frete Grátis
  • Google Plus

O Filho-presente (Cód: 2599147)

Keita,Kabouna

Bertrand Brasil

Ooops! Este produto não está mais a venda.
Mas não se preocupe, temos uma versão atualizada para você.

Ooopss! Este produto está fora de linha, mas temos outras opções para você.
Veja nossas sugestões abaixo!

R$ 62,90 R$ 33,10 (-47%)
Cartão Saraiva R$ 31,45 (-5%) em até 1x no cartão

Crédito:
Boleto:
Cartão Saraiva:

Total: R$0,00

Em até 1x sem juros de R$ 0,00


O Filho-presente

R$33,10

Quer comprar em uma loja física? Veja a disponibilidade deste produto
?

Entregas internacionais: Consulte prazos e valores de entrega para regiões fora do Brasil na página do Carrinho.

ou receba na loja com frete grátis

X
Formas de envio Custo Entrega estimada

* Válido para compras efetuadas em dias úteis até às 15:00, horário de Brasília, com cartão de crédito e aprovadas na primeira tentativa.

X Consulte as lojas participantes

Saraiva MegaStore Shopping Eldorado Av. Rebouças, 3970 - 1º piso - Pinheiros CEP: 05402-600 - São Paulo - SP

Descrição

A vida de um menino africano que, recém-nascido, foi dado de presente pela mãe a outra mulher e se tornou um respeitado educador na Europa
O filho-presente é um relato autobiográfico onde a emoção está entranhada em cada página. O leitor é levado a acompanhar de perto os desafios, as metas e um modo de vida muito peculiar apresentado com riqueza de detalhes por Kabouna Keita. O autor, nascido no Mali, foi dado por sua mãe a uma mulher - uma das co-esposas do avô de Keita - que não podia ter filhos. Mais importante que isso, no entanto, é o fato de que essa mulher, chamada Boli, tanto amou e acreditou no menino que se tornou a responsável por transformar uma criança em um homem que lutou e conquistou seus sonhos.
A luta de Kabouna Keita começou cedo. Com apenas 5 anos, precisou encontrar uma maneira de ganhar dinheiro para comprar remédios e salvar a vida de Boli. No princípio catava e revendia latas de conserva que encontra no lixo. Quando o lucro diminuiu, passou a coletar também garrafas de vidro. Então, com apenas 8 anos, foi obrigado a conviver com as feridas proporcionadas por esses materiais, a lidar com a desconfiança da população e a resistir à força das tempestades que em minutos formavam rios no meio das ruas e o carregavam em suas corredeiras.
Mas Kabouna é obstinado. Seguindo seu caminho, torna-se entregador, aprende a ler e escrever, descobre que do outro lado do oceano também há vida... uma vida pela qual se apaixona. Em seu destino errante, aos 19 anos parte para os Estados Unidos, onde continua a sobreviver com pequenos serviços, seja lavando louça no Harlem ou trabalhando como bóia-fria na Califórnia. Cinco anos depois, volta à sua terra natal com algum dinheiro no bolso e, claro, mil planos na cabeça. Consegue finalmente montar seu próprio negócio e se casar com a mulher de sua vida. O tempo mostra que não foi só Boli que recebeu um grande presente.
Kabouna, porém, não consegue fincar raízes em um só lugar, pois se acostumou a seguir sempre em frente - e desta vez seu destino será a França. Que desafios encontrará neste novo destino? O filho-presente se revela um testemunho e um incentivador à superação e à coragem.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Bertrand Brasil
Cód. Barras 9788528613353
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788528613353
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Irene Ernest Dias
Número da edição 1
Ano da edição 2008
Idioma Português
Número de Páginas 384
Peso 0.44 Kg
Largura 14.00 cm
AutorKeita,Kabouna

Leia um trecho

"Ser estéril, no Mali, é uma vergonha. Há uma palavra para isso, boroge, palavra de que não gosto. Na verdade, eu a detesto. Minha mãe também a detestava. Não queria que falassem assim de Boli, pois Boli era muito importante para ela. Então, ela procurou um modo de lhe demonstrar seu amor e respeito. Minha mãe era rica de filhos - terá dezoito, quatro morrerão ao nascer ou ainda bebês. E o melhor modo que imaginou de afirmar a Boli que não, ela não era estéril, e que ninguém jamais na família a chamaria de boroge, foi dar uma de suas crianças àquela mulher que ela amava. Para ela, era algo natural, evidente. Era o mais lindo presente e a mais bela homenagem que podia lhe fazer." (p. 9-10) "Tem as grandes avenidas, as colunas de fumaça que sobem das tampas de esgoto, os semáforos de três cores suspensos no alto das ruas, as sirenes incessantes... Inclino a cabeça, viro para um lado, viro para o outro, me contorço, não sei mais o que fazer! E tem também todas essas pessoas andando rápido pelas calçadas. As pessoas, pois é... As que estão bem vestidas e saem das lojas com os braços cheios de sacolas. E as outras, caídas no chão ou agarradas às lixeiras. É estranho, elas me lembram os loucos de Bamako. Mas não, não é possível, isso não pode existir na América!" (p. 95-96)

Avaliações

Avaliação geral: 0

Você está revisando: O Filho-presente