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O Homem que Conhecia as Mulheres (Cód: 1392280)

Paiva, Marcelo Rubens

Objetiva

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Descrição

Com uma narrativa divertida e sexy, 'O Homem que Conhecia as Mulheres' convida os leitores a se perderem, ou se reconhecerem, nas curiosas criaturas que habitam a metrópole contemporânea. São personagens modernos, sexy, engraçados, e por vezes, trágicos, registrados na prosa lúbrica de Marcelo Rubens Paiva. Tem a Pingucinha (aquela garota enturmada, bonitinha, independente e com o fígado prestes a explodir), a Iogue (que faz cursos no Nirvana e tem um namorado viciado em metadona), a Beach Girl (que fuma um beque de vez em quando e namora um surfista que está na Austrália como pedreiro), e a Tarja (que vive à base de Rivotril e acha tudo uma derrota). São 30 perfis cruéis, engraçados, deliciosos na sua exatidão.
Os homens, claro, não ficam de fora desta exploração da espécie. Marcelo Rubens Paiva nos apresenta, por exemplo, Hugo, um sujeito que já nasceu inadequado; e constata que o solteiro mulherengo, no fundo, inveja os amigos casados. O livro traz ainda, em um texto pontilhado de humor, dois contos sobre a natureza da paixão e do desejo: as ciladas das relações de um homem rendido pelas mulheres – um amante em série –, e a saga kafkiana de um outro que acaba nos tribunais por conhecer profundamente o sexo oposto.
Para dar contorno às curiosas criaturas que formam esse caleidoscópio do caos é preciso não temer a aventura de explorar a alma humana. É preciso também ser um observador atento dos padrões de comportamento e das constantes armadilhas em que caem o bicho-homem e o bicho-mulher. Marcelo circula entre as feras com intimidade e as coloca em foco. Do contrário, seria fácil se perder em meio à rica fauna urbana. Ela desorienta, assusta e fascina.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Objetiva
Cód. Barras 9788573027877
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 8573027878
Profundidade 0.00 cm
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 160
Peso 0.44 Kg
Largura 14.00 cm
AutorPaiva, Marcelo Rubens

Leia um trecho

Entrevista: Marcelo Rubens Paiva 1 - O título do seu livro é sugestivo. Seria você o homem que conhece as mulheres? Há quem diga que essa coroa ninguém tira do Chico Buarque... O título é uma provocação, claro que ninguém conhece, nem elas. Eu tenho uma intuição forte com as mulheres e me identifico com elas, pois venho de uma família matriarcal, feminista. Gosto do tema. Gosto de provocar. Depois de Feliz Ano Velho descobri que a coisa que a mulher mais gosta é de um homem falando sobre elas. 2 - Na série stereotypes, você traça o perfil de várias mulheres. Da “pingucinha” à “neo-patricinha”, passando pela “tarja-preta”. O que elas teriam em comum? Que por trás das aparências há uma angústia profunda, uma vontade de dar certo, uma solidão existencial que não passa. Toda mulher acha que aquele problema é só dela. 3 - Uma das suas personagens “sempre chora quando passa roupa”. O choro, aliás, pode ser considerado quase uma patologia feminina. Você sabe responder por que as mulheres choram tanto? Mulher chora quando está feliz, triste, goza, não goza, quando nasce alguém ou morre, quando há um casamento ou um divórcio. Mulher é capaz de trair um cara quando está o amando. Chora porque tudo é intenso. 4 - Sua fama de namorador e sedutor irresistível já ultrapassou as fronteiras paulistanas. As personagens radiografadas no seu livro são inspiradas em mulheres reais que passaram pela sua vida? Isto é uma infâmia. Tenho 47 anos e namorei seis mulheres na vida. Sendo que com uma delas fiquei nove anos. Quanto às personagens, são invenções inspiradas em amigas ou amigas de amigos, ou ex, ou deslizes da minha imaginação. 5 – Homens sedutores costumam perder a conta das namoradas que tiveram. Você já perdeu a sua? Não. E sei o nome de todas e continuo amigo delas. 6 – Marcelo Rubens Paiva está casado, solteiro ou namorando? Passo. 7 - O galinha Marcos, jornalista charmoso e educado que protagoniza o conto O homem rendido pelas mulheres, é definido como um excelente sedutor, mas péssimo conhecedor delas. Já o personagem que dá título ao livro é um simples biscateiro, que já foi de motoboy a bedel de faculdade. Podemos concluir então que nível de cultura e quantidade de amantes não são fundamentais para um expert em mulheres? Sim, vem da observação e sensibilidade, não da escolaridade. Há teóricos da rotina humana que são pessoas simples. Minha empregada, semi-analfabeta, é uma. Se tivesse oportunidade, seria uma excelente psicanalista. Ou ministra. 8 - Uma das várias máximas do seu livro é: “Mulheres precisam de um homem que as faça rir”. Você concorda 100% com essa tese? Acha que o humor é mesmo o principal requisito de um sedutor? Sim, é o que acende a luzinha nas mulheres. Não é a barriga tanquinho, a beleza Gianechini, o cabelo alinhado, a calça Diesel. É o jeitão misterioso. Pessoas engraçadas e que não se levam a sério são misteriosas. 9 - Rodolfo, o biscateiro, diz que não vê motivo para tentar entender as mulheres. Outro personagem diz que é perda de tempo tentar fazer isso "porque, no dia seguinte, são outras..." Estaria aí a chave para lidar bem com elas? É, mulher te diz eu te amo de manhã, pede um tempo à tarde e volta pro ex à noite. 10 - O seu livro é ambientado na metrópole urbana, mundo bastante explorado por você, que é um notório boêmio e freqüentador dos melhores centros de azaração da noite paulistana. Neste grande “mercado erótico” contemporâneo, quando se trata de conquista e sedução, quem anda mais esperto, o homem ou a mulher? O mundo contemporâneo tem as mesmas regras de quando vivíamos em cavernas. O homem atiça, a mulher acata ou não. Mas é ela quem escolhe e sempre será. Li uma frase num blog uma vez de uma menina dizendo algo super esclarecedor: “Nós mulheres sabemos muito bem que somos nós quem escolhemos, e quando não queremos não rola.” 11 - Agora falando sério, você realmente acredita que é possível qualquer homem afirmar com segurança que conhece as mulheres? Devolvo a pergunta: existe alguém que “com segurança” conhece mesmo os homens? E elas também não se conhecem. Ninguém se conhece. A pior coisa é pedir conselhos às mulheres sobre como lidar com outra. Elas só dão conselhos furados.

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