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O Irã Sob o Chador (Cód: 3065280)

Camargos,Marcia; Carranca, Adriana

Globo Editora

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Descrição

Em 'O Irã Sob o Chador', as autoras revelam o caldeirão de contradições de uma nação enigmática, onde a cordialidade do povo resiste como valor num cotidiano de escassas liberdades individuais. Chador é um tipo de manto iraniano, usado para cobrir o corpo feminino da cabeça aos pés. Só o rosto fica à mostra. Parecido com o hábito das freiras católicas, o traje é obrigatório em mesquitas e outros lugares sagrados, e conta com a preferência das iranianas islâmicas do segmento mais conservador da sociedade. Assim como as formas de suas mulheres, o Irã apresenta-se ao olhar ocidental de maneira enigmática, oculto sob o espesso chador do nosso preconceito e desinformação acerca do Oriente Médio em geral e de cada país da região, em específico. Em viagens realizadas em momentos e circunstâncias diferentes, as jornalistas Adriana Carranca e Marcia Camargos tiveram a oportunidade de conhecer um país que não cabe na simplificação dos estereótipos. Muito longe de encontrar fanáticos religiosos hostis e minas terrestres a cada esquina, as autoras se depararam com cidades extremamente seguras para turistas, nas quais imperam a honestidade, a cordialidade e a gentileza nas relações. Em contrapartida, paira no ar a crescente insatisfação com o regime teocrático há três décadas no poder.
Concebido e escrito em parceria, 'O Irã Sob o Chador' é o resultado da descoberta comum de uma realidade singular, num dos raros lugares do mundo ainda resistentes aos efeitos da globalização. Um cenário de conflitos permanentes entre arcaico e moderno, religioso e secular, opressivo e libertário – e que tem tais contradições capturadas no Caderno de Fotos, que ilustra o livro.
No mesmo país onde mulheres e homens têm de se sentar em partes diferentes do ônibus, por exemplo, circulam táxis nos quais ambos os sexos compartilham o aperto do banco. Alguns desses veículos são, inclusive, dirigidos por mulheres: há até uma cooperativa de taxistas femininas, que tem como clientela tanto as iranianas conservadoras (que não aceitam viajar com homens) como as liberais (que, em companhia feminina, se sentem à vontade para usar roupas um pouco mais ousadas). Outro contraste verificado pelas autoras: o Twitter e o Facebook estão proibidos no país, o que não impede a existência de 1,4 milhão de usuários e 800 mil contas ativas dessas redes sociais, respectivamente – mesmo com a internet de banda larga restrita a hotéis e centros de convenção. Na China, onde há restrições semelhantes à comunicação virtual mas a população é vinte vezes maior do que a iraniana, o Twitter tem 409 mil perfis e o Facebook, ínfimas 14 mil contas ativas. Desnudando as camadas do chador que envolve o Irã, Adriana e Marcia revelam uma sociedade pulsante que, à revelia do poder constituído, impulsiona o país. Um lugar que produz uma das mais instigantes cinematografias do mundo, mas que não hesita em usar a censura prévia (ou mesmo a prisão) para intimidar seus cineastas. Uma sociedade de machismo opressivo, no seio da qual emergiu a ativista Shirin Ebadi, Prêmio Nobel da Paz em 2003. Um caldeirão fervilhante, no qual nacionalismo, juventude e desejo de mudança se mesclam ao deslumbramento com o mundo que está do lado de fora do chador, e que ficou mais próximo com a internet.

Características

Peso 0.31 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Globo Editora
I.S.B.N. 9788525048790
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 228
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788525048790
Número da edição 1
Ano da edição 2010
País de Origem Brasil
AutorCamargos,Marcia; Carranca, Adriana