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O Outro Lado Das Coisas - Contos - 2ª Ed. (Cód: 9930297)

Machado,Rejane

All Print

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O Outro Lado Das Coisas - Contos - 2ª Ed.

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Descrição

O Fazer Formal

A visita às Artes Plásticas, aos Concertos e Sinfonias – no fazer ficcional e suas técnicas – acaba, aqui, neste O ou¬tro lado das coisas, se tensionando com a própria condu¬ção do modo narrativo da A. Aqui e ali, ao longo do livro, a carga de plasticidade (intensos jogos visuais) – os recursos do Impressionismo literário.
Narrador onisciente, inclusive nas interferências interca¬ladas, até prescindindo do Discurso Indireto Livre, favore¬ce a caracterização de personagens, muitos deuteragonistas (mas não distantes dos proto). Tudo se completa (ambiência e gentes) através recursos do tempo retardado da narrativa, em minúcias, detalhes funcionais. Os desfechos, como em Cinco minutos (ou “as coisas não têm volta”) não se valem dos arremates, e o curioso: lacônicos, a exemplo da gra¬dação conclusiva do conto acima: Dois minutos depois, já vestido, feita a barba, verificou os documentos no bolso,
da rua.apanhou as chaves, bateu a porta e saiu para a claridade
Técnicas na justa medida, e adequação no raro dialogis¬mo ostensivo. Formalmente, livro muito bem solucionado.
Elaboração Conteudística
“Deixa estar, mãe, que quando eu crescer ele não vai mais te bater...” O início do conto O segundo dia, reprodu¬zindo o solidário apelo-consolo do menino diante da mãe sempre surrada pelo seu homem, bem repete o critério e a sensibilidade da A. diante dos personagens, dos dramas e perplexidades da vida. A narrativa, aqui como em tantas ou-tras, enfatiza fins trágicos (ou não) a morte como imagem iterativa.
Curioso é que se trata, em vários contos, de flagrantes do cotidiano, envolvidos por intensa laceração emotiva, tal fossem longas crônicas. Entanto, transcendendo, revelam¬-se problemáticas de preocupação com os contextos sociais, que sufocam o homem (cotas “para eles”). Exemplo níti¬do, intenso, de fiel retrato do dia-a-dia de casal humilde e desencontrado, vem à tona em Destino onde a mulher se desespera com os troca-troca do marido, sempre levando a pior com amigos e parceiros: a máquina de costura dela por um inútil e absurdo, faisão.
O conto-desfecho do livro, De volta, em sua alta carga de indefinição, pleno de expectativas, tangência as narrati¬vas estranhamente encantatórias, através “visões” da “fale¬cida”. De volta?
O poder da doçura é modelo, antológico, de narrativa evocativa-lírica, na bruma e nos sons que envolvem a per¬sonagem (em la. pessoa), e que a rejuvenescem, remetendo às lembranças de contemplações e ações que viveu com o amado, em meio a exercício, justo, de metalinguagem, na leitura de um livro, no esboço de análise do texto (técni¬ca do narrador, heranças barrocas) na imagem do “galante cavaleiro.”
Ainda em termos de personagens, Sortilégio expõe seu Nonô, o compadre Vicente, e uma galeria de personagens inesquecíveis (mais o cão). Todos em sua “vidinha boa”, interiorana, pungente.
A Autora em seus contos, fiel aos diversos títulos, na verdade conjuga o olhar ao cotidiano, inventários de memó¬ria, tropeços, sortilégio, a denúncia e cotas.
Enfim, a doçura de momentos líricos, a destinação, o momento certo dos desfechos, o (possível) retorno. O que veio antes: titulo (s) ou o todo narrativo? Não importa deci¬frar. Ideia-puxa-ideia. Talento configura. O outro lado das coisas?

Ivan Cavalcanti Proença

Características

Peso 0.19 Kg
Produto sob encomenda Não
Editora All Print
I.S.B.N. 9788541113489
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 152
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788541113489
Número da edição 2
Ano da edição 2017
AutorMachado,Rejane