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O Poder da Personalidade de Jesus (Cód: 5188571)

Baker,Mark W.

Sextante / Gmt

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Descrição

“O poder que gera vida através dos relacionamentos é o principal ingrediente da verdadeira felicidade, aquela que nos preenche e nos realiza. Jesus é o melhor modelo que já existiu para se viver em contato com Deus e com as pessoas. E ele oferece a todos sua amizade. Cabe a nós aceitá-la.”
Jesus foi o homem mais poderoso e influente que já existiu. Mas seu poder, no entanto, não residia em sua capacidade de dominar as pessoas, mas em sua habilidade de transformá-las por meio de seus gestos de generosidade e amor. É sobre essa forma de poder – o dom de inspirar, de gerar mudanças, de influenciar – que Mark Baker se debruça nesta obra. Com a experiência que adquiriu ao longo de seus quase 30 anos como terapeuta, ele mostra como o exemplo de Jesus pode nos ajudar a criar relações mais profundas e verdadeiras. Este livro se concentra no aspecto humano da vida de Cristo, na maneira como ele se relacionava com os outros e lidava com as situações. A partir do profundo conhecimento do autor sobre as histórias da Bíblia, ele nos ensina que seguir o comportamento de Jesus pode ser a chave para uma existência saudável, feliz e bem-sucedida. Ao vir para a Terra, o filho de Deus não queria dominar as pessoas. Sua meta era transformar seus corações. E com a força de seus princípios, suas atitudes e sua mensagem, ele deixou um legado que transformou a humanidade.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575429693
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788575429693
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Joel Macedo
Número da edição 1
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 176
Peso 0.22 Kg
Largura 14.00 cm
AutorBaker,Mark W.

Leia um trecho

As pessoas em geral se sentem poderosas quando estão no controle. Elas acreditam que para se ser realmente poderoso é preciso ser rico, famoso ou estar no topo de algum governo ou grupo empresarial. No mínimo, elas acham que ser poderoso significa ter força física para subjugar os outros. Quando a maioria das pessoas pensa em poder, elas o associam ao Super-Homem, ao Batman ou ao vilão de Guerra nas estrelas, Darth Vader. Há pouco tempo fiz contato com uma psicóloga que se especializou no tratamento de sobreviventes de traumas. As pessoas que ela ajuda passaram pela experiência de quase morte, sofreram abuso físico ou foram confrontadas com outras situações assustadoras. Em seu consultório, ela me mostrou como incentiva seus clientes a selecionar, entre centenas de pequenas figuras que ela coloca ao redor da sala, as que representam as histórias que eles desejam contar mas têm dificuldade de colocar em palavras. As imagens são organizadas sobre prateleiras com base no significado que possuem. São figuras de pessoas, lugares e personagens facilmente identificáveis de filmes ou histórias em quadrinhos. Olhei em volta e fiquei surpreso ao ver o Super-Homem, o Batman e o Darth Vader juntos em um grupo de figuras, enquanto Jesus estava meio escondido em um canto, bastante solitário. Quando perguntei à minha colega por que o Super-Homem e Darth Vader foram colocados juntos, e Jesus em outro lugar, ela respondeu: “Ah... porque o Super-Homem e o Darth Vader representam poder, e Jesus é apenas uma figura pacífica.” Tem certeza?, pensei comigo mesmo. Então é isso que a maioria das pessoas pensa sobre o poder? Super-heróis com força bruta ou alguma habilidade extraordinária são considerados os verdadeiros poderosos. Não importa quais sejam as suas intenções ou os seus atos. Para a grande maioria das pessoas, poder é a capacidade de dominar os outros. Jesus não fez isso, logo, para elas, ele não é poderoso. Jesus é pacífico. Poderoso é Darth Vader. Eis o que quase todos acham. Eu concordo com a minha colega: estar no controle é uma forma de ser poderoso. De fato, Jesus demonstrou esse poder com os milagres que realizou, mas ele sempre desconfiava das pessoas que o seguiam apenas pelos milagres.1 Ele sabia que existiam outras formas de poder e que a sede de domínio impedia as pessoas de descobri-las. Muita gente que procura ajuda em terapia acredita que precisa de mais controle para resolver seus problemas. Elas pensam, “Se eu fosse mais forte, isso não teria acontecido comigo”, ou “Eu preciso parar de reclamar e de ficar remoendo o passado”. Essas pessoas acham que expressar sentimentos dolorosos é sinal de fraqueza e que ser capaz de controlar esses sentimentos é demonstração de força. Mas a solução para os seus problemas não é um controle maior. Há um modo mais poderoso de viver. As diferentes formas de poder A ideia de que Darth Vader é poderoso e Jesus é manso vem do fato de as pessoas não saberem que existe mais de um tipo de poder. A Bíblia começa narrando: “No princípio Deus criou os céus e a terra.” Deus iniciou a história da Bíblia com o seu poder de domínio físico supremo, que é a forma mais elementar de poder. Mas Deus não parou nisso: “Criou Deus o homem à sua imagem...” (Gênesis 1:27). Sua criação do mundo físico e de tudo o que há nele culminou com a criação da humanidade. Ao criar o mundo físico, Deus estabeleceu o poder do domínio, mas, com a entrada da humanidade na criação, uma nova forma de poder foi criada – a autoridade. Depois de criar o mundo inanimado, Deus criou os seres vivos para habitar nele. Primeiro, Ele criou outros animais, alguns deles com capacidade de pensar, sentir e com vários níveis de relacionamento. As formas mais avançadas desses animais podem até mesmo sonhar. Mas então Deus criou os humanos – os únicos animais sobre a terra que sabem que sonham. Ser criado à imagem de Deus significa que os seres humanos têm uma capacidade diferenciada de relacionamento.2 Deus criou a humanidade como macho e fêmea, estabelecendo os seres humanos fundamentalmente como seres que se relacionam, tal como Deus é também relação entre três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Ele nos criou com a capacidade exclusiva de termos um relacionamento de autoridade com Ele, no qual não nos sentíssemos controlados, mas seguros. Esse poder de autoridade acontece quando o poder se compromete com o bem-estar das pessoas que precisam dele. O ato final da criação de Deus foi soprar “o fôlego de vida” na humanidade, nos animando como seres espirituais para termos relacionamentos pessoais, tanto com Ele quanto uns com os outros. É nesse relacionamento que nos descobrimos completos e nos sentimos mais em casa. Controle é o poder de comandar, dominar, impedir ou fazer com que alguma coisa aconteça por meio da força. Mas autoridade é o poder para incluir, inspirar, transformar e soprar vida nos outros. Uma relação pessoal com alguém que tem autoridade pode nos dar orientação, coragem, motivação e, sobretudo, para os que procuram terapia, tornar-se um abrigo para suas dores.3 A maior parte das pessoas que me procuram em busca de ajuda não entende que há maneiras diferentes de poder.4 Elas tentam desesperadamente ter mais controle sobre suas vidas para resolver seus problemas. O que elas não percebem é que ter capacidade para controlar temporariamente a dor é diferente de receber poder para enfrentá-la. A capacidade de estar no controle serve para determinado propósito na vida, porém os seres humanos necessitam de um relacionamento pessoal com a autoridade para serem curados.

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