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O Vencedor Leva Tudo - A Corrida Chinesa Por Recursos e Seus Significados Para o Mundo (Cód: 4895714)

Dambisa Moyo

Objetiva

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Descrição

A mídia faz constantes alertas sobre a falta iminente de combustíveis fósseis, minerais, terra cultivável e água; e também sobre o Armagedom político que resultará em uma demanda global insaciável. Doutora pela Universidade de Oxford, com passagens pelo Banco Mundial e pelo Goldman Sachs, a renomada economista Dambisa Moyo – que, em 2009, figurou na lista das pessoas mais influentes do mundo da revista Time – esclarece em O vencedor leva tudo os erros de concepção e o alarde que cercam a escassez de recursos. Com uma análise do que realmente está em jogo na geopolítica internacional, Moyo examina o funcionamento dos mercados de commodities e as mudanças provocadas no equilíbrio sociopolítico internacional. A autora revela um cenário complexo por trás da demanda global por crescimento econômico e destaca o protagonismo global da China, cuja economia deve ultrapassar em tamanho a norte-americana em 2025. Nessa busca por recursos, a China está bem na frente. No livro, a economista examina seu impacto e suas profundas implicações. E questiona ainda quais serão os efeitos financeiros e humanos de tudo isso e em que medida esta dinâmica pode servir de combustível para um conflito em larga escala.

Características

Peso 0.41 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Objetiva
I.S.B.N. 9788539004805
Altura 23.00 cm
Largura 16.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 256
Idioma Português
Acabamento Brochura
Tradutor Leite, Cássio de Arantes
Cód. Barras 9788539004805
Número da edição 1
Ano da edição 2013
AutorDambisa Moyo

Leia um trecho

CAPÍTULO 1

Os motores da demanda mundial
por commodities

Para compreender os eventos dos próximos cinquenta anos, a pessoa deve, antes de mais nada e principalmente, compreender a escassez ambiental ou a “diminuição dos recursos naturais”. Assim escreveu Robert Kaplan, em 1994, em seu artigo intitulado “The Coming Anarchy: How Scarcity, Crime, Overpopulation, Tribalism, and Disease Are Rapi-dly Destroying the Social Fabric of Our Planet” (A anarquia iminente: como a escassez, o crime, a superpopulação, o tribalismo e as doenças estão destruindo rapidamente o tecido social de nosso planeta). Kaplan apresentou uma visão terrível do futuro, prevendo em detalhes vívidos e pormenorizados como a escassez global de recursos contribuiria para o estresse demográfico, ambiental e social no mundo todo. Aceitando ou não o cenário sombrio de Kaplan, está claro que, a fim de compreender a abordagem chinesa para assegurar os recursos globais, devemos situá-la no contexto mais amplo da demanda global por commodities. Em última instância, a oferta global de commodities também faz diferença (isso é discutido nos dois capítulos seguintes), mas este capítulo considera a dinâmica em evolução da demanda: por que as pressões da demanda global através do complexo de commodities — terra arável, água, energia e recursos minerais — estão para se acentuar, e como esses fatores de demanda vão exacerbar a escassez de recursos nas décadas vindouras. As crônicas malthusianas O artigo de Kaplan não foi o primeiro a identificar uma carência de recursos como o catalisador de um cataclismo global iminente. Já em 1798, Thomas Malthus, em seu “An Essay on the Principle of Population” (Ensaio sobre o princípio da população), argumentava que o crescimento populacional geralmente se expande em tempos e lugares de fartura, até que o tamanho da população relativamente aos recursos primários disponíveis cause tensões. Em essência, Malthus dizia, os limites sobre a disponibilidade de commodities são o que mantêm o crescimento populacional em suspenso. O relatório de 1972 do Clube de Roma, “The Limits to Growth” [Os limites do crescimento], baseia-se na teoria malthusiana para modelar o impacto de uma crescente população mundial contra a oferta de recursos finita (e em processo de diminuição). A conclusão do Clube: esse desequilíbrio entre a oferta e a demanda restringiria o crescimento econômico e poderia jogar grandes fatias da população global na pobreza. Quatro décadas mais tarde, os desequilíbrios de commodity continuam a passo acelerado. O crescimento exponencial da população mundial e a tecnologia que o acompanhou, ao longo dos últimos cinquenta anos, estabeleceram pressões sem precedentes na demanda por commodities de todos os tipos de recursos — desde comida e água (em si mesma um insumo dos alimentos) a energia e minerais (como, digamos, insumos de aquecimento e encanamentos para uma população global em rápida expansão). Mesmo há dez anos, poucos poderiam antever que tantos de nós portaríamos dispositivos tecnológicos pessoais ou prever a parcela em rápido crescimento da população global dispondo de veículo próprio, e, no entanto, ambas as coisas representam uma tremenda tensão sobre os recursos minerais finitos. Na verdade, a economia mundial tem sido amplamente desafogada pelos avanços tecnológicos que geraram ganhos de produtividade, maior eficiência e melhor utilização de recursos. Mas, se adiaram nosso dia do acerto de contas, está longe de ser uma certeza que continuarão a fazê-lo para sempre. Conforme os avanços para incrementar a oferta de recursos ficam estagnados, e a demanda mundial por commodities dispara, um retrato mais assustador está emergindo, no qual os recursos de que dependemos hoje — muitos deles não renováveis — se esgotarão a ponto de desaparecer ou serão tão pobremente atendidos que sua oferta e sua demanda possivelmente nunca se equilibrarão. Porém, como já sublinhamos ao longo deste capítulo, a China parece ser o único país que está se preparando para essa eventualidade de maneira sustentável e deliberadamente construtiva, fazendo amigos pelo planeta e sistemática e continuamente investindo em todo o complexo de commodities.