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Oráculo de Luna (Cód: 2537410)

Lenoir, Frederic

Suma De Letras

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Descrição

No século XVI, Giovanni, um camponês italiano, apaixona-se por Elena, uma desconhecida de beleza deslumbrante, sem saber que ela é bisneta do homem mais poderoso de Veneza. Antes de percorrer o mundo atrás de sua amada, o rapaz um tanto rude torna-se discípulo de um sábio recluso, que lhe ensina astrologia, filosofia e a arte de manejar armas.
Um dia, o velho homem recebe a visita de soldados do papa, que pedem a ele para ler nos astros o futuro da Igreja. Após noites de trabalho, ele encarrega seu jovem aluno de levar ao santo padre o resultado de seus estudos, reunido em um precioso pergaminho. Dividido entre sua missão e a lembrança da bela moça desconhecida, Giovanni embarca rumo a Veneza. Ele não vê a hora de rever Elena. Deve ele alcançar Roma ou ir em busca da mulher amada? O destino fará a escolha.
Em 'O Oráculo de Luna' , Frédéric Lenoir arrasta seu herói por palácios e prisões, do monte Athos aos mares repletos de corsários em Argel, de Jerusalém ao gueto do Chipre, traçando um impressionante retrato de um século XVI assombrado por brigas religiosas e filosóficas.
Por todo lugar onde passa, Giovanni encontra misteriosos adversários que querem matá-lo. Todos parecem estar em seu encalço - muçulmanos, judeus, ricos, pobres e uma sociedade secreta de católicos que se opõem ao papa. O livro é ao mesmo tempo uma meditação sobre o destino e o livre-arbítrio, repleto de aventuras, que nos leva a palácios, prisões, monastérios e diversas paisagens mediterrâneas.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Suma De Letras
Cód. Barras 9788560280254
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788560280254
Profundidade 0.00 cm
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 440
Peso 0.44 Kg
Largura 16.00 cm
AutorLenoir, Frederic

Leia um trecho

O MEDO ESTAVA estampado no rosto dos aldeões. Agrupados a alguns passos da cabana, permaneciam imóveis, com os olhos presos no casebre. Gotas de suor brotavam das frontes enrugadas. E então, o velho Giorgio levantou o dedo e urrou: — Morte à feiticeira! — Morte à feiticeira! — repetiram em coro os vinte homens e mulheres que ousaram entrar na fl oresta, determinados a acabar com a maldição. Empunhando forcados e pás, avançaram contra a casa. A porta foi arrancada com o primeiro empurrão. Iluminado por um fraco raio de sol, o cômodo único entregou-se aos olhares esfogueados. Vazio. — Ela escapou — disse com desprezo a viúva Trapponi. — E não faz muito tempo — comentou um jovem raquítico, com o nariz metido no caldeirão suspenso acima de um leito de brasas. — Olhem, a lareira está acesa e a água, bem quente. — Não duvido que ela tenha se escondido nas moitas das redondezas. Vamos tirá-la de lá — continuou o velho Giorgio. Durante duas longas horas os aldeões revistaram a mata e sondaram o cume das árvores. Em vão. — A dona deve ter percebido alguma coisa e abandonou a toca — resmungou o ferreiro. — Que vá fazer suas diabruras em outro lugar! Em seguida, voltou para o casebre, soprou as brasas e espalhou-as na cabana de madeira. Ajudado por um caolho, quebrou a única mesa para alimentar as fagulhas que dançavam nos quatro cantos da sala. O caolho topou num obstáculo que o fez vacilar. — Oh, diabo! Uma argola! Há um alçapão debaixo da mesa! — berrou o camponês. Gritando e gesticulando, homens e mulheres se reuniram no cômodo. Pisotearam as chamas e se agruparam em torno do alçapão, olhando para a argola como se ela fosse abrir-lhes as portas do inferno. Porque, passado o primeiro momento de júbilo, o pavor vinha novamente congelar os sopros e umedecer as têmporas. O ferreiro preparou duas tochas. Sem uma palavra, fez sinal para que levantassem o alçapão. Um homem segurou a argola. No instante em que a porta de madeira virou, o ferreiro jogou uma tocha no buraco. Instintivamente todos recuaram. Nada aconteceu. Os mais afoitos se debruçaram sobre o vazio. Caída de uma altura menor que a de um homem na terra batida, a tocha iluminava os sete degraus de uma pequena escada de madeira. Não se distinguia nada mais. — Sai do buraco, malvada, se não quer acabar assada — lançou Giorgio num tom que queria dar a impressão de segurança, mas que traía uma angústia surda. Nenhuma resposta. — Vamos ter de ir lá — retomou o velho, parecendo muito mais indeciso. Ninguém se mexeu. — São todos uns poltrões — berrou a viúva Trapponi. — Se meu Emílio morreu, foi ela a culpada. Levantou as saias, agarrou a segunda tocha e se enfiou no esconderijo. Quando chegou embaixo, iluminou o fundo da cavidade. No minúsculo reduto, um corpo imóvel, coberto com um lençol, estava estendido num colchão rústico no chão úmido. A mulher se aproximou. Dominando o terror, deu um passo adiante e puxou o pano com um gesto seco. Abafou um grito, fez várias vezes o sinal-da-cruz e subiu precipitadamente. Com os olhos arregalados, agarrou-se à camisa do ferreiro. — É obra do diabo! — ela urrou.

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