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Orange Is The New Black (Cód: 7480112)

Kerman, Piper

Intrinseca

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Descrição

Quando era jovem, tudo o que Piper Kerman queria era viver novas experiências, conhecer pessoas diferentes e descobrir o que fazer com o diploma recém-adquirido da prestigiosa Smith College. Anos depois, com um bom emprego e prestes a se casar, ela recebe uma visita inesperada: a polícia. Piper estava sendo intimada para responder por envolvimento com o tráfico internacional de drogas.
A acusação era verdadeira: recém-formada, Piper teve um caso com uma traficante glamorosa que a convenceu a levar uma maleta de dinheiro para a Europa. Sua aventura pelo submundo do crime voltou à tona no dia em que a polícia bateu à porta dela. Depois de uma dolorosa odisseia pelo sistema judiciário americano, Piper é condenada a quinze meses de detenção numa penitenciária feminina no meio do nada — longe dos amigos, da família e de tudo o que ela conhecia.
Em 'Orange Is the New Black', Piper apresenta casos curiosos, perturbadores, comoventes e divertidos do dia a dia no presídio. Cercada de criminosas, logo percebe que aquelas mulheres são muito mais complexas do que ela imaginava. Ao mesmo tempo que aprende a conviver com regras arbitrárias e um rigoroso código de conduta, Piper revela as alegrias e angústias das presidiárias e analisa a crueldade com que o sistema carcerário as desumaniza e faz com que sejam invisíveis ao mundo exterior.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Intrinseca
Cód. Barras 9788580575255
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788580575255
Profundidade 1.50 cm
Tradutor Cláudio Figueiredo e Lourdes Sette
Número da edição 1
Ano da edição 2014
Idioma Português
Número de Páginas 304
Peso 0.41 Kg
Largura 16.00 cm
AutorKerman, Piper

Leia um trecho

CAPÍTULO 1 Você vai para onde eu vou? A área internacional de retirada de bagagem do aeroporto de Bruxelas era espaçosa e arejada, com diversas esteiras girando sem parar. Eu ia de uma a outra, tentando desesperadamente encontrar minha maleta preta. Como ela estava cheia de dinheiro do narcotráfico, eu estava mais preocupada do que seria o normal para alguém que perdeu a mala. Eu tinha 23 anos em 1993 e provavelmente parecia uma jovem profissional ansiosa como outra qualquer. Minhas botas Doc Martens tinham sido substituídas por elegantes sapatos de salto alto de camurça preta feitos à mão. Eu vestia calças pretas de seda e um casaco bege, uma jeune fille típica, nem um pouco de contracultura, a menos que você notasse a tatuagem em meu pescoço. Eu havia agido exatamente como me instruíram ao despachar minha mala de Chicago até Paris, onde precisei trocar de avião para pegar um voo curto para Bruxelas. Quando cheguei à Bélgica, procurei minha mala preta com rodinhas na área de retirada de bagagem. Ela não estava em lugar algum. Tentei reprimir uma onda de pânico e perguntei, em meu francês tosco de escola, o que havia acontecido com minha mala. — Às vezes, as malas não vão ao voo certo — disse um homem grande que trabalhava na área de bagagens. — Espere até o próximo voo de Paris, deve estar nele. Será que minha mala tinha sido detectada? Eu sabia que era ilegal trans-portar mais de 10 mil dólares sem declarar, e para piorar esse dinheiro era de um chefão do narcotráfico da África Ocidental. Será que as autoridades estavam à minha procura? E se eu tentasse passar pela alfândega e sair correndo? Ou talvez a mala realmente estivesse apenas atrasada, e eu estaria abandonando uma enorme quantia de dinheiro que pertencia a alguém capaz ordenar minha morte com um simples telefonema. Decidi que a última opção era ligeiramente mais aterrorizante. Então, esperei. O voo seguinte que vinha de Paris finalmente chegou. Caminhei hesitante até o funcionário “amigo”, que estava arrumando as malas. É difícil flertar quando se está apavorada. Identifiquei a mala. — Monmala! — exclamei em êxtase, agarrando a mala. Agradeci a ele efusivamente, acenei com afeição sorridente enquanto passava por uma das portas desguarnecidas que davam para o interior do terminal, onde vi meu amigo Billy me esperando. Nem percebi que não tinha passado pela alfândega. — Eu estava preocupado. O que aconteceu? — perguntou Billy. — Vamos pegar um táxi! — respondi, entre dentes. Só voltei a respirar quando já estávamos no meio de Bruxelas. Minha cerimônia de formatura na Smith College, no ano anterior, aconteceu em um dia perfeito de primavera na Nova Inglaterra. No pátio iluminado pelo sol, gaitas de fole tocavam e a governadora do Texas, Ann Richards, incitava toda a nossa turma a sair ao mundo e mostrar que tipo de mulheres éramos. Minha família estava orgulhosa e radiante quando recebi o diploma — meus pais recém-separados se comportavam muito bem, meus avós sulistas sérios estavam satisfeitos por ver a neta mais velha usando beca e cercada pela elite da sociedade, e meu irmãozinho estava extremamente entediado. Minhas colegas mais organizadas e objetivas seguiram para cursos de pós-graduação ou empregos iniciantes em entidades sem fins lucrativos, ou voltaram para casa — nada incomum durante as profundezas da primeira recessão do governo Bush. Eu, por outro lado, permaneci em Northampton, Massachusetts. Apesar do ceticismo de meu pai e meu avô, me formei em teatro. Venho de uma família que valoriza a instrução. Éramos um clã de doutores, advogados e professores, com um ou outro juiz, poeta ou enfermeira acrescentados à mistura. Após quatro anos de estudo, ainda me sentia uma diletante, despre- parada e desmotivada para a vida no teatro, mas também não tinha um plano alternativo para estudos acadêmicos, uma carreira importante ou o padrão — virar advogada. Eu não era preguiçosa. Durante a faculdade, sempre trabalhei bastante em restaurantes, bares e boates, conquistando o carinho de meus chefes e colegas de trabalho com muito suor, bom humor e disposição para fazer hora extra. Esses empregos e essas pessoas eram mais meu tipo de gente do que muitas que conheci na faculdade. Estava feliz por ter escolhido Smith, uma faculdade cheia de mulheres espertas e dinâmicas. Mas já não queria saber das expectativas das pessoas em relação às minhas origens. Eu havia me apertado dentro dos limites seguros de Smith, passei nas matérias raspando e agora ansiava por vivenciar, experimentar, investigar. Estava na hora de viver minha própria vida. Eu era uma jovem culta de Boston, sedenta de contracultura boêmia e sem qualquer plano específico. No entanto, não tinha ideia do que fazer com todo o meu anseio reprimido por aventura, nem de como usar de forma produtiva minha disposição para assumir riscos. Não tinha aptidão para a ciência e para a análise — o que eu valorizava era o artístico, o empenho e a emoção. Fui morar num apartamento com uma colega também formada em teatro e sua namorada artista doida e consegui um emprego de garçonete em um bar-cervejaria. Fiz amizade com os garçons, os barmen e os músicos, todos na mesma faixa etária e sempre vestidos de preto. Trabalhávamos, dávamos festas, nadávamos sem roupa, andávamos de trenó, trepávamos, às vezes nos apaixonávamos. Fazíamos tatuagens. Desfrutei de tudo que Northampton e as redondezas do vale Pioneer tinham para oferecer. Corri quilômetros e mais quilômetros em pistas rurais, aprendi a subir escadas íngremes carregando uma dúzia de canecas de cerveja, cedi a inúmeras tentações românticas com garotas e garotos apetitosos e fui à praia em Provincetown em meus dias de folga no meio da semana durante todo o verão e o outono. Quando o inverno chegou, comecei a ficar inquieta. As minhas amigas de faculdade me contavam sobre seus empregos e suas vidas em Nova York, Washington e São Francisco, e eu me perguntava que diabo estava fazendo. Sabia que não voltaria para Boston. Adorava minha família, mas queria evitar ao máximo as repercussões do divórcio de meus pais. Pensando em retrospecto, um bilhete da Eurorail ou trabalhos voluntários em Bangladesh teriam sido escolhas brilhantes, mas continuei parada no vale.

Avaliações

Avaliação geral: 5

Você está revisando: Orange Is The New Black

Narah recomendou este produto.
04/04/2016

Maravilhoso

Amo a série
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Jéssica recomendou este produto.
25/08/2015

Ótimo

Produto excelente, chegou antes do previsto.
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Clarizus recomendou este produto.
04/07/2014

<3

Ainda prefiro a serie,mesmo não sendo muito fiel ao livro, que é OTIMO,fill my heart<3
Esse comentário foi útil para você? Sim (19) / Não (7)
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