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Orgulho e Preconceito e Zumbis (Cód: 2872657)

Austen, Jane; Grahame-smith, Seth

Intrinseca

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Descrição

'É uma verdade universalmente aceita que um zumbi, uma vez de posse de um cérebro, necessita de mais cérebros.'

Assim começa 'Orgulho e preconceito e zumbis', uma releitura trash do popular romance de Jane Austen. A abertura dessa cultuadíssima versão de Seth Grahame-Smith para a obra do século XIX já destaca as surpresas geradas pela praga misteriosa que se abateu sobre os campos aristocráticos do Sul da Inglaterra, onde os defuntos estão retornando à vida e partem crânios de pessoas comuns para devorar seus miolos.
No romance clássico, a autora iniciava a saga das casadouras irmãs Bennet com o aviso:'É uma verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro, possuidor de uma grande fortuna, deve estar em busca de uma esposa.' Agora, porém, no tranquilo vilarejo de Meryton, nossa heroína, a guerreira Elizabeth Bennet, treinada nos rigores das artes marciais, está determinada a eliminar a ameaça zumbi. Até que sua atenção seja desviada pela chegada do altivo e arrogante Sr. Darcy. Ela conseguirá superar os preconceitos sociais dos grandes aristocratas ingleses, tão ciosos e orgulhosos de seus privilégios?
Grahame-Smith transfigura as famosas passagens do texto de Jane Austen numa deliciosa comédia de costumes. Além dos embates civilizados e repletos de cortesia entre o casal de protagonistas, inclui batalhas violentas, em confrontos cheios de sangue e ossos quebrados. Conjugando amor, emoção e lutas de espada com canibalismo e milhares de cadáveres em decomposição, 'Orgulho e preconceito e zumbis' transforma uma obra-prima da literatura mundial em outra história que você realmente terá vontade de ler. Para a versão cinematográfica, foi confirmada como produtora e estrela, a atriz Natalie Portman.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Intrinseca
Cód. Barras 9788598078748
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788598078748
Profundidade 0.00 cm
Ano da edição 2010
Idioma Português
Número de Páginas 320
Peso 0.50 Kg
Largura 14.00 cm
AutorAusten, Jane; Grahame-smith, Seth

Leia um trecho

Alguns poucos convidados, que desafortunadamente estavam próximos demais das janelas, foram agarrados e imediata mente devorados. Capítulo 1 É uma verdade universalmente aceita que um zumbi, uma vez de posse de um cérebro, necessita de mais cérebros. E nunca tal verdade foi mais inquestionável do que durante os recentes ataques ocorridos em Netherfield Park, nos quais os dezoito moradores de uma propriedade foram chacinados e consumidos por uma horda de mortos-vivos. — Meu caro Sr. Bennet — disse-lhe certo dia sua esposa —, já soube que Netherfield Park foi alugada novamente? O Sr. Bennet respondeu que não havia tomado conhecimento disso, e continuou absorto em suas tarefas matinais, que consistiam em afiar adagas e limpar mosquetes — já que os ataques dos não mencionáveis vinham aumentando de forma alarmante nas últimas semanas. — Pois foi — replicou ela. O Sr. Bennet não comentou. — E não quer saber quem se mudou para lá? — disse em voz estridente sua mulher, perdendo a paciência. — Mulher, estou cuidando dos meus mosquetes. Diga as asneiras que quiser, mas me deixe tratar da defesa de minha propriedade! Tal resposta foi como um convite a prosseguir, o que bastou para a Sra. Bennet. — Ora, muito bem, meu caro marido. A Sra. Long contou que Netherfield foi alugada por um jovem de grande fortuna; que ele conseguiu escapar de Londres numa charrete de quatro cavalos tão logo a estranha praga rompeu a linha de defesa de Manchester. — Como ele se chama? — Bingley. Um jovem solteiro com quatro ou cinco mil de renda por ano. Que beleza para nossas meninas. — Como assim? Será que ele pode treiná-las no manejo da espada e do mosquete? — Como você pode ser tão maçante? É claro que sabe que estou me referindo a ele se casar com uma delas. — Um casamento? Em tempos como os que vivemos? Certamente o Sr. Bingley não tem tal intenção. — Intenção? Ridículo! Como pode dizer uma coisa dessas? É muito provável que ele se apaixone por uma delas. Portanto, você deve visitá-lo tão logo ele chegue. — Não vejo razão para isso. Além do mais, não devemos utilizar as estradas mais do que o absolutamente necessário, sob o risco de perdermos mais cavalos e veículos para o infeliz flagelo que tem atormentado tanto nosso bem-amado Hertfordshire ultimamente. — Mas pense em suas filhas! — É nelas que penso, mulher tola! Preferiria imensamente que estivessem com a mente concentrada nas artes mortais a toldada por sonhos com matrimônio e fortuna, como obviamente acontece com você! Vá visitar esse Bingley, se acha que deve, embora eu a advirta para o fato de que nenhuma de nossas filhas tem muito o que as recomende; são tolas e ignorantes como a mãe delas, à exceção de Lizzy, que, mais do que as irmãs, desenvolveu aquele instinto matador. — Sr. Bennet! Como pode insultar suas próprias filhas dessa maneira? Você se delicia em me envergonhar. Não tem nenhuma compaixão pelos meus pobres nervos. — Interpreta-me mal, minha cara. Nutro intenso respeito por seus nervos. São meus velhos conhecidos. Pelo menos nestes últimos vinte anos é praticamente tudo sobre o que tenho ouvido falar. O Sr. Bennet era um misto tão peculiar de perspicácia, humor sarcástico, reserva e autodisciplina que a convivência de 23 anos havia sido insuficiente para que a esposa lhe entendesse o temperamento. Já a mente dela apresentava menos dificuldades à compreensão. Tratava-se de uma mulher de escassa inteligência, pouca instrução e gênio instável. Quando estava insatisfeita com algo, fazia-se de doente dos nervos. Quando estava de fato nervosa — o que era seu estado constante, desde o primeiro surto da estranha praga, ainda em sua juventude —, só obtinha consolo apegando-se a tradições que agora pareciam supérfluas para os demais. O Sr. Bennet dedicava sua própria existência a manter as filhas vivas. A Sra. Bennet, a lhes conseguir casamento. Capí tulo 2 O Sr. Bennet foi uma das primeiras pessoas a visitar o Sr. Bingley. Aliás, visitá-lo sempre fora sua intenção, apesar de, até o último momento, garantir à esposa que não deveria fazê-lo; assim, até o final da tarde após a visita, ela ainda não tomara conhecimento do ocorrido. E tudo foi revelado da maneira que se segue. Observando sua segunda filha empenhada em entalhar o brasão dos Bennet no punho de uma espada nova, ele subitamente se dirigiu a ela, dizendo: — Espero que o Sr. Bingley aprecie isso, Lizzy. — Não estamos em condições de saber do que o Sr. Bingley gosta — disse a mãe da moça em voz ressentida —, uma vez que não chegaremos a visitá-lo. — Ora, mamãe — replicou Elizabeth —, você esquece que iremos encontrá-lo no próximo baile. A Sra. Bennet não se dignou a responder, mas, incapaz de se conter, começou a repreender uma das filhas: — Pelo amor de Deus, Kitty! Pare de tossir desse jeito. Soa como se você tivesse sido contaminada. — Mãe! Que coisa pavorosa de se dizer, com tantos zumbis nas redondezas — retrucou Kitty, perturbada. — Quando será esse seu próximo baile, Lizzy? — De amanhã a quinze dias. — Ah, sim, precisamente — gritou a mãe. — E será impossível apresentar o Sr. Bingley a minhas filhas, já que eu própria não fui apresentada a ele. Ah, desejaria jamais ter escutado o nome Bingley! — Lamento ouvir isso — disse o Sr. Bennet. — Se já o soubesse esta manhã, certamente não teria ido visitá-lo. Que infelicidade. Mas o fato é que fui visitá-lo, e agora não há como escapar às apresentações. O espanto das mulheres era exatamente o efeito que ele desejava causar; e o da Sra. Bennet superou o de todas as demais. No entanto, quando o primeiro frêmito de alegria passou, ela se apressou a declarar que era exatamente isso o que esperava. — Que bondade de sua parte, meu caro Sr. Bennet! Mas eu sabia que acabaria por persuadi-lo. Sabia que ama suas filhas de tal modo que não negligenciaria a necessidade de travar relações com esse senhor. Ora, estou muito contente, e que brincadeira fez de tudo isso, saindo logo cedo, pela manhã, sem dizer nada até agora. — Não confunda minha indulgência com qualquer relaxamento de nossa disciplina — disse o Sr. Bennet. — As meninas devem continuar seu treinamento, com ou sem Bingley. — Claro, claro — apressou-se a assentir a Sra. Bennet. — Elas devem se tornar mais letais do que nu nca. — Agora, Kitty, pode tossir à vontade — caçoou o Sr. Bennet; deixando o aposento enfastiado com os excessos da esposa. — Que pai magnífico têm vocês, meninas — disse ela quando a porta se fechou. — Alegrias como essa são cada vez mais raras desde que o bom Deus decidiu fechar os portais do Inferno e condenar os mortos a vagar entre nós. Lydia, minha adorada, apesar de você ser a mais jovem, ouso dizer que o Sr. Bingley dançará com você no baile. — Oh! — exclamou Lydia, deslumbrada. — Isso não me amedronta. Embora seja a mais jovem, sou a mais experiente na arte de atrair o sexo oposto. Mãe e filhas passaram o restante da noite em conjeturas sobre quão brevemente o Sr. Bingley haveria de retribuir a visita do Sr. Bennet e tentando decidir quando já seria apropriado convidá-lo para jantar. Capí tulo 3 Entretanto, nem mesmo todas as perguntas que a Sra. Bennet, com a ajuda de suas cinco filhas, conseguiu fazer sobre o assunto foram o suficiente para extrair do marido uma descrição satisfatória do Sr. Bingley. Elas o assediaram de várias maneiras — com perguntas diretas, engenhosas conjeturas e suposições vagas; mas ele sempre as ludibriava, e, por fim, elas foram forçadas a se contentar com a informação de segunda mão da vizinha, a Sra. Lucas. Seu relatório foi extremamente favorável. A Sra. Lucas ficara encantada com ele. Bingley era bastante jovem, muitíssimo bonito e, para coroar tudo, pretendia comparecer ao baile acompanhado de um grande grupo. Nada poderia ser mais adorável. — Se ao menos eu puder ver uma de minhas filhas instalada em Netherfield — disse a Sra. Bennet ao marido — e todas as demais igualmente bem casadas, nada mais terei a desejar. — E se eu puder ver todas as cinco sobreviverem às atuais dificuldades pelas quais passa a Inglaterra, também nada mais desejarei — replicou ele. Poucos dias depois o Sr. Bingley retribuiu a visita do Sr. Bennet. Os dois ficaram conversando na biblioteca por cerca de dez minutos. Ele havia alimentado esperanças de lhe concederem ver, ainda que rapidamente, as jovens, de cuja beleza e sobre cujas habilidades marciais tanto lhe haviam falado; no entanto, pôde avistar-se apenas com o pai. Já as moças tiveram sorte algo melhor, pois gozavam da vantagem de observá-lo de uma janela no andar de cima e viram que ele trajava um casaco azul, montava um cavalo preto e portava uma carabina francesa atravessada nas costas — uma arma um tanto exótica para um cavalheiro inglês. No entanto, pela maneira desajeitada como a portava, Elizabeth deduziu que ele tinha pouco treinamento em armas, bem como nas artes mortais como um todo. Um convite para jantar logo lhe foi enviado; e a Sra. Bennet já planejava os pratos do cardápio que deveriam enaltecer sua posição como responsável pelas lidas domésticas quando chegou a resposta, adiando o evento. O Sr. Bingley precisava estar em Londres no dia seguinte e, consequentemente, não poderia aceitar a honra daquele convite etc. A Sra. Bennet ficou assaz desconcertada. Não conseguia imaginar que tipo de obrigação ele poderia ter na cidade para retornar para lá tão pouco tempo depois de sua chegada a Hertfordshire. A Sra. Lucas serenou um pouco seus receios levantando a hipótese de que talvez ele estivesse indo a Londres para reunir um grupo grande de conhecidos para o baile; e logo chegou a notícia de que o Sr. Bingley deveria trazer 12 damas e sete cavalheiros com ele para a festa. As moças lamentaram um número tão grande de mulheres, mas ficaram aliviadas quando souberam que, em vez de doze, ele trouxera somente seis damas de Londres — suas cinco irmãs e uma prima. E quando o grupo chegou ao baile, consistia em somente cinco pessoas ao todo — o Sr. Bingley, duas irmãs, o marido da mais velha e outro jovem senhor. O Sr. Bingley era simpático e extremamente cortês. Tinha uma aparência atraente e maneiras amistosas e refinadas. Suas irmãs eram jovens distintas, com um ar decidido, embora diferente dos que têm bom treinamento em técnicas de combate. Seu cunhado, o Sr. Hurst, parecia nada mais do que um cavalheiro; já seu amigo, o Sr. Darcy, logo atraiu a atenção de todo o salão devido ao seu porte elegante, sua boa estatura, suas feições nobres, sua postura aristocrática — e a notícia, que circulou entre todos os presentes nem bem fazia cinco minutos de sua chegada, de que ele havia liquidado mais de mil não mencionáveis depois da queda de Cambridge. Os cavalheiros concordavam que ele tinha uma fina estampa de homem, enquanto as mulheres afirmavam que era mais bonito do que o Sr. Bingley, e ele passou a granjear grande admiração, até que seus modos provocaram tal desapontamento que reverteram sua maré de popularidade; isso porque descobriram que era orgulhoso em demasia, achava-se superior aos que o acompanhavam e nada agradava a ele. O Sr. Bingley em pouco tempo travou relações com as principais pessoas presentes no salão; era vivaz, expansivo, dançou todas as danças e ficou deveras aborrecido porque o baile terminou cedo demais, mencionando que também promoveria um baile, em Netherfield. E embora ele carecesse da habilidade do Sr. Darcy com a espada e o mosquete, tanta sociabilidade já se impunha por si. Que contraste! O Sr. Darcy era o homem mais orgulhoso e mais desagradável do mundo, e todos torciam para que jamais voltasse para lá. Entre os que mais violentamente o atacaram, estava a Sra. Bennet, cujo desagrado em relação às suas atitudes, de maneira geral, foi particularmente aguçado pelo fato de ele ter desdenhado de uma de suas filhas. Por causa da escassez de homens, Elizabeth Bennet fora obrigada a ficar sentada no curso de duas danças. Durante parte do tempo, o Sr. Darcy estivera próximo dela o bastante para que a moça entreouvisse uma conversa entre ele e o Sr. Bingley, que havia deixado a dança por alguns minutos para tentar pressionar seu amigo a aderir à diversão. — Ora, vamos, Darcy — disse ele. — Vou fazer você dançar de qualquer maneira. Odeio vê-lo aí parado com esse ar idiota. — Não o atenderei, por certo. Sabe que detesto dançar, a não ser que conheça bem minha parceira. Numa festa como esta, não o suportaria. Suas irmãs já estão dançando, e não há nenhuma outra moça aqui com quem dançar deixaria de representar uma punição para mim. — Mas por minha honra! — exclamou o Sr. Bingley. — Em toda a minha vida nunca vi tantas moças lindas reunidas como temos aqui esta noite. E entre elas há até mesmo algumas excepcionalmente belas. — Você está dançando com a única moça realmente bonita neste salão — disse o Sr. Darcy, examinando a mais velha das irmãs Bennet. — Ah, sim, ela é a mais linda criatura que já vi! Mas uma das irmãs dela, sentada justamente atrás de você, também é belíssima e, ousaria eu dizer, uma companhia muito agradável. — De quem está falando? — e, voltando-se, observou Elizabeth por alguns instantes, chegando mesmo a cruzar o olhar com ela, até que se retraiu e, gelidamente, disse: — É razoável, mas não chega a ser bonita o bastante para me tentar. Neste momento não estou com disposição para dar atenção a moças que são desprezadas pelos demais homens. Enquanto o Sr. Darcy se afastava, Elizabeth sentiu o sangue ferver. Nunca em sua vida fora tão insultada. O Código dos Guerreiros exigia que ela vingasse sua honra prontamente. Assim, Elizabeth abaixou-se e alcançou o tornozelo, tomando cuidado para não chamar a atenção. Então, sua mão encontrou a adaga oculta por baixo de seu vestido. Sua intenção era seguir aquele arrogante Sr. Darcy até o lado de fora e rasgar sua garganta. Mas, mal ela havia fechado os dedos em torno do cabo da adaga, um alarido de gritos encheu o salão, imediatamente seguido pelo estilhaçar de vidraças. Os não mencionáveis surgiram, invadindo o ambiente com seus movimentos desengonçados, embora ligeiros, e seus trajes fúnebres em farrapos. Alguns vestiam túnicas tão rasgadas que os deixavam escandalosamente expostos; outros tinham as vestes tão imundas que se poderia supor que fossem nada mais que lixo e sangue seco. Os corpos estavam em variados estados de putrefação; os que haviam falecido recentemente 1 4 apresentavam uma coloração levemente esverdeada e a pele flácida, enquanto os que já estavam mortos havia muito mostravam-se cinzentos e quebradiços — tendo seus olhos e língua há muito se transformado em poeira, enquanto seus lábios, repuxados para trás, formavam um eterno sorriso de caveira. Alguns poucos convidados, que desafortunadamente estavam muito perto das janelas, foram agarrados e imediatamente devorados. Quando Elizabeth se pôs de pé, de pronto percebeu que a Sra. Long lutava para se livrar das mandíbulas de duas pavorosas fêmeas que haviam se aferrado à cabeça dela, partindo seu crânio como se fora uma noz, o que projetou um esguicho de sangue escuro para o alto que chegou a atingir os candelabros. Enquanto os convidados fugiam para todos os lados, a voz do Sr. Bennet sobrepôs-se ao pânico: — Meninas! O Pentagrama da Morte! Sem hesitar, Elizabeth juntou-se às quatro irmãs, Jane, Mary, Catherine e Lydia, no centro do salão de dança. As cinco jovens sacaram das adagas presas ao tornozelo e se posicionaram nas pontas de uma estrela imaginária. Partindo do centro do salão, iniciaram um movimento conjunto em que avançavam, passo a passo, mantendo o desenho, cada qual com sua adaga em riste em uma das mãos e a outra elegantemente apoiada na parte inferior das costas. De um canto do salão, o Sr. Darcy observava Elizabeth e suas irmãs abrindo caminho, enquanto decapitavam um zumbi depois do outro, sem se deterem. Ele conhecia apenas uma outra mulher, em toda a Grã-Bretanha, capaz de manejar uma adaga com tanta habilidade, tamanha graça e tal eficiência mortal. Quando as jovens alcançaram as paredes do salão, o último dos não mencionáveis já havia tombado. À exceção do ataque, a noite de um modo geral foi bastante agradável para toda a família. A Sra. Bennet viu sua filha mais velha ser elogiada por todos do grupo de Netherfield. O Sr. Bingley chegou a dançar com Jane duas vezes, e ela recebeu deferência especial das irmãs dele. Jane ficou tão satisfeita quanto a mãe, embora manifestasse seus sentimentos de modo mais discreto. Elizabeth deliciou-se com o contentamento de Jane. Mary escutou O Sr. Darc y obser vava Elizabeth e suas ir mãs abrindo ca minho , decapitando um zu mbi depois do outro , se m se detere m. 1 6 seu nome ser mencionado à Srta. Bingley como a moça mais prendada da vizinhança. Catherine e Lydia tiveram a sorte de não ficar sem par em nenhuma dança, o que era tudo o que as preocupava nos bailes. Portanto, todos estavam em ótima disposição quando retornaram a Longbourn, o vilarejo onde viviam e no qual eram os principais moradores.

Avaliações

Avaliação geral: 5

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Misleny Freitas recomendou este produto.
01/11/2016

Perfeito

Uma livro maravilhoso, não tem como não ler. Uma história única, tendo como base o grande e maravilhoso romance de Jane Austen. Amei ORGULHO E PRECONCEITO e me apaixonei por ORGULHO E PRECONCEITO E ZUMBIS.
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