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Orientação e Supervisão Escolar (Cód: 2605394)

Gisele do Rocio Mugnol Santos

Ibpex

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Descrição

Este livro apresenta um enfoque crítico sobre a formação dos profissionais de educação e contextualiza historicamente as atividades educativas do supervisor e do orientador escolar.
Diante da complexa teia de relações sociais em que a escola está inserida, as autoras apontam a necessidade de formar profissionais que tenham uma visão crítica sobre a educação e sobre a sociedade. Pretendem, assim, contribuir para o enfrentamento dos problemas existentes no cotidiano escolar.
Esta obra é essencial para os pedagogos e educadores em geral que desejam ter uma atuação transformadora e promover uma ação educativa que contribua para o processo de humanização de seus alunos

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Ibpex
Cód. Barras 9788599583890
Altura 0.00 cm
I.S.B.N. 9788599583890
Profundidade 0.00 cm
Número de Páginas 101
Peso 0.16 Kg
Largura 0.00 cm
AutorGisele do Rocio Mugnol Santos

Leia um trecho

O trabalho como elemento da socialização humana e sua interação na prática educativa Neste capítulo, discutiremos a concepção de trabalho como categoria definidora do ser humano. O entendimento dessa concepção é fundamental para a compreensão da atividade educativa como atividade humana, portanto social e histórica. Refletiremos sobre esse conceito com base na concepção materialista histórica, que considera que os homens fazem a história, mas não a fazem de qualquer forma. Essa construção histórica está sempre vinculada à realidade de cada tempo e de cada grupo social em seus diferentes tempos e modos de vida. O que isso tem a ver com pedagogos e professores? Por serem profissionais inseridos na realidade atual, eles constroem essa realidade e são construídos com base nela. As condições concretas de vida, de atuação e de inserção social determinam as ações humanas e são determinadas por elas. Portanto, os professores e pedagogos, bem como todos os indivíduos, são influenciados por essas condições. A consciência disso clarifica as ações pedagógicas, pois, quando o profissional da educação “localiza-se” no tempo e no espaço social em que vive, tem maiores chances de conseguir uma atuação coerente com o que ele acredita ser o melhor. 1.1- As relações humanas e o trabalho Sabendo-se que o ser humano nasce com os instrumentos necessários para a sua sobrevivência, mas que é preciso um processo de humanização, o qual se dará pelas relações humanas existentes no ambiente em que esse ser humano é gerado e educado, pode-se dizer que as relações pedagógicas estão intimamente ligadas com a formação humana. O homem nasce pronto, mas não acabado. Isso significa que, ao nascer, já traz consigo todos os instrumentos de que precisará para garantir sua sobrevivência na Terra. Mas é necessário que aprenda a usar esses instrumentos. O ser humano se constrói todos os dias, apropriando-se, transformando ou moldando-se às condições sociais e materiais da sociedade em que está inserido, num processo dialético que não se faz de modo linear ou pessoal, mas de forma articulada ao grupo em que está inserido. Dentro dessa visão, é o aprendizado do uso desses instrumentos que garante ao ser humano o processo de humanização, que pode ser entendido como um processo de socialização, já que o homem não se humaniza solitariamente. Sozinho, o ser humano nem sobreviveria. Esse aprendizado se dá nas relações de trabalho e se expressa em diferentes âmbitos, considerando-se que o trabalho, aqui entendido como toda atividade humana, tem vertentes não apenas materiais, mas também subjetivas. Então, por que ensinar é mais que um ato humano vocacional, como genericamente se afirmava antigamente? Por que é necessário um olhar cuidadoso sobre os princípios da boa vontade e da dedicação pessoal do professor quando se discute educação? Porque hoje se tem a clareza de que ensinar é primordialmente uma relação que se aprende, se desenvolve e se aprimora, que exige conhecimento e, portanto, competência. Ensinar é uma relação de trabalho que se dá do homem para com outros homens, do homem para com a natureza e do homem para consigo mesmo. O homem relaciona-se com a natureza ao ensinar porque ela é fonte de inúmeros conhecimentos, e relaciona-se consigo mesmo por meio das relações com os outros homens porque estes também são fonte permanente de conhecimento. É nessa dinâmica que o ato de ensinar e aprender é trabalho. A partir do entendimento das ações humanas como ações intencionais, planejadas e socialmente realizadas é que se compreende o conceito de trabalho. Esse conceito é fundamental para o entendimento da constituição dos profissionais da educação, especialmente o pedagogo, que é nosso objeto de estudo, assim como de todo profissional marcado por sua época histórica. É o trabalho que humaniza o homem, ou seja, que o diferencia dos outros animais, pois é somente ele que, por meio do trabalho, é capaz de criar, modificar e transformar constantemente a natureza, a si mesmo e aos outros, num movimento permanente de avanços e retrocessos. Nessa perspectiva, cabe citar Frigotto e Ciavatta: O trabalho, em seu sentido de produção de bens úteis materiais e simbólicos ou criador de valores de uso, é condição constitutiva da vida dos seres humanos em relação aos outros. Mediante isso, o trabalho transforma os bens da natureza ou os produz para responder, antes de tudo, às suas múltiplas necessidades. Por isso o trabalho é humanamente imprescindível ao homem desde sempre. O trabalho, ao se constituir como expressão da organização material dos homens, mas também como base de suas experiências culturais e sociais, não pode ser dissociado da sua dimensão educativa. Contudo, ao se pensar sobre as relações que o determinam, percebese que a dimensão criadora e libertadora do trabalho humano, como afirmam os autores, não tem sido assumida por todos, ou melhor, não há interesse de alguns grupos em assumir uma concepção humanizadora de trabalho. É importante debruçar-se sobre essa idéia e trazer à luz por que isso acontece. Conforme dito no início dessa discussão, o conceito de trabalho se constrói segundo a história de cada sociedade e, conseqüentemente, segundo a concepção de homem intrínseca a cada período. Concorda-se aqui com Frigotto e Ciavatta quando eles afirmam que “a história humana, infelizmente, até hoje, reitera a exploração de seres humanos e de classes sobre classes”2. Isso significa que tomar o trabalho como princípio educativo implica a compreensão do movimento humano, social e histórico, e de sua constituição no tempo histórico. A organização da escolarização nas diversas sociedades humanas exemplifica esse movimento. A cada momento histórico e, paralelamente, em cada grupo social, a constituição dos modelos escolares e/ou de escolarização demonstra as concepções dominantes de homem, de sociedade e de escola.

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