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Os 100 Segredos das Pessoas de Sucesso (Cód: 116154)

Niven, David

Sextante / Gmt

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Descrição

Baseado em centenas de estudos científicos, o psicólogo e cientista social Dr. David Niven organizou a lista dos 100 segredos mais simples que podem nos ajudar a ser bem-sucedidos. Neste livro, ele se debruça sobre as pesquisas que identificaram as práticas, princípios e crenças necessários para se ter sucesso em todos os aspectos da vida. De forma simples e agradável, apresenta em cada capítulo uma dessas conclusões, acompanhada de um exemplo real e de um conselho que você deve colocar em prática o mais rápido possível se quer realmente 'chegar lá'.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575420348
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 8575420348
Profundidade 0.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2002
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 208
Peso 0.31 Kg
Largura 14.00 cm
AutorNiven, David

Leia um trecho

Introdução Durante o tempo em que me dediquei ao trabalho de pesquisa e organização deste livro, pensei muitas vezes em um professor da época de faculdade que me marcou profundamente. O professor Brian Lang dava um seminário uma vez por semana para alunos de diversas áreas que estavam se formando. Minha turma, por exemplo, tinha 20 alunos de 19 cursos diferentes. O objetivo do seminário era nos preparar para as monografias que teríamos de produzir ao longo do ano seguinte. Para nossa surpresa, o curso não tratava de nenhuma das matérias que estávamos pesquisando para as monografias. No entanto, ele foi fundamental para que cada um fizesse seu trabalho da melhor forma possível. O professor Lang nos ensinou a alcançar um objetivo, definindo-o e delineando as etapas e os instrumentos necessários para atingi-lo. Apesar de cada aluno estar indo numa direção diferente, o professor nos mostrou o que era fundamental para que não perdêssemos o rumo e conseguíssemos chegar aonde queríamos. Ocurso era sobre persistência, compromisso e a forma de enfrentar os desafios inesperados que podem surgir ao longo do caminho. “Nenhum resultado, nenhuma descoberta é acidental”, afirmava o professor Lang. “São produtos do esforço investido no processo.” Continuamos a nos encontrar enquanto pesquisávamos e escrevíamos nossas monografias. Durante as aulas, ele sempre perguntava como ia o trabalho, o que havia despertado nosso interesse e quais as barreiras encontradas. Falávamos entusiasmados sobre nossas idéias ou sobre os livros que estávamos lendo. Um estudante, porém, nunca tinha nada para contar sobre seu progresso. Por mais que o professor Lang insistisse, ele repetia que não encontrara tempo para trabalhar no projeto. O rosto do professor estampava seu total desapontamento. Um dia, diante da resistência de Brian Lang, o estudante rebateu, desafiador: “Não se preocupe, eu tenho o trabalho todo na cabeça.” “Isto é um fenômeno”, exclamou o mestre. “Você já consultou um médico para dar uma olhada na sua cabeça?” Passado o momento de tensão, a turma toda caiu na gargalhada. Mas o professor Lang não achou graça. Para ele, não tentar era intolerável. As monografias nos ofereciam a chance de não apenas aprender muito sobre o assunto escolhido, mas de aprender sobre nós mesmos – sobre a nossa capacidade de nos comprometer com uma tarefa difícil e de lidar com as descobertas, os contratempos e o resultado, quer ele fosse positivo ou negativo. Para o professor, o conteúdo das nossas monografias era menos importante do que o empenho com que nos dedicávamos a fazer um bom projeto. Se fôssemos capazes disso, ele garantia, teríamos adquirido uma habilidade que nos valeria pelo resto da vida. E seríamos bem-sucedidos. Enquanto examinava centenas de estudos sobre pessoas de sucesso para escrever este livro, lembrei-me várias vezes das lições do querido mestre. Assim como ele, vários cientistas afirmam que, independentemene do objetivo que se tenha, há elementos comuns – práticas, princípios e crenças – absolutamente necessários para se ter sucesso. É importante frisar que, ao falar de sucesso, não estou me referindo à fama ou à riqueza. Sucesso, para mim, é atingir aquilo que se deseja. 100 segredos das pessoas de sucesso apresenta as conclusões dos cientistas que estudaram diferentes formas de alcançar o sucesso em todos os aspectos da vida. Cada capítulo apresenta uma dessas conclusões, acompanhada de um exemplo real e de um conselho básico que você deve seguir se verdadeiramente quer se tornar uma pessoa feliz e realizada. Competência começa com se sentir competente Você é bom naquilo que faz? Submete-se a testes periódicos ou a alguma outra forma de avaliação do seu desempenho? Deve existir uma maneira objetiva de saber se você realiza bem sua função e, portanto, se deve se considerar uma pessoa de sucesso. Constatou-se que as pessoas que não se consideram boas no que fazem – que não se acham capazes de ter sucesso ou de conquistar cargos de liderança – continuam com essa visão negativa mesmo que se tornem bem-sucedidas. Sua insegurança e suas próprias dúvidas fazem com que se sintam fracassadas. Não espere pela próxima avaliação para melhorar o julgamento sobre você, porque sentimentos não se baseiam em fatos – e só as pessoas que se sentem competentes podem de fato ter o desempenho que as levará ao sucesso. Ross, um dançarino de Springfield, sempre sonhou em dançar na Broadway. Seu caminho para o sucesso começou com produções amadoras, em que ele competia por uma vaga dançando na frente de todos os outros candidatos. De início, Ross se sentiu inibido: “Tive muito medo. Senti como se fosse uma criança sendo sabatinada na frente dos colegas.” Mas ele persistiu, algumas vezes com sucesso, outras, não. À medida que foi tentando diferentes papéis em várias produções, adquiriu muita experiência. “O fato de ter representado muitas vezes em frente de tantas pessoas foi aumentando a confiança na minha capacidade.” Ross se alegrava a cada conquista, por menor que fosse. Quando se candidatou pela primeira vez para um roteiro profissional, Ross sabia do que era capaz, e com isso conquistou uma ponta num musical de sucesso. Dançou como se fosse o astro principal, dando tudo de si, e este foi o primeiro passo numa carreira bem-sucedida. Ross tem uma explicação para o seu sucesso imediato, conseguindo o papel: “Eu sentia confiança, pois tinha me empenhado e sabia do que era capaz. Se quiser alguma coisa, você terá que realmente acreditar que pode conseguir. Você tem de fazer acontecer. Não é de graça, é preciso esforço, persistência e autoconfiança.” Para a maioria das pessoas, o primeiro passo para melhorar o desempenho no trabalho não tem nada a ver com o trabalho em si, mas sim em como elas se sentem em relação a si mesmas. Na verdade, para oito entre dez pessoas, a auto-imagem conta mais para medir seu desempenho profissional do que o próprio desempenho profissional. GRIBBLE, 2000 A questão não é quanto você se empenha Dê duro e será recompensado. Parece simples. Mas você se lembra daquele teste na escola? Algumas crianças estudaram o ano inteiro e não se deram bem. Outras estudaram pouco e tiraram notas excelentes. O que isso quer dizer? Significa que você pode se dedicar muito, de maneira ineficiente, e não ter sucesso, ou pode se dedicar menos, com eficiência, e ser recompensado. O objetivo do que você faz é progredir, não apenas se esforçar. A confeitaria Achenbach, uma empresa familiar que tinha muitos clientes fiéis, foi lucrativa por mais de quatro décadas. Nos anos 90, os donos decidiram expandir – oferecer sanduíches e mercadorias variadas, abrir outras lojas e vender tanto no atacado quanto no varejo. Os sócios passaram a ter um ritmo e uma carga de trabalho que nunca tinham experimentado na época da confeitaria. Mas, apesar de seus esforços, o lucro diminuiu consideravelmente e os donos quase foram à falência, por não conseguirem quitar as dívidas adquiridas durante a expansão. Earl Hess, um executivo aposentado, forneceu capital para salvar a companhia e depois comprou-a. Ao examinar objetivamente o negócio, ele descobriu que a empresa estava sendo gerenciada por um grupo de pessoas esforçadas, mas ineficientes. “Havia um excesso de produtos sendo comercializados, mas 90% das vendas vinham de 10% deles. Os sócios perdiam dinheiro com os produtos que não tinham saída.” Segundo Hess, quando ele comprou a companhia, sabia que “os donos poderiam, em vez de trabalhar tanto, ter trabalhado com mais inteligência”. As pessoas têm a tendência de achar que, se houver um esforço considerável, o objetivo será alcançado. No entanto, o esforço é um dos fatores menos significativos na obtenção do sucesso. Isto não significa que o esforço não seja necessário. Mas, se for ineficiente, leva rapidamente ao desânimo, pois faz as pessoas pensarem que nunca serão bem-sucedidas, mesmo que se empenhem ao máximo. SCHERNERK, 1998

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