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Os Cinco Desejos (Cód: 2606898)

Hendricks,Gay

Sextante / Gmt

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Os Cinco Desejos

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Descrição

'Imagine que você está no seu leito de morte. Eu lhe pergunto, fitando-o nos olhos: 'Deu tudo certo na sua vida?' Se você disser que não, que coisas gostaria que tivessem acontecido para que ela fosse bem-sucedida?'
Durante uma conversa em uma festa, Gay Hendricks teve a experiência que deu um novo rumo à sua vida. Naquele momento, recebeu de presente uma pergunta que o ajudou a tomar consciência daquilo que era de fato fundamental para a sua felcidade.
Hendricks pensou nas coisas que considerava mais valiosas e identificou seus cinco desejos - amor duradouro, completude, escrever com o coração, sentir o divino e saborear a vida. Depois converteu-os em afirmações que nortearam suas atitudes a partir daquele dia. Nascia assim a semente deste livro.
Em 'Os Cinco Desejos', o autor vai ajudá-lo a identificar o que é realmente importante para você e a adotar esses objetivos como a linha mestra de sua vida.
Que coisas você quer que aconteçam para que, em seu íntimo, se sinta bem-sucedido? Leia esta bela história, siga suas orientações e encontre suas respostas.

Características

Peso 0.44 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
I.S.B.N. 9788575424384
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 112
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788575424384
Ano da edição 2008
País de Origem Brasil
AutorHendricks,Gay

Leia um trecho

Capítulo um Meu primeiro desejo Amor duradouro Você se lembra do primeiro desejo que expressei no meu leito de morte? Gostaria de desfrutar um casamento longo e feliz com uma mulher que eu adorasse e que sentisse o mesmo por mim. Por que tenho esse desejo No momento em que falei sobre meu maior desejo, nada provava que ele fosse possível. Eu não conhecia ninguém que tivesse um casamento assim. Apesar disso, havia algo dentro de mim dizendo que essa relação podia existir. Estava começando a aprofundar meu envolvimento com Kathlyn, uma mulher dotada de um enorme coração e uma mente clara. Pela primeira vez eu conhecia alguém que reunia todas as qualidades que eu mais desejava em uma mulher. Eu a sentia como uma verdadeira dádiva, mas percebia que corria o risco de desperdiçá-la da mesma maneira como tinha estragado todos os meus relacionamentos anteriores: com indecisão, falta de comprometimento e total incapacidade de me afastar de outras mulheres. Na adolescência, meu primeiro amor foi Alice, mas a paixão por ela não me impediu de traí-la com Kathy e com Joyce. Depois me casei com Linda e, muito antes de nos separarmos, eu já saía com Barbara e com Jane. Depois veio Carol, que passou cinco anos reclamando da minha falta de compromisso. Cansei de lhe dizer que estava errada, ao mesmo tempo que saía com Nancy, Donna, Barbara e muitas outras cujos nomes esqueci. Quando Kathlyn surgiu, me oferecendo tudo com que eu tinha sonhado, retribuí saindo com Lynne. Ali estava eu, com um pé no relacionamento com Kathlyn e o outro pronto para escapar pela porta dos fundos. Assim que formulei meu primeiro desejo, senti uma grande ebulição interna e me perguntei, pela primeira vez, por que insistia em me dividir, fingindo estar em um lugar quando me encontrava em outro. Até então, eu nunca tinha me dado conta de que aquele era um comportamento recorrente. Pensava que a vida era assim mesmo. De repente, percebi que aquilo não era um problema – era o problema. Por falta de consciência, somos capazes de ignorar os padrões de comportamento. Mas, além de manter o meu, criei uma justificativa para reforçá-lo. Eu fazia discursos sobre a monogamia, dizendo que se tratava de um sistema para idiotas domesticados, e não para rebeldes indisciplinados e livres como eu! De repente todo esse discurso pareceu vazio e falso. Comecei a suspeitar de que ele fazia parte de uma fachada defensiva construída cuidadosamente para me impedir de alcançar um potencial que eu desejava muito. Então me perguntei: se eram minhas crenças que causavam o problema, de onde tinham vindo? Num segundo a resposta se tornou clara. Eu tinha começado a vida daquela maneira – tinha literalmente nascido mergulhado no padrão. Meu pai morreu logo depois que fui concebido. Quando nasci, minha mãe era uma viúva chorosa e uma mãe solitária e desempregada. Em total desespero, me entregou à minha avó, que me adorava e cuidou de mim. Ela criara quatro filhas e sempre quisera ter um filho. Aos 65 anos, finalmente conseguiu. Mas então minha mãe, acometida pela culpa e impelida pelo sentimento maternal, me quis de volta. Fui morar com ela que, no entanto, logo mudou de idéia e me devolveu à minha avó. Nos sete anos seguintes, fiquei pulando de uma casa para a outra. Era minha avó que eu considerava como mãe. Minha mãe biológica era uma pessoa que eu visitava de vez em quando. Como as duas moravam na mesma rua, se as coisas ficavam difíceis com minha mãe – o que acontecia freqüentemente –, eu escapava para o conforto e calor da presença amorosa de minha avó. Se pudesse escolher, provavelmente nunca teria passado uma só noite na casa de minha mãe. Finalmente, ela insistiu que eu me mudasse para sua casa. Aos poucos, fui passando cada vez menos tempo na casa de minha avó. Por isso a idéia de viver com uma única mulher me parecia uma prisão. O padrão era óbvio, e eu fiquei pasmo por não tê-lo percebido muitos anos antes. Senti um misto de alívio e vergonha por ter levado tanto tempo para me dar conta disso. Como meu desejo se tornou realidade Estou desfrutando um casamento longo e feliz com uma mulher que eu adoro e que sente o mesmo por mim. Eu me lembro do exato momento em que descobri que o jogo tinha terminado – e que eu não ia passar o resto da vida repetindo um padrão baseado em uma crença destrutiva criada na infância. Pouco tempo depois de saber quais eram os meus cinco desejos, visitei um amigo e mentor, Dwight Webb, em New Hampshire. Kathlyn estava no Colorado, onde morávamos na época. Um dia, saí da casa de Dwight para dar uma volta. De repente, lampejou dentro de mim uma certeza: só havia uma maneira de descobrir se eu era capaz de criar o tipo de relacionamento que realmente desejava. Era preciso me comprometer profundamente! E isso tinha de ser uma escolha, mesmo enfrentando o risco de, em algum momento do processo, eu desistir quando me deparasse com grandes obstáculos para atingir meu objetivo. Meu comprometimento deveria ser forte e poderoso o suficiente para que eu ultrapassasse as barreiras que só iria conhecer – e este era o maior problema – quando me comprometesse. Imediatamente fiz uma escolha e tomei uma decisão. Liguei para Kathlyn e expliquei o que acabara de acontecer. Disse a ela que tinha percebido que só teria o relacionamento dos meus sonhos quando me comprometesse por inteiro. – Quero me comprometer com você e criar um relacionamento apaixonado e criativo para a vida toda. Você também quer? – perguntei. Por um momento houve silêncio. Depois o som de seus soluços chegou-me pelo telefone, e ela finalmente disse “sim”. Senti um largo sorriso se estender por todo o corpo. Continuei: – Que maravilha! Fico feliz. Eu me comprometo a criar esse relacionamento com você e a enfrentar qualquer obstáculo que apareça: desejo por outras mulheres, medo, desespero, qualquer coisa que possa nos afastar. Prometo não desistir até criarmos o relacionamento dos nossos sonhos. Se isso não acontecer, vamos desistir da busca. – Eu faço a mesma promessa – disse Kathlyn. Essa conversa aconteceu há mais de 25 anos, e a relação com que sonhei tornou-se realidade. Na verdade, a realização dos meus sonhos foi muito além do que eu imaginava. Ao longo do caminho, Kathlyn e eu criamos dois filhos, agora adultos, escrevemos juntos 10 livros, viajamos bastante ministrando seminários sobre relacionamentos e comparecemos a centenas de programas, como o de Oprah Winfrey. Passamos por tempos difíceis e por situações maravilhosas. Agora, quando as pessoas me perguntam se é possível um amor duradouro, olho-as dentro dos olhos e afirmo que sim. Sei que é possível. Procuro dar não apenas esperança e coragem, mas uma visão realista do caminho – sei perfeitamente a atenção que é necessária e o comprometimento profundo que essa jornada exige. E posso dizer a todos que cada minuto dessa atenção e desse cuidado vale a pena. Como lhes falei, sinto a recompensa da busca: o brilho do amor e a serenidade do coração em harmonia com ele mesmo. Interlúdio E aconteceu um milagre Um milagre aconteceu pouco depois de eu ter me comprometido com Kathlyn de corpo e alma, e acredito que ele aconteceu graças a esse pacto profundo. À medida que o amor entre nós crescia, percebíamos, cada vez com mais clareza, que o poder do comprometimento traz à superfície medos profundos, velhas feridas e padrões de comportamento que precisam ser mudados para que se possa dar e receber plenamente o amor. No processo para concretizar meu primeiro desejo, tive de enfrentar uma barreira que parecia intransponível. Ao procurar enfrentá-la, aconteceu um impulso que me proporcionou uma incrível ferramenta de transformação. Em torno dessa ferramenta organizei a minha vida. Quero contar o que ...