Artboard 33 Artboard 16 Artboard 18 Artboard 15 Artboard 21 Artboard 1 Artboard 2 Artboard 5 Artboard 45 Artboard 45 Artboard 22 Artboard 9 Artboard 23 Artboard 17? Artboard 28 Artboard 43 Artboard 49 Artboard 47 Artboard 38 Artboard 32 Artboard 8 Artboard 22 Artboard 5 Artboard 25 Artboard 1 Artboard 42 Artboard 11 Artboard 41 Artboard 13 Artboard 23 Artboard 10 Artboard 4 Artboard 9 Artboard 20 Artboard 6 Artboard 11 Artboard 7 Artboard 3 Artboard 3 Artboard 12 Artboard 25 Artboard 34 Artboard 39 Artboard 24 Artboard 13 Artboard 19 Artboard 7 Artboard 24 Artboard 31 Artboard 4 Artboard 14 Artboard 27 Artboard 30 Artboard 36 Artboard 44 Artboard 12 Artboard 17 Artboard 17 Artboard 6 Artboard 27 Artboard 19 Artboard 30 Artboard 29 Artboard 29 Artboard 26 Artboard 18 Artboard 2 Artboard 20 Artboard 35 Artboard 15 Artboard 14 Artboard 48 Artboard 50 Artboard 26 Artboard 16 Artboard 40 Artboard 21 Artboard 29 Artboard 10 Artboard 37 Artboard 3 Artboard 3 Artboard 46 Artboard 8

Paixões em Manuel de Barros - A Importância de Ser Pantaneiro (Cód: 2619203)

Azevedo,Lucy Ferreira

Tanta Tinta

Ooopss! Este produto está temporariamente indisponível.
Mas não se preocupe, nós avisamos quando ele chegar.

Ooops! Este produto não está mais a venda.
Mas não se preocupe, temos uma versão atualizada para você.

Ooopss! Este produto está fora de linha, mas temos outras opções para você.
Veja nossas sugestões abaixo!

Economize até R$ 2,50

R$ 22,50 (-10%) em até 1x no crédito R$ 22,50 (-10%) no boleto
R$ 25,00
Cartão Saraiva R$ 22,50 (-10%) em até 1x no cartão

Crédito:
Boleto:
Cartão Saraiva:

Total: R$0,00

Em até 1x sem juros de R$ 0,00


Paixões em Manuel de Barros - A Importância de Ser Pantaneiro

R$25,00

Descrição

Neste livro, a autora analisa as paixões do pantaneiro/bugre na obra de Manoel de Barros, poeta enraizadamente pantaneiro, que ressalta em sua produção poética as cores e a geografia do Pantanal. As paixões, que afloram em sua poética, permitem uma visão privilegiada dos modos de constituição e de construção lingüística dessas paixões.
'Uso a palavra para compor meus silêncios' - esta é a deixa para faiscar em nós o desejo de leitura do texto-paixão!
Todas as línguas têm categorias de expressão que se apresentam repetidamente e correspondem a um mesmo modelo constante, porém suas funções, seu sentido mais agudo, só aparecem quando elas são desnudadas no exercício da linguagem/língua. Em uso, a língua mostra marcas particulares - variações/variedades - de grupos, regiões, diversidades que se constituem em seu discurso, quando assumidas por um sujeito. Esse discurso parte da identidade de um indivíduo que, por sua vez, emerge de um universo de conhecimentos e de paixões construídos dentro de determinada cultura. Em Manoel de Barros, poeta pantaneiro, a autora encontra, flagrando o discurso, um campo de possibilidades de visão dessas características, pois sua produção poética ressalta as cores e a geografia do Pantanal conjugadas numa estética viva que, verso a verso, tece e traça o perfil identitário do homem pantaneiro e como isso reflete na poesia do poeta, para representar um ethos da alma pantaneira. As paixões afloram no enredar poético e, assim, permitem ao analista uma visão privilegiada dos modos de constituição e de construção lingüística dessas paixões.
'Busco ver em que medida a cultura e o homem pantaneiros estão imbricados na obra de Manoel de Barros. O autor expõe a memória social de seus grupos, de onde convergem suas tradições, costumes, como ressignificam suas atitudes, muitas vezes, em total conflito, porque o conhecimento é o resultado de uma postura avaliativa diante da vida, do mundo real e resulta de uma opinião que pretende ser pessoal. O resultado é, em meu entender, uma manifestação, aqui e agora, de um processo discursivo muito social e, sobretudo, muito particular. Produtora e reprodutora de uma cultura. Cultura, nesta perspectiva, está na inter-relação Discurso, Sociedade e Cognição e seria, então, a produção de efeitos de discurso (o que leva o homem ao conhecimento de si mesmo e do mundo). Cultura não vista só como produtora de efeitos pragmáticos (no sentido do senso comum), utilitaristas que fazem parte do cotidiano do homem (construção de casas, técnicas de plantio, etc). Referência do mundo, mas ao mesmo tempo estruturante do conhecimento e extensão simbólica de nossa ação sobre o mundo', concluiu a autora.
Manoel Wenceslau Leite de Barros (Manoel de Barros) nasceu em Cuiabá, Mato Grosso e, em seguida, mudou-se para o interior do Estado - Corumbá. Atualmente, vive em Mato Grosso do Sul. Grande parte do desenvolvimento de sua obra, iniciada em 1937, com Poemas concebidos sem pecado, foi escrita fora de sua terra natal.

Características

Peso 0.44 Kg
Produto sob encomenda Não
Editora Tanta Tinta
I.S.B.N. 9788599146552
Altura 20.80 cm
Largura 13.80 cm
Profundidade 0.00 cm
Número de Páginas 136
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788599146552
Número da edição 1
Ano da edição 2008
País de Origem Brasil
AutorAzevedo,Lucy Ferreira