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Descrição

Por que algumas pessoas e organizações são mais inovadoras, mais influentes e mais rentáveis do que outras? Por que algumas conseguem maior fidelidade tanto dos clientes quanto dos colaboradores? Mesmo entre as bem-sucedidas, por que tão poucas são capazes de repetir o sucesso várias vezes? Pessoas como Martin Luther King Jr., Steve Jobs e os irmãos Wright podem ter pouco em comum, mas todos começaram pelo porquê. A capacidade natural de começarem pelo porquê capacitou-os a inspirar as pessoas ao redor a realizarem coisas notáveis. Começar pelo porquê vale tanto para os pequenos como para os grandes negócios, tanto para o universo das entidades sem fins lucrativos como para a política. Quem começa pelo porquê jamais manipula, inspira. E as pessoas os seguem não porque precisam, mas porque querem.

Características

Editora Saraiva
Cód. Barras 9788502180291
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788502180291
Profundidade 1.20 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 224
Peso 0.32 Kg
Largura 16.00 cm
AutorSinek, Simon

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Você está revisando: Por Quê? - Como Motivar Pessoas e Equipes A Agir

Leia um trecho

introdução

Por que começar pelo porquê?

Este é um livro que trata de um padrão que ocorre naturalmente, um jeito de pensar, agir e comunicar que dá a alguns
líderes a capacidade de inspirar as pessoas que os rodeiam. Embora esses “líderes natos” possam ter vindo ao mundo com a predisposição para inspirar, essa capacidade não é reservada exclusivamente a eles. Todos nós podemos aprender esse padrão.

Com um pouco de disciplina, qualquer líder ou organização pode inspirar outras pessoas, tanto de dentro como de
fora da própria organização, para ajudá-los a promover suas ideias e sua visão. Todos nós podemos aprender a liderar.
O objetivo deste livro não é só tentar consertar as coisas que não funcionam. Melhor do que isso, escrevi este livro como
um guia que enfoca e amplia tudo aquilo que funciona.

Não pretendo superar as soluções oferecidas pelos outros. Quase todas as respostas que obtemos, quando baseadas em provas cabais, são perfeitamente válidas. Porém, se começamos pelas perguntas erradas, se não entendemos a causa, então, mesmo as respostas certas sempre vão nos orientar para o lado errado eventualmente? A verdade, como você sabe, sempre aparece.

As histórias a seguir são de indivíduos e organizações que incorporam esse padrão naturalmente. São histórias de quem começa pelo porquê.

1.

O objetivo era ambicioso. O interesse do público era alto. Os especialistas estavam ansiosos para colaborar. O dinheiro estava disponível prontamente. Por volta de 1900, armado com todos os ingredientes para o sucesso, Samuel
Pierpont Langley estava determinado a se tornar o primeiro homem a pilotar um aeroplano. Muito conceituado, ele era alto funcionário do Instituto Smithsoniano e professor de matemática que também havia trabalhado em Harvard. Seus amigos incluíam alguns dos mais poderosos homens do governo e dos negócios, inclusive Andrew Carnegie e Alexander Graham Bell. Langley recebeu uma verba de 50 mil dólares do Departamento da Guerra para financiar seu projeto, uma tremenda quantidade de dinheiro para a época.

Ele reuniu os melhores cérebros daquele tempo, um verdadeiro time dos sonhos de talentos e de conhecimentos técnicos. Langley e sua equipe utilizavam os melhores materiais, e a imprensa os seguia por toda parte. Pessoas do país inteiro estavam encantadas com a história, e esperavam ler que ele tinha alcançado seu objetivo. Com a equipe e os amplos recursos que ele reunira, o sucesso estava garantido.

Será?

A algumas centenas de milhas de distância, Wilbur e Orville Wright trabalhavam em sua própria máquina voadora. A paixão que possuíam por voar era tão intensa que eles inspiraram o entusiasmo e o empenho de um dedicado grupo de sua terra natal, em Dayton, Ohio. O empreendimento deles não tinha financiamento, nem verba do governo nem conexões de alto nível. Nenhuma pessoa da equipe possuía diploma avançado ou sequer tinha feito faculdade, nem mesmo Wilbur ou Orville. Mas a equipe se reuniu em uma humilde oficina de bicicletas e tornou real a visão
deles.

Em 17 de dezembro de 1903, pela primeira vez na história, um pequeno grupo testemunhou um voo realizado pelo homem. Como os irmãos Wright foram bem-sucedidos e um time mais bem equipado, mais bem financiado e mais bem educado não conseguiu? Não foi sorte. Tanto os irmãos Wright como Langley estavam altamente motivados.
Ambos tinham uma forte ética do trabalho. Ambos possuíam aguçadas mentes científicas. E perseguiam exatamente o mesmo objetivo, mas só os irmãos Wright foram capazes de inspirar quem os rodeava, e de realmente liderar sua equipe para desenvolver uma tecnologia que mudaria o mundo. Só os irmãos Wright começaram pelo porquê.

2.

Em 1965, os estudantes do campus da Universidade da Califórnia, em Berkeley, foram as primeiras pessoas que publicamente queimaram suas convocações ao serviço militar em protesto contra o envolvimento americano na guerra do Vietnã. O norte da Califórnia era um foco de sentimentos antigovernamentais e anti--establishment.As imagens dos confrontos e dos tumultos em Berkeley e Oakland foram transmitidas ao redor do mundo, e alimentaram movimentos solidários nos Estados Unidos e na Europa.

Mas foi somente em 1976, quase três anos depois do fim do envolvimento militar americano no conflito do Vietnã, que uma revolução diferente estourou. Eles visavam criar um impacto, um impacto muito grande, e até mesmo desafiar
a maneira como as pessoas percebiam como o mundo funcionava. Mas esses jovens revolucionários não atiraram pedras nem pegaram em armas contra um regime autoritário. Em vez disso, eles decidiram derrotar o sistema em seu próprio jogo.

Para Steve Wozniak e Steve Jobs, fundadores da Apple Computer, o campo de batalha era no mundo dos negócios e a arma escolhida foi o computador pessoal. A revolução do computador pessoal estava começando a fermentar quando
Wozniak construiu o Apple I. Assim que começou a chamar a atenção, a tecnologia foi vista basicamente como uma ferramenta de negócios.

Os computadores eram complicados demais e o preço estava fora do alcance do indivíduo comum. Mas Wozniak, um homem não motivado pelo dinheiro, pressentiu uma finalidade mais nobre para a tecnologia. Ele via no computador pessoal a maneira de o homem simples se transformar em uma corporação. Se descobrisse um jeito de colocá-lo nas mãos do indivíduo, ele pensava, o computador forneceria, a quase todo mundo, a capacidade de realizar muitas das mesmas funções de uma empresa com recursos imensamente melhores.

O computador pessoal poderia nivelar o campo do jogo e mudar a maneira como o mundo operava. Woz projetou o Apple I, e melhorou a tecnologia com o Apple II, para torná-lo acessível e simples de usar. Não importa que seja visionária ou brilhante, a grande ideia ou o grande produto não valem muito se ninguém os compra. O melhor amigo de Wozniak na época, Steve Jobs, com 21 anos, sabia exatamente o que fazer. Embora tivesse a experiência de vender componentes eletrônicos excedentes, Jobs se mostraria muito mais do que um bom vendedor. Ele queria fazer algo significativo no mundo, e a criação de uma empresa era o modo como faria isso.

A Apple foi a ferramenta que ele usou para tocar fogo em sua revolução durante toda a vida. No primeiro ano de negócios, com um único produto, a Apple teve um milhão de dólares de faturamento. No segundo ano, eles conseguiram 10 milhões de dólares em vendas. No quarto ano, venderam 100 milhões de dólares em computadores.
E, em apenas seis anos, a Apple Computer era uma empresa de um bilhão de dólares, com mais de três mil colaboradores.

Jobs e Woz não foram só pessoas que participaram da revolução do computador pessoal. Eles nem eram os únicos caras espertos no negócio; na verdade, nem sabiam muito a respeito do negócio como um todo. O que tornou a Apple especial não foi a capacidade de eles criarem uma empresa de crescimento rápido. Nem a capacidade de pensar diferentemente a respeito dos computadores pessoais. O que tornou a Apple especial foi o fato de eles terem sido capazes de repetir o padrão muitas vezes.

Ao contrário do que qualquer um de seus concorrentes, a Apple conseguiu desafiar de maneira bem-sucedida o pensamento convencional na indústria de computadores, de pequenos artigos eletrônicos, da música, de telefonia celular e na indústria mais ampla do entretenimento. Além disso, ninguém poderia imaginar a natureza pessoal do luto que tanta gente ao redor do mundo sentiu quando Steve Jobs morreu. E a razão é simples. A Apple inspira. A Apple começa pelo porquê.
Por Quê? - Como Motivar Pessoas e Equipes A Agir (Cód: 4067225) Por Quê? - Como Motivar Pessoas e Equipes A Agir (Cód: 4067225)
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