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Quem Ama , Educa ! (Cód: 119641)

Tiba,Içami

Gente

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Descrição

Este livro tem o objetivo de devolver para a família a responsabilidade de educar os filhos, hoje atribuída à escola, dada a nova dinâmica familiar e profissional da sociedade ocidental. O autor se propõe a ajudar os pais nessa empreitada reforçando a importância de valores e atitudes como limites e diálogo. Ressalta também que os pais devem se sentir tranqüilos em relação à educação dada a seus filhos na medida em que lhes transmitem a responsabilidade pela própria felicidade dando-lhes a autonomia de que eles certamente precisarão na vida adulta. Por fim, fica marcada a idéia de que os pais têm de garantir uma boa educação, que fizeram à sua parte da melhor maneira e assim contribuir para que seus filhos sejam felizes.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Gente
Cód. Barras 9788573123821
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 8573123826
Profundidade 0.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2002
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 288
Peso 0.36 Kg
Largura 14.00 cm
AutorTiba,Içami

Leia um trecho

1 Os pais podem dar alegria e satisfação a um filho, mas não há como lhe dar felicidade. Os pais podem aliviar sofrimentos enchendo-o de presentes, mas não há como lhe comprar felicidade. Os pais podem ser muito bem-sucedidos e felizes, mas não há como lhe emprestar felicidade. Mas os pais podem aos filhos Dar muito amor, carinho, respeito, Ensinar tolerância, solidariedade e cidadania, Exigir reciprocidade, disciplina e religiosidade, Reforçar a ética e a preservação da Terra. Pois é de tudo isso que se compõe a auto-estima. É sobre a auto-estima que repousa a alma, E é nesta paz que reside a felicidade. IÇAMI TIBA Pais perdem os filhos em shoppings, praias, festas juninas. Mães não desgrudam os olhos de seus pimpolhos. (Pág. 33) O homem conquista e defende um território, mas quem o transforma em lar é a mulher. (Pág. 35) O pai é mais ligado na companheira que nos filhos; e a mãe, muito mais ligada nos filhos que no companheiro. (Pág. 37) As crianças precisam ser protegidas e cobradas de acordo com suas necessidades e capacidades. (Pág. 39) Mesmo ausente, a mãe quer se sentir presente na atividade do filho. (Pág. 43) Filhos são navios... Pais são estaleiros... (Pág. 48) Figuras paternas frágeis e mães hipersolícitas transformam os filhos em parafusos de geléia. (Pág. 52) O “sim” só tem valor para quem conhece o “não”. (Pág. 53) A auto-estima é a fonte interior da felicidade. (Pág. 57) O vegetal sobrevive, o animal sacia seus instintos e o ser humano deseja ser feliz. (Pág. 70) A felicidade é um bem-estar biopsicossocial, uma satisfação da alma. (Pág. 72) Quando um filho usa droga, também está buscando a felicidade egoísta. (Pág. 73) As crianças precisam sentir que pertencem a uma família. (Pág. 74) A educação das crianças deve abranger também a busca da felicidade comunitária. (Pág. 76) A arte de ser mãe e pai é desenvolver os filhos para que se tornem independentes e cidadãos do mundo. (Pág. 81) Os jovens gostam de se mostrar, de ver e de ser vistos pelos seus semelhantes. Adoram ir a lugares onde nem conseguem entrar... (Pág. 86) O homem grávido é o estágio que serve de aquecimento para o papel adequado de pai que participa da formação do bebê. (Pág. 99) Na mulher, o maior evento biológico da perpetuação da espécie começa na gravidez; no homem, na relação sexual. (Pág. 104) O leite alimenta o corpo; o afeto alimenta a alma. (Pág. 107) A grande vantagem de o ser humano nascer sem saber nada é que pode aprender tudo. (Pág. 120) Felicidade não é fazer tudo o que se tem vontade, mas ficar feliz com o que se está fazendo. (Pág. 123) Filho não nasce com manual, pois é ele o próprio manual. (Pág. 126) Muito educativo é ensinar a criança a tomar o nosso “banho corrido de cada dia” e um “banho comprido de fim de semana”. (Pág. 138) As crianças dão muitas oportunidades para os pais errarem, mas as que eles têm de acertar são maiores. (Pág. 144) Cada um dos filhos deve ser tratado como se fosse único. (Pág. 150) É muito mais fácil dar dinheiro que educar, mas o sorriso de uma criança não se compra... (Pág. 151) Segurança e firmeza dos pais geram confiança no filhinho para ele ficar na escola. (Pág. 156) Os avós são ora grandes salvadores, ora grandes vilões na dinâmica familiar. (Pág. 177) A escola é essencial para a vida. Não pode estar sujeita a caprichos infantis. (Pág. 187) Se o filho sabe estudar, aprendeu estudando. Ninguém pode estudar por ele. (Pág. 189) As crianças pisam na alma dos pais, que se remoem de culpa pela separação. (Pág. 213) Filhos têm de singrar os mares da vida, e não permanecer ancorados no porto, por mais seguros que estejam. (Pág. 215) VEJA A SEGUIR UM TRECHO EXTRAÍDO DA PARTE 4 – PERGUNTAS E RESPOSTAS 19. O que devo fazer se discordo da maneira como meu marido trata os filhos do meu primeiro casamento? Resposta: Pense maior do que como mãe. Como a mulher em geral é mais mãe do que fêmea, e o homem, mais macho do que pai, talvez você queira proteger mais seus filhos, e ele, por sua vez, queira mais você que seus filhos. As mães toleram muitas “delinqüenciazinhas” dos filhos do primeiro casamento, mas seus companheiros não. Geralmente os filhos se aproveitam dessas condições e exploram a mãe, revoltando o novo companheiro. Isto não afasta a possibilidade de que seu novo marido realmente rejeite os filhos de seu primeiro casamento. Se assim for, peça ajuda a um profissional, mas antes veja se aqueles meio-filhos do casal já disseram “Você não é meu pai para...” à menor contrariedade. Com essa frase, eles estão desautorizando o novo homem da casa. O material que você acabou de ler é apenas uma pequena amostra do que encontrará no livro Quem Ama, Educa!, uma obra baseada nos mais de trinta anos de experiência do autor em psicoterapia familiar e de adolescentes.

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