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Resolvendo Conflitos - A Opção Pela Paz em Organizações e Famílias (Cód: 2639686)

Arbinger Institute

Sextante / Gmt

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Resolvendo Conflitos - A Opção Pela Paz em Organizações e Famílias

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Descrição

'O livro que você tem em mãos revela a essência do conflito humano, oferecendo uma solução original que vai além de uma simples mudança de comportamento. Por que, se podemos mudar, não o fazemos? Por que nos fechamos e nos mantemos atrelados à ansiedade, à desconfiança, ao ressentimento e ao ódio se todos possuímos o poder de fazer o contrário?
As respostas a essas perguntas estão relacionadas ao fato de não termos consciência de como criamos os conflitos e por que resistimos a solucioná-los. Descobrir a solução para isso significa descobrir a solução para a maioria dos conflitos humanos. O Arbinger Institute apresenta uma resposta prática, clara e, ao mesmo tempo, profunda a essa questão. Ao compreender como surgem os conflitos e como os alimentamos, encontramos alívio, esperança e alegria; nossos relacionamentos se renovam e no trabalho nos concentramos nos resultados positivos. Resolvendo conflitos nos convida a reencontrar um espaço de clareza, força e tranqüilidade dentro de nós mesmos e de profunda conexão e harmonia com os demais.
Seu conteúdo e suas histórias servem de referência para todos os que buscam soluções criativas e de aplicação prática para os problemas da vida cotidiana, tanto no nível individual e familiar quanto no profissional.'
Héctor Campero
Diretor e representante do Arbinger Institute no Brasil

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575424773
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788575424773
Profundidade 1.00 cm
Número da edição 1
Ano da edição 2009
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 224
Peso 0.40 Kg
Largura 14.00 cm
AutorArbinger Institute

Leia um trecho

1 • Inimigos no deserto – Não vou! – O berro da adolescente atraiu a atenção de todos. – Vocês não podem me obrigar. A mulher com quem ela estava gritando tentou argumentar: – Jenny, ouça. – Eu não vou! – Jenny gritou. – Não importa o que vocês digam. Eu não vou! Naquele momento, a garota se virou e encarou um homem de meia-idade que parecia dividido entre abraçá-la ou se retirar discretamente. Lou Herbert, que observava a cena do estacionamento em frente, soube que aquele era o pai de Jenny antes que falasse qualquer coisa. Ele podia mirar-se naquele homem. Reconheceu a dificuldade que sentia em relação ao seu próprio filho de 18 anos, Cory, que estava de pé, rígido, ao seu lado. Cory passara recentemente um ano na prisão por porte de drogas. Menos de três meses após sair, voltou a ser preso, por roubar analgésicos controlados no valor de mil dólares, envergonhando ainda mais a si mesmo e sua família. Acho bom este programa de tratamento fazer Cory melhorar, Lou pensou. Olhou novamente para Jenny e seu pai, a quem ela agora se agarrava, desesperada. Lou estava contente por Cory ter sido enviado para lá por ordem judicial. Isso significava que uma cena como a de Jenny custaria a Cory outra estada na prisão. Lou estava certo de que a manhã decorreria sem incidentes. – Lou, por aqui. Carol, a mulher de Lou, chamou-o com um gesto. Lou puxou Cory pelo braço. – Vamos, sua mãe está chamando. – Lou, este é Yusuf al-Falah – ela disse, apresentando o homem ao lado dela. – O Sr. Al-Falah foi quem nos ajudou a organizar tudo para Cory. – Claro – Lou disse, forçando um sorriso. Yusuf al-Falah era a metade árabe de uma parceria estranha no deserto do Arizona. Um imigrante de Jerusalém, via Jordânia, viera aos Estados Unidos na década de 1960 para aprimorar seus estudos e acabou ficando, tornando-se professor de pedagogia na Arizona State University. No verão de 1978, fez amizade com um jovem e amargurado israelense, Avi Rozen, que viera aos Estados Unidos após a morte do pai na Guerra do Yom Kippur, em 1973. Na época, Avi estava prestes a ser expulso do colégio. Num programa experimental, ele e outros maus alunos receberam uma chance de reabilitar seus históricos universitários durante um longo verão nas montanhas e desertos do Arizona. Al-Falah, 15 anos mais velho que Rozen, liderava o programa. Um curso de sobrevivência de 40 dias, o tipo de experiência de que árabes e israelenses da época de Al-Falah e Rozen se haviam saturado em sua juventude. Naqueles 40 dias, os dois homens criaram um vínculo. Um deles muçulmano e o outro judeu, ambos consideravam a terra – às vezes exatamente a mesma terra – como sagrada. Com base nesse respeito compartilhado pelo solo, desenvolveu- se gradualmente um respeito mútuo, apesar de suas diferenças religiosas e do conflito que dividia seus povos. E assim nasceu o Camp Moriah, uma instituição cujo objetivo era a recuperação de jovens e casais. Pelo menos, foi o que disseram a Lou.No fundo, ele desconfiava disso tudo. Para ele, aquilo cheirava a relações públicas, um jogo que Lou conhecia muito bem por sua própria experiência com marketing. Venham ser curados por dois exinimigos que agora criam suas famílias juntos, em paz. Quanto mais pensava na história de Al-Falah e Rozen, menos acreditava nela. Ele tinha todos os motivos do mundo para não vir. Cinco executivos tinham deixado recentemente a sua empresa, colocando em risco a organização. Se era para passar dois dias longe, como Al-Falah e Rozen exigiam, melhor seria relaxar num campo de golfe ou à beira de uma piscina, em vez de ficar sofrendo com um grupo de pais desesperados. – Obrigado por nos ajudar – ele disse a Al-Falah, simulando gratidão. Continuou observando a adolescente com o canto do olho. Ela continuava gritando em meio a soluços, agarrando-se ao pai, e o arranhava. – Parece que vocês estão bem ocupados aqui. Os olhos de Al-Falah brilharam em meio a um sorriso. – Com certeza. Os pais podem ficar bem nervosos em ocasiões como esta. Os pais? Lou pensou. Quem está histérica é a filha. Mas Al-Falah já tinha puxado conversa com Cory antes que Lou pudesse fazer essa observação. – Você deve ser Cory. – Sou eu mesmo – Cory respondeu com petulância. Lou registrou sua desaprovação pressionando com o dedo o bíceps do filho. Cory contraiu o músculo em resposta. – Prazer em conhecê-lo, rapaz – Al-Falah disse, ignorando o tom de Cory. – Estava ansioso por isso. – Insistente, crescentou: – Com certeza mais do que você. Você não parece entusiasmado por estar aqui. Cory não respondeu imediatamente. – Não, realmente não – enfim disse, livrando o braço do aperto do pai. Por reflexo, esfregou o braço como que para remover sinais do apertão de Lou.

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