Artboard 33 Artboard 16 Artboard 18 Artboard 15 Artboard 21 Artboard 1 Artboard 2 Artboard 5 Artboard 45 Artboard 45 Artboard 22 Artboard 9 Artboard 23 Artboard 17? Artboard 28 Artboard 43 Artboard 49 Artboard 47 Artboard 38 Artboard 32 Artboard 8 Artboard 22 Artboard 5 Artboard 25 Artboard 1 Artboard 42 Artboard 11 Artboard 41 Artboard 13 Artboard 23 Artboard 10 Artboard 4 Artboard 9 Artboard 20 Artboard 6 Artboard 11 Artboard 7 Artboard 3 Artboard 3 Artboard 12 Artboard 25 Artboard 34 Artboard 39 Artboard 24 Artboard 13 Artboard 19 Artboard 7 Artboard 24 Artboard 31 Artboard 4 Artboard 14 Artboard 27 Artboard 30 Artboard 36 Artboard 44 Artboard 12 Artboard 17 Artboard 17 Artboard 6 Artboard 27 Artboard 19 Artboard 30 Artboard 29 Artboard 29 Artboard 26 Artboard 18 Artboard 2 Artboard 20 Artboard 35 Artboard 15 Artboard 14 Artboard 48 Artboard 50 Artboard 26 Artboard 16 Artboard 40 Artboard 21 Artboard 29 Artboard 10 Artboard 37 Artboard 3 Artboard 3 Artboard 46 Artboard 8

Roland Barthes - O Ofício de Escrever (Cód: 2635108)

Marty,Eric

Difel

Ooops! Este produto não está mais a venda.
Mas não se preocupe, temos uma versão atualizada para você.

Ooopss! Este produto está fora de linha, mas temos outras opções para você.
Veja nossas sugestões abaixo!

De: R$ 69,90

Por: R$ 52,40

em até 1x de R$ 52,40 sem juros
Cartão Saraiva: 1x de R$ 49,78 (-5%)

Total:

Em até 1x sem juros de


Crédito:
Boleto:
Cartão Saraiva:

Total:

Em até 1x sem juros de


Roland Barthes - O Ofício de Escrever

R$52,40

Quer comprar em uma loja física? Veja a disponibilidade deste produto

Entregas internacionais: Consulte prazos e valores de entrega para regiões fora do Brasil na página do Carrinho.

ou receba na loja com frete grátis

X
Formas de envio Custo Entrega estimada

* Válido para compras efetuadas em dias úteis até às 15:00, horário de Brasília, com cartão de crédito e aprovadas na primeira tentativa.

X Consulte as lojas participantes

Saraiva MegaStore Shopping Eldorado Av. Rebouças, 3970 - 1º piso - Pinheiros CEP: 05402-600 - São Paulo - SP

Descrição

Espécie de memória de uma amizade, celebração - e conturbações - de duas vidas que se cruzaram, Roland Barthes, o ofício de escrever é um rico depoimento literário que pretende restituir parte das atitudes, dos gestos e das ideias de Barthes, sobretudo seu perfil e seu olhar. Uma reflexão sobre as relações que podem unir o escritor e aquele que (ainda) não escreve ou que se apresenta na forma de discípulo.

Após quase 30 anos de sua morte, Roland Barthes permanece vivo nos debates literários, nos currículos e nas referências bibliográficas de cursos de literatura, linguística, ciências humanas e sociais. Sua obra é considerada cada vez mais contemporânea e pertinente.

O relato do encontro do jovem discípulo com o mestre é seguido por uma meditação sobre a obra e sua minuciosa investigação.

O livro projeta o pensador francês a três leituras diferentes: 'Memória de uma amizade', relato autobiográfico que conta o transcorrer cotidiano de seus últimos anos; 'A obra', que recorre a toda sua produção textual e crítica de forma singular; 'Sobre Fragmentos de um discurso amoroso', textos críticos que pretendem decifrar a estratégia subterrânea do livro mais conhecido do autor através dos motivos obsessivos da Imagem e do Não-Querer-Possuir.

Características

Peso 0.44 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Difel
I.S.B.N. 9788574320953
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 384
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788574320953
Número da edição 1
Ano da edição 2009
País de Origem Brasil
AutorMarty,Eric

Leia um trecho

"Tentei nesse trabalho de memória não minimizar o que poderia existir de ingenuidade em mim, e que aliás não era apenas a ingenuidade da minha juventude, mas a de uma época, que, também ela, era jovem." (p. 16) "Estamos um dia no bar de Pont-Royal, estranhamente deserto. Um homem de uns cinqüenta anos, típico subautor Gallimard, terno azul, rosto avermelhado e um pouco bêbado se aproxima, arranca uma toalha de mesa e pede a Barthes um autógrafo. Barthes assina, e então o outro começa a gritar sem parar: 'Eu tenho uma porcaria de Roland Barthes...' Levanto e lhe dou um tapa e, com a ajuda do barman, o coloco para fora. Enquanto isso Barthes fica afundado num sofá de couro do bar. Vou aos poucos entendendo o que é a notoriedade. Num outro dia, estamos num concerto numa igreja. No programa, Quinteto para clarineta de Brahms, em seguida dois quartetos extraordinariamente belos. No entreato, um casal idoso se vira e faz elogios a Barthes num tom pomposo e antiquado. Nós ficamos como dois meninos na primeira comunhão." (p. 102) "Para Barthes, o discurso amoroso estaria do lado da autenticidade (ele exprime perfeitamente o ser do qual é fenômeno), enquanto a narrativa estaria do lado da facticidade: facticidade no sentido comum, mas também no sentido fenomenológico, que a define como sendo da ordem da contingência. A facticidade da narrativa de amor se explica pela sua natureza narrativa. Toda narrativa é uma seqüência de fatos tomados em sua forma de contingência (o herói precisa de um nome, precisa ser moreno, louro ou ruivo, morar na cidade ou no campo etc.)." (p. 276)