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Santos e Pecadores (Cód: 4934204)

Pedro Avelino dos Santos Júnior

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Descrição

O Escriba

Não escrevo para ganhar dinheiro. O dinheiro é consequência de algo feito ou de um trabalho realizado. Sei lá. Gosto de escrever qualquer coisa entre o céu e a terra. Entre Deus e o diabo. A minha escrita é vagabunda. Sem compromisso algum. Gosto de escrever porque gosto. A minha vida é um livro aberto para toda pessoa, não importa o sexo, ler.
Não escrevo por acaso. A escrita está dentro de mim. Falo e escrevo sobre a minha vida e faço isso sem culpas. Escrevo sobre qualquer situação que achar interessante e às vezes até mesmo quando não é. A escrita é uma borboleta que acaba de sair do casulo. Há momentos que sabe aonde vai e há momentos que sabe mesmo aonde vai. Escrever é simples assim. É só querer fazer.
Não se pode pensar o que escrever. Escreve-se e pronto. Quem escreve acrescenta um ponto. Na escrita é preciso ser cara de pau. Na escrita é preciso não ter vergonha de errar. Quando se quer redigir algum texto, não se preocupe com os erros. Errar é humano. E é bom errar. Errando a gente aprende muito mais. Escreva o que você imaginar. A escrita é livre. Ela não é escrava do pensamento. O pensamento não é escravo da escrita. Os dois andam coladinhos. Normalmente, só andam juntos. Escreva e pronto. Não se preocupe com que os outros vão falar. A escrita é sua e é livre. A liberdade de escolha é lei. A liberdade de imprensa também é. Você não será massacrado por escrever. Ninguém pode te condenar por isso. Eu não te condeno.
A escrita é tão importante que não existe leitura sem ela. Ninguém consegue ler sem a escrita. A escrita é essencial. É bom escrever sobre qualquer coisa. Escreva e divirta-se com sua escrita. Sim, existe de todo tipo. Aquelas boas e as ruins. Mas não importa. O importante é escrever. Não estou escrevendo muito sobre o redigir. É um parente bem próximo da escrita. No final é tudo a mesma coisa. Redigir e escrever são de grande relevância para o aprendizado do ser, humano que é. Rediga. Escreva. Se divirta com a sua redação.
Escrevo sobre pessoas. Escrevo sobre animais. Sobre plantas. Sobre o natural e o sobrenatural. Escrevo sobre tudo e todos. Gosto de escrever sobre tudo aquilo a mim faz bem. Escrevo sobre Carlos Lamarca e Zequinha. Caetano Veloso e Gilberto Gil. Castro Alves e Milton Santos. Também sobre outros tantos escreverei. Não dar para não escrever. É escrever e pronto. Escreve-se sobre a ficção e sobre a realidade. Escreve-se sobre os deuses e sobre as ninfas das florestas. Tudo pode ser escrito. E a escrita pode ser tudo e todos. Não dar para escrever sem usar e muito bem a pontuação. Pontuação e escrita andam sempre juntos. Um não vive e nem sobrevive sem o outro. São inseparáveis. Isso é verdade. A boa escrita exige sempre boa pontuação. Senão uma coisa pode virar outra coisa. Vira uma confusão danada. E aí tudo vai por água abaixo. Uma pessoa pode ser até condenada por um simples erro de grafia, quero dizer, escrita. Imagine uma cena por escrito de um julgamento qualquer. A escrita por excelência é de grande relevância histórica por si só. A boa escrita salva da morte. A má escrita condena à morte.
Depois da absolvição do julgado, o juiz havia redigido o seguinte termo. Observe a expressão escrita pelo magistrado como exemplo: perdão impossível, que seja cumprida a sentença. Na leitura do auto certamente haveria uma má interpretação por quem leu o que estava escrito. De modo que a escrita do termo é que não estava correta. Por certo deveria ter escrito da seguinte forma: perdão, impossível que seja cumprida a sentença. A pontuação em uma determinada expressão por mais descomplicada que seja é de imensa importância para quem ler. Perceba que a mudança de posição da vírgula no enunciado acima fez toda a diferença no julgamento exemplificado. A vírgula faz parte dos sinais de pontuação. Logo, é relevante reafirmar que, a boa escrita necessita de uma boa pontuação. Sei lá, escrever faz bem para o meu coração. Gosto de escrever. Essa escrita malandra, sem abreviações. Até quando uso o Orkut gosto de escrever por extenso. As abreviações não fazem parte do meu vocabulário. Sei lá sou assim mesmo, intransigente. Nostálgico até. Talvez quadrado. Sei lá, qualquer coisa assim.
A escrita me leva por novos horizontes. Escrever sem compromisso faz bem ao meu ego. Não é muito fácil ser um escriba não. Mas vale a pena ao menos tentar ser. Escrever é bom, principalmente o que faz bem às pessoas que leem. Não tenho a pretensão de viver de escrever, mas pretendo que algumas centenas de pessoas percebam e sintam o valor da escrita em suas vidas.
A escrita nos leva a leitura. A leitura daquilo que está escrito nos leva a conhecer novos mundos. Novos universos celestiais e profanos. A leitura é que nos faz ver o mundo com novos olhares. A leitura nos faz sermos críticos e questionadores. Ser critico é uma coisa. Ser questionadores é outra. Sim, estão sempre juntos também. Sei lá, acho que é importante a leitura. E sem a escrita não há.
Faça a experiência. Escreva. Rediga alguma coisa relacionada à vida. Pense em algo interessante, quero dizer, que você ache importante e rediga sobre esse algo. Assim, simplesmente. Sem culpas. Procure se realizar com o uso da escrita e verá a transformação em sua vida. Não importa, a escrita me transformou. Sou outro cara. Se não escrevo sinto muita falta.
Não dar para ficar sem escrever. A escrita é algo que está dentro de mim. Ela faz parte da minha vida. Uma diversão. Acho até que relaxante escrever. Ser um escriba não é de todo ruim. Muitas pessoas se realizam escrevendo coisas: poesias, crônicas, romances, todo tipo de gênero literário, enfim. Há poetas, romancistas, cronistas. Não sou nem um deles não. Apenas escrevo qualquer coisa, sem compromisso nenhum.
Escrevo sobre tudo. Escrevo sobre o mundo. Sobre as pessoas do mundo. Sobre as coisas do mundo. Sobre os animais do mundo. Sobre (animais) racionais e irracionais. Sobre Deus e sobre o Diabo. Sobre o bem e o mal. Sobre santos e pecadores. Sobre o ano velho e o ano novo. Sobre pais e mães. Sobre irmãos e irmãs. Sobre a terra e suas camadas. Sobre o oceano e o gelo. Escrevo sobre mim mesmo e gosto. Vê sobre quantas coisas se pode escrever? É somente iniciar. É só querer fazer e de preferência bem feito.
A escrita não te condena não. Não tenha medo dela. Não se preocupe com ela. Não te fará nenhum mal. Ela só é um pouco exigente. A fêmea dos sonhos. Escreva. Use a escrita para o que é bom. Faça bom proveito da grafia. Por hoje ainda, não chega.

Características

Produto sob encomenda Sim
Marca publique-se!
Cód. Barras 9999049342046
Início da Venda 02/06/2013
Coleção / Série Crônicas
Territorialidade Internacional
Formato Livro Digital Pdf
Proteção Drm Sim
Número da edição 2
Ano da edição 2013
Idioma 333
Código do Formato Pdf
Ano da Publicação 113
VOLUME 1
Peso 0.00 Kg
AutorPedro Avelino dos Santos Júnior

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