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Seja o Detetive - Você na Cena do Crime (Cód: 1576772)

Vogt,M. Diane

Gente

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Seja o Detetive - Você na Cena do Crime

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Descrição

Como isso aconteceu? Golpe fatal? Culpado ou inocente? Assassinato?
Essas são perguntas às quais só você poderá dar as respostas.
Coisas estranhas acontecem e a suspeita cai sobre todos. É necessário descobrir rapidamente os enigmas que permeiam esses casos...
Porque, aqui, você é o detetive!
'Seja o Detetive' traz um verdadeiro quebra-cabeça criminal, repleto de detalhes e pistas judiciais que o ajudarão a desvendar mistérios e enigmas acerca de casos instigantes. Se você gosta de desafios, este é o livro certo para estimular seu senso de observação e de investigação.

Características

Peso 0.44 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Gente
I.S.B.N. 9788573125245
Altura 0.00 cm
Largura 0.00 cm
Profundidade 0.00 cm
Idioma Português
Cód. Barras 9788573125245
País de Origem Brasil
AutorVogt,M. Diane

Leia um trecho

INTRODUÇÃO Como farei para solucionar os crimes? Primeiro, leia a história. No decorrer da leitura, preste atenção nas pistas que poderiam ajudá-lo a responder à pergunta. Algumas delas se escondem na narrativa que um personagem faz do crime, outras se manifestam em um comportamento suspeito e outras ainda se encontram em uma descrição de evidências físicas. Fique alerta às mentiras, pois com freqüência elas indicam que alguém está ocultando a própria culpa. Se você ficar num impasse, tente visualizar o crime como talvez tenha acontecido e examine as evidências físicas e as narrativas em primeira mão. Nem todas as perguntas do enigma vão pedir a você que identifique os culpados: algumas lançarão o desafio de desvendar os motivos do criminoso, determinar as causas da morte ou explicar como os investigadores capturaram o culpado. 1 SHORTS EM EVIDÊNCIA Teresa e Catarina, estudantes de Direito, receberam a incumbência de investigar um antigo caso e pedir recurso como pré-requisito da conclusão do curso. O réu, Martin Correa, havia sido condenado duas vezes. Em seu primeiro julgamento, quinze anos antes, fora sentenciado como culpado e condenado à morte. Uma apelação feita no ano seguinte resultou em novo julgamento, no qual ele também foi condenado, desta vez à prisão perpétua. Martin, porém, continuava alegando inocência. As duas estudantes sabiam que, se de algum modo pudessem provar que ele era inocente ou conseguissem um novo julgamento, não apenas estariam servindo ao sistema judicial, do qual desejavam participar, como também salvariam a vida de um ser humano e ganhariam uma nota excelente pelo projeto. Talvez essa nota fosse boa o bastante para conquistar uma oferta de trabalho em uma das firmas de prestígio que almejavam. - Vamos, Cá - disse Teresa, tarde da noite, depois de ambas terem trabalhado sem parar naquele caso durante dias. - Você sabe que esse cara não vai sair da cadeia. - Mas ele é inocente. - Sim, sim - Teresa bufou. - É o que todos dizem. - Mas poderia ser verdade - retrucou Catarina. - De qualquer forma, temos de redigir a apelação, então deveríamos também explorar todas as alternativas. Precisamos de novas provas. Mais uma vez, Catarina folheou as fotos da cena do crime, observando atentamente a faca, a posição do corpo e a mobília ensangüentada ao redor. - O que podemos pedir que ainda não tenha sido feito? Teresa ergueu a mão e esfregou os músculos doloridos da nuca. Tinham estudado com muita atenção os antigos arquivos, lido os mandados judiciais e as transcrições e examinado as evidências - a tal ponto que ela poderia dizer tudo de cor, dormindo, se conseguisse dormir. - Está bem - concordou, exausta, desejosa de encerrar a tarefa e desistir. - Martin foi condenado pelas marcas de mordidas apresentadas como provas em ambas as vezes. Nos dois julgamentos, a dentição de Martin foi comparada às marcas deixadas na coxa da falecida, e o júri achou que batiam. - Você sabe quanto essa prova é controversa! E ela estava usando shorts, portanto a mordida foi feita através do tecido - argumentou Catarina. - O júri achou que a prova era conclusiva! - Mas o júri se deixou influenciar pela prova circunstancial. Martin morava na vizinhança, era freguês do bar onde ela foi morta e, naquela noite, estava lá. Catarina se empenhara muito naquela tarefa. Não desistiria até encontrar novas evidências para apresentar. De repente, teve um estalo: - Os shorts! Como os shorts da vítima poderiam ajudar a provar se Martin era culpado ou inocente? Solução na página... 2 OS BONS VIZINHOS Durante as sete décadas de sua vida, Edna Maria Wittkop viveu na região do extremo norte de Michigan, um lugar gelado de doer. Por causa disso, aprendeu a valorizar os bons vizinhos. Logo cedo, naquela manhã, um deles, Heitor Timmons, removeu a neve pesada que caíra na entrada da garagem de Edna enquanto ela assava uma torta de abóbora para retribuir o favor. A torta ainda estava quente quando decidiu entregá-la ao vizinho. Seus pés deslizaram para dentro de um par de botas pesadas. Vestiu com pressa uma jaqueta acolchoada e ergueu o capuz para cobrir a cabeça. Ajeitou os velhos óculos sobre o nariz, calçou as luvas grossas, pegou a torta e, com passinhos curtos, saiu pela porta da cozinha. Com cuidado, Edna Maria caminhou pela calçada que o vizinho havia pouco livrara da neve e atravessou a rua. Respirando com dificuldade, tocou a campainha de Heitor. - Bom, não posso deixar a torta do lado de fora - disse a si própria. Mesmo brigando com suas luvas, ela tentou girar a maçaneta para abrir a porta. - Olá! Heitor, você está aí? - chamou, ofegante pelo esforço. Ao entrar, parou de súbito, petrificada de horror. Perto do corpo inerte de Heitor, um homem estava ajoelhado. Ergueu o olhar, observou-a por vários segundos e em seguida saiu como um raio rumo à porta da cozinha. Quando enfim a ambulância e o xerife chegaram à cena, Edna contou-lhes tudo o que sabia. - Heitor Timmons foi atacado - explicou, com a voz trêmula. Quando o xerife a pressionou mais um pouco, ela não conseguiu dar uma boa descrição da pessoa que agredira Heitor. Por que não? Solução na página... 3 EM DOSE DUPLA A Sociedade Internacional de Gêmeos Idênticos realizava sua convenção anual em Las Vegas. Jéferson e Jonas, membros da entidade, eram mágicos profissionais. Encarregavam-se do entretenimento com a assistência de suas esposas, também membros da sociedade, Susana e Sara. Os quatro trajavam-se de forma idêntica e usavam sua aparência absolutamente igual para aprimorar os truques. A platéia não conseguia distinguir os gêmeos, e o número que faziam era um sucesso. Durante o espetáculo, houve uma discussão. Um dos mágicos, enfurecido, agarrou as facas, compridas e pesadas, e começou a fazer malabarismos com elas. Perdeu a concentração, derrubou-as e uma delas atingiu Sara no peito. O sangue manchou-lhe as roupas. A platéia explodiu em gargalhadas, achando que era parte do espetáculo. Susana, porém, ficou escandalizada: - Você matou minha irmã! - bradou, agarrando uma faca para ameaçá-lo. O outro mágico lutou com ela, tomou-lhe a faca e apunhalou a mulher na garganta. O sangue jorrou da artéria carótida, encharcando o mágico. Sem saber o que de fato acontecia, a platéia gargalhava ainda mais enquanto as cortinas baixavam apressadamente, ocultando a cena pavorosa. O gerente do hotel, o senhor Pingüim, caminhava de um lado para outro, com o celular junto da orelha, enquanto relatava o acidente: - Ninguém toca em nada aqui! - disse aos que se acumulavam nos bastidores. - Precisamos preservar a cena e as evidências. Os detetives logo descobriram que Jéferson e Sara mantinham um caso e que os respectivos cônjuges tinham descoberto tudo naquela noite, no palco. Além disso, Susana estava grávida. Ao observar os detetives, que levavam os irmãos algemados, e os investigadores, que recolhiam amostras de sangue e outras evidências na cena do crime, o senhor Pingüim comentou com o preocupado presidente da associação: - Eles vão analisar o DNA e organizar tudo isso. Esses caras logo estarão na cadeia. O responsável pela perícia, no entanto, afirmou: - A única maneira de resolver o mistério é fazer "esses caras" confessarem. Por quê? Solução na página... SOLUÇÕES Solução 1: Shorts em evidência Em 1985, cientistas ingleses descobriram que todo ser humano apresenta DNA exclusivo, à exceção dos gêmeos idênticos. Somente em 1992 o National Research Concil (Conselho Nacional de Pesquisa) deu respaldo aos testes de DNA como método confiável de identificação de suspeitos de crimes. Depois disso, a tecnologia fez sua entrada em grande estilo na rotina do sistema judicial. Quinze anos atrás (o livro é de 2005), quando Martin foi condenado, os advogados de acusação não efetuavam testes de DNA na maior parte dos casos, pois o custo muito alto os tornava proibitivos para quase todos os orçamentos de execução jurídica. Neste caso, os shorts que a falecida usava quando foi mordida poderiam passar por um exame de saliva, que provavelmente havia no tecido. Mesmo com a passagem do tempo, a saliva poderia ser processada e o DNA comparado ao de Martin. Se não combinasse, ele estaria livre. Se combinasse, suas afirmações de inocência ficariam reduzidas, mas não seriam retiradas. Afinal de contas, as mordidas não causaram a morte da garçonete. Ela foi esfaqueada até a morte. Solução 2: Os bons vizinhos Edna Maria conseguiu ver a forma do corpo de Heitor e a silhueta de um homem parado perto dele, nada mais que isso. Seus óculos ficaram embaçados, pois ela entrara na casa, que estava quente, vinda de um ambiente externo bastante frio. Sua respiração ofegante e a torta quente, somadas à umidade, ajudaram a nublar ainda mais sua vista. Ela não apenas não podia enxergar quem atacara Heitor como também era incapaz de ver qualquer coisa com nitidez naquele momento se não limpasse os óculos. Solução 3: Em dose dupla A platéia não era capaz de distinguir os gêmeos, portanto não existia testemunha ocular válida. Ambos os irmãos manusearam a arma do crime, logo as digitais não identificariam o assassino. Cada irmão, em separado, ensopou-se com o sangue de apenas uma das irmãs. As evidências, contudo, não determinariam que irmã sangrou sobre cada irmão. O DNA de gêmeos idênticos também é idêntico. Assim, as provas colhidas pelo DNA não poderiam determinar qual dos gêmeos matou sua vítima nem qual deles era o pai da criança. Os irmãos precisavam apenas negar-se a testemunhar um contra o outro - e ambos seriam libertados.