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Sem Deixar Rastros (Cód: 4226307)

Coben,Harlan

Arqueiro

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Descrição

'Myron Bolitar parecia destinado a uma carreira de sucesso na NBA quando uma lesão no joelho o afastou definitivamente das quadras. Porém, 10 anos depois, o agente esportivo, que também atua como detetive nas horas vagas, está de volta ao jogo – não para cumprir seu destino como astro do basquete, mas para desvendar mais um mistério.

O ídolo dos Dragons de Nova Jersey Greg Downing, principal adversário de Myron na época da faculdade, desapareceu sem deixar rastros pouco antes das finais do campeonato nacional. À frente do caso, Myron trabalhará infi ltrado entre os jogadores para tentar obter informações que o levem ao paradeiro do antigo rival, com quem também competiu pelo amor de uma mulher.

O que a princípio parece um típico desaparecimento vai ganhando contornos inesperados à medida que a investigação avança, reacendendo em Myron lembranças que ele nunca imaginou ter que reviver.

Com a ajuda de seus fiéis escudeiros, o excêntrico Win e a ex-lutadora profissional Esperanza, ele comprovará que seus piores pesadelos estão mais vivos do que nunca. E, em meio ao glamour da NBA e a criminosos da pior espécie, vai descobrir coisas sobre si mesmo que mudarão sua vida para sempre

Características

Peso 0.36 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Arqueiro
I.S.B.N. 9788580410907
Altura 23.00 cm
Largura 16.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 272
Acabamento Brochura
Tradutor Mendes, Marcelo
Cód. Barras 9788580410907
AutorCoben,Harlan

Leia um trecho

Capítulo 1 –POR FAVOR, PROCURE se comportar. – Eu? – disse Myron. – Sou um amor de pessoa. Myron Bolitar estava sendo conduzido ao longo de um dos corredores escuros do estádio de Meadowlands por Calvin Johnson, o novo diretor-geral dos Dragons de Nova Jersey. Os sapatos sociais dos dois ressoavam ruidosamente sobre o piso de cerâmica, ecoando através dos estandes vazios de sanduíches, pretzels, sorvete e lembrancinhas. Das paredes saía o cheirinho do cachorro-quente – meio emborrachado e artificial, porém nostalgicamente delicioso – vendido durante os jogos. O silêncio do lugar os perturbava: nada mais oco e sem vida do que um estádio vazio. Calvin Johnson parou diante da porta de uma das tribunas de luxo. – Você vai estranhar um pouco esta conversa – disse. – Procure dançar conforme a música. – Tudo bem. Calvin alcançou a maçaneta e respirou fundo. – Clip Arnstein, o proprietário dos Dragons, está esperando por nós. – E mesmo assim não estou tremendo – disse Myron. Calvin Johnson balançou a cabeça. – Comporte-se. Myron apontou para o próprio peito. – Vim de gravata e tudo. Calvin enfim abriu a porta. A tribuna dava para a parte central da arena, onde vários funcionários colocavam o piso de basquete sobre o gelo do hóquei. Os Devils haviam jogado na véspera. Logo mais seria a vez dos Dragons. O lugar era aconchegante. Vinte e quatro cadeiras estofadas. Dois monitores de televisão. À direita se via o balcão de madeira sobre o qual eram servidas as comidas: em geral frango frito, cachorro-quente, bolinho de batata, coisas assim. À esquerda, um frigobar e um carrinho de metal repleto de bebidas. O lugar também contava com um banheiro privativo, de modo que os cartolas não tivessem que urinar junto à ralé. Clip Arnstein estava de pé e olhava para eles. Vestia um terno azul-marinho com gravata vermelha. Era calvo, com tufos grisalhos sobre as orelhas. Um homem forte, ainda robusto, apesar de seus mais de 70 anos. As mãos grandes, salpicadas de manchas senis, exibiam veias azuladas que, de tão gordas, lembravam mangueiras de jardinagem. Por um bom tempo ele ficou onde estava, examinando Myron da cabeça aos pés. – Gostou da gravata? – perguntou Myron. Calvin Johnson o fulminou com um olhar de advertência. O velho não se adiantou para cumprimentá-los; apenas disse: – Com quantos anos está agora, Myron? Um modo interessante de iniciar uma conversa. – Trinta e dois. – Tem jogado ultimamente? – Pouco – respondeu Myron. – Está em forma? – Quer que eu faça umas flexões? – Não será necessário. Ninguém se sentou nem ofereceu uma cadeira aos recém-chegados. Naturalmente os únicos assentos disponíveis ali eram os fixos, que davam para a arena, mas ainda assim era estranho ficar de pé num encontro de natureza profissional. Myron aos poucos foi ficando inquieto, sem saber ao certo o que fazer com as mãos. Pescou uma caneta do paletó, mas não adiantou. Então enfiou as mãos nos bolsos e ficou naquela postura canhestra, afetando a displicência de um modelo de propaganda de moda. – Myron, temos uma proposta interessante para lhe fazer – disse Arnstein. – Proposta? – devolveu Myron, o incorrigível interrogador. – Sim. Fui eu quem o recrutou, você sabe disso. – Sei. – Dez, 11 anos atrás. Quando eu ainda estava com os Celtics. – Eu sei. – Primeira bateria. – Eu me lembro muito bem, Sr. Arnstein. – Você era uma bela promessa, Myron. Um jogador inteligente. Um toque inacreditável. Um poço de talento. – “Eu poderia ter sido alguém” – disse Myron. Arnstein franziu a testa numa careta que se tornara famosa ao longo dos seus mais de 50 anos dedicados ao basquete. A tal careta surgira na década de 1940, quando o jovem Clip ainda jogava com os Rochester Royals, hoje extintos. Tornara-se ainda mais conhecida depois que, já como técnico, ele conduziu os Boston Celtics à vitória em vários campeonatos. E foi alçada à condição de lenda após as famosas contratações feitas como presidente do time. Três anos antes, Clip havia se tornado o sócio majoritário dos Dragons de Nova Jersey, e a careta agora residia na East Rutherford, na altura da saída 16 da New Jersey Turnpike. – O que é isto, Marlon Brando? – ele cuspiu, áspero. – Estranho, não? É como se o próprio Marlon estivesse com a gente. Subitamente, as feições de Clip relaxaram. Ele agora meneava a cabeça lentamente, fitando Myron com uma expressão paternal. – Você brinca para esconder a dor – falou, sério. – Eu entendo. – Posso lhe ser útil em alguma coisa, Sr. Arnstein? – Você não chegou a participar de nenhum jogo profissional, chegou? – O senhor sabe muito bem que não. Clip mais uma vez meneou a cabeça. – Seu primeiro jogo na pré-temporada – relembrou. – Terceiro quarto. Já havia marcado 18 pontos. Nada mal para um novato em seu primeiro amistoso. Foi então que o destino lhe pregou uma peça. A peça do destino havia sido Burt Wesson, um grandalhão dos Washington Bullets. Uma trombada violenta, uma dor lancinante, um apagão. – Uma grande tragédia – arrematou Clip. – Ahã. – Nunca consegui aceitar direito isso que aconteceu com você. Que desperdício. Myron olhou de relance para Calvin Jonhson, que olhava para o nada de braços cruzados, um lago plácido nas feições do rosto negro. – Ahã – disse Myron novamente. – Por isso eu gostaria de lhe dar uma nova chance. Myron teve certeza de que tinha ouvido mal. – Como é que é? – Temos uma vaga no time. Gostaria de contratá-lo. Myron esperou um instante. Olhou para Clip, depois para Calvin. Nenhum dos dois estava rindo. – Cadê? – perguntou ele. – Cadê o quê? – A câmera. É um daqueles programas de pegadinha da TV, não é? – Não é pegadinha nenhuma, Myron. – Só pode ser, Sr. Arnstein. Faz 10 anos que não participo de um torneio de basquete. Fraturei o joelho, lembra? – Tudo bem. Mas, como você mesmo disse, isso foi há 10 anos. Sei que conseguiu recuperar seu joelho depois da cirurgia e de muita fisioterapia. – Então deve saber também que tentei voltar a jogar. Sete anos atrás. Mas o joelho não aguentou.