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Será que a Ciência nos Engana? (Cód: 5014872)

Bono, Ernesto

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Será que a Ciência nos Engana?

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Descrição

Numa profunda revisão que efetuei em busca da verdade científica, deparei-me com a mentira oficial e oficializada. Tal mentira decorre do fato de que ninguém sabe o que vem a ser “pensar” e “conhecer”. Ninguém foi capaz de surpreender em si mesmo as origens do pensamento, sem a intromissão do raciocínio estúpido e enganador. Pouca gente faz uso do autoconhecimento e da intuição profunda. Se as duas atitudes mentais fossem postas em prática, facilmente se descobriria que em todos nós existem faculdades psíquicas válidas (normalmente intemporais) e faculdades psíquicas não-válidas (ou temporais). Meramente usar o pensamento é igual a forjar o tempo físico e psíquico. Bom mesmo é saber-sentir, entender, intuir, dar-se conta, e nada disso se iguala ao pensar. Tempo é pensar, mal pensar é tempo. A dor, o medo, a impressão-convicção de pessoa separada do resto, a tirania da morte acrescentada, essas são molas mestras da agonia e da especulação humana ou raciocínio. Ou se sente e se sabe a verdade mais pura, ou senão se a pensa e se acredita poder conhecê-la feito um objeto, feito um pretenso ele à parte, feita um falso deus-personificado. Mal pensar ou mal conhecer é igual a bifurcar a verdade em duas ou mais mentiras que se superpõem aos fatos reais. E mais ainda, a vida real nunca começou nem terminará; simplesmente fulgura aqui e agora. Nosso viver cotidiano é vida reconstruída ou temporal, é só memória-raciocínio-imaginação, No homem de antigamente prevalecia um monismo natural (não pluralidade) não afetado. Ficar cônscio ou consciente de alguém ou de alguma coisa é igual a recriar descuidadamente a pessoa pensante e a coisa pensada, ou a pluralidade. Sim, porque a imposição e a supremacia do dualismo perceptual e cultural se devem aos maus sacerdotes e às religiões organizadas de todos os tempos. Nem todos vêem a realidade (mundo, vida etc.) da mesma maneira, porque o senso comum é uma imposição ladina que começa na infância. A lógica vulgar cria a ciência, mas a lógica extremada e autofágica exclui o falso e burila o que há de verdadeiro na ciência. O ego pretensamente observador, especulador e experimentador do cientista se diminui ou se anula diante dos pretensos fenômenos externos. Certos homens antigos sabiam bastante a respeito de Deus e da alma; outros, porém, já exacerbando o seu pensar, inventaram bonecos de adoração e fantasmagorias anímicas, boas para impressionar e escravizar. A visão pluralista do Ocidente e a visão não-dualista do Oriente. A grande alma (ou consciência) é “eu sou o que sou” e a base de tudo. A supremacia das religiões foi devida às ambições do ego. No mundo organizado abundam os adulteradores da mensagem eterna. As antigas escolas esotéricas de conhecimento eram totalmente diferentes da lógica-razão científica. A magia e a ciência dos antigos, construtoras de portentos inexplicáveis simplesmente deixou obras, mas não explicações. E isso porque sempre houve diferenças entre especulação filosófico-científica e técnica antiga.

Características

Peso 0.00 Kg
Produto sob encomenda Sim
Marca publique-se!
Idioma 332
Acabamento e-book
Territorialidade Internacional
Formato Livro Digital Epub
Proteção Drm Sim
Coleção / Série Ciência, a Nova Religião
Início da Venda 25/07/2013
Código do Formato Epub
VOLUME I
Cód. Barras 9999050148729
AutorBono, Ernesto