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Shalimar, o Equilibrista (Cód: 178088)

Rushdie, Salman

Companhia Das Letras

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Descrição

O nono romance de Salman Rushdie é uma trama magistral de narrativas interconectadas, uma obra-prima sobre a paixão e a violência. Ao longo de seis décadas, conta uma história de amores arrebatados que corre paralela à violência da disputa pelos territórios da cidade de Estrasburgo, na França, durante a Segunda Guerra, a da Caxemira, no nordeste do subcontinente indiano, desde a criação do Paquistão, em 1947, até os dias de hoje. 'Não pense na corda como uma linha de ar recolhido. Ou pense no ar como alguma coisa se preparando para ser corda. A corda e o ar são a mesma coisa. Quando entender isso, vai estar pronto para voar.'[...] Shalimar se lembrou de seu pai ensinando-o a andar na corda e compreendeu que viajar pelas rotas secretas do mundo invisível era exatamente a mesma coisa. Quando a pessoa aprendia a usá-las, a sensação era de estar voando, como se o mundo ilusório em que vivia a maioria das pessoas estivesse desaparecendo...'

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Companhia Das Letras
Cód. Barras 9788535906745
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 8535906746
Profundidade 0.00 cm
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 392
Peso 0.60 Kg
Largura 16.00 cm
AutorRushdie, Salman

Leia um trecho

Trechos: "O palácio do poder é um labirinto de salas interligadas. Não tem janelas, nem porta visível. Sua primeira tarefa é encontrar um jeito de entrar. Quando resolver esse enigma, quando chegar como suplicante à primeira ante-sala do poder, vai encontrar bela um homem com cabeça de chacal, que vai tentar expulsar você. Se ficar, ele vai tentar devorar você. Se com algum truque conseguir passar por ele, você vai entrar numa segunda sala, guardada dessa vez por um homem com cabeça de cão raivoso, e na sala seguinte vai encontrar um homem com cabeça de urso faminto, e assim diante. Na penúltima sala, existe um homem com cabeça de raposa. Esse homem vai tentar afastar você da última sala, na qual está sendo o homem de verdadeiro poder. Ou melhor, ele vai tentar convencer você que já está nessa sala e que ele próprio é esse homem. [...] Quando o homem de poder concordar em atender os seus pedidos, porém, você não deve cortar a cabeça dele. Tome todo o cuidado para não cortar! A decapitação de governantes é uma medida extrema, quase nunca exigida, nunca recomendada. Estabelece um mal precedente. Em vez disso, tenha o cuidado de pedir não só o que você for pedir, mas também um saco de carne. Com o suprimento de carne fresca, vai poder atrair os homens-pássaro para o seu fim. Fora com suas cabeças! Snick-snack! Corte, corte, até estar livre. A liberdade não é uma festa, India. A liberdade é uma guerra." "O vôo noturno do Bugatti Racer de Molsheim para Clermont-Ferrand se transformaria em um dos grandes mitos da resistência e na sussurrada logo adquiriu a força sobrenatural de uma fábula: a impossível supervelocidade da aeronave perfurando o céu negro; o vôo a baixa altitude para a liberdade que só os mais hábeis e destemidos pilotos poderiam ter realizado; a barreira das quinhentas milhas por hora quebrada pela primeira vez na história, quando o recorde mundial foi extra-oficialmente, mas inquestionavelmente, abalado e, mais importante, reclamado pela França aos alemães, transformando-se assim em um metáfora da Libertação; a audaciosa decolagem de uma estrada campestre e o pouso no escuro sem lua ainda mais perigoso numa planície de relva onde as legiões de Júlio César haviam marchado para a oppidum de Gergovia, onde Vercingetorix, o chefe dos arvenos, as derrotou. Parte disso era certamente verdade, mas nos últimos anos o próprio Maximilian Ophuls parecia pronto a admitir os mitos para embelezar a verdade. Tinha mesmo quebrado o recorde apesar dos alertas de Finkenberger sobre o combustível? Tinha mesmo voado no nível dos telhados, ou quase, todo o trajeto ou não havia sido detectado por sorte, e por conta do forte elemento de inesperado em sua corrida? Em suas memórias dos anos de guerra, Max Ophuls não esclareceu nada, ao contrário, falou com modéstia de herói de sua grande sorte e dos muitos ajudantes sem os quais, e assim por diante. 'Pensei em Saint-Exupéry', escreveu ele. 'Apesar da situação de ansiedade, entendi o que ele quis dizer quando, em Vol de nuit, afirma que voar é uma forma de meditação. Aquela meditação profunda em que se experimenta uma esperança inexplicável. Sim, sim. Era assim.'"

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Shalimar, o Equilibrista (Cód: 178088) Shalimar, o Equilibrista (Cód: 178088)
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