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Só o Amor É Real - Uma História de Almas Gêmeas Que Voltam A Se Unir (Cód: 4930829)

Weiss, Brian

Sextante / Gmt

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Descrição

Para cada um de nós, existe uma pessoa especial. Muitas vezes, existem duas, três ou mesmo quatro. Todas vêm de épocas diferentes. Atravessam oceanos de tempo para estar conosco novamente. Podem parecer diferentes, mas nosso coração as reconhece.

O reconhecimento da alma pode ser sutil e lento. O toque que nos desperta pode ser de um filho, de um pai, de uma mãe, de um irmão ou de um amigo leal. Ou pode ser da pessoa amada, que atravessa séculos para nos beijar mais uma vez.” - Dr. Brian Weiss

Este livro conta um dos casos mais extraordinários que o Dr. Brian Weiss presenciou em sua carreira: o encontro de duas almas gêmeas.

Tudo aconteceu de forma inesperada. Elizabeth buscou a terapia de regressão para superar as decepções em seus relacionamentos amorosos. Simultaneamente, o Dr. Weiss tratava de Pedro, que passava por sérios conflitos emocionais e esperava encontrar nas vidas passadas a origem de seus problemas.

À medida que o tratamento de Elizabeth e Pedro evoluía, o médico começou a notar uma estarrecedora semelhança entre os relatos feitos por eles durante as sessões: a mesma época e os mesmos fatos narrados de pontos de vista diferentes.

Seus problemas emocionais seriam consequência da dificuldade de se reencontrarem? Ele deveria quebrar o sigilo médico e colocá-los frente a frente?

As respostas a essas perguntas estão em Só o amor é real, uma história fascinante sobre o drama da procura das almas gêmeas – duas pessoas eternamente unidas pelos laços do amor, que percorreram vida após vida buscando uma à outra.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575429464
Altura 15.00 cm
I.S.B.N. 9788575429464
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Roberto Raposo
Número da edição 1
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 176
Peso 0.20 Kg
Largura 15.00 cm
AutorWeiss, Brian

Leia um trecho

1
“Fica sabendo, portanto, que hei de voltar
do silêncio maior... Não esqueças que
voltarei para ti... Um pouco de tempo, um
momento de repouso sobre o vento, e uma
outra mulher me dará à luz.”
– Kahlil Gibran

Para cada um de nós, existe uma pessoa especial. Muitas vezes, existem duas, três ou mesmo quatro. Todas vêm de épocas diferentes. Atravessam oceanos de tempo e profundidades celestiais para estar conosco novamente. Vêm do outro lado, do céu. Podem parecer diferentes, mas nosso coração as reconhece. Nosso coração as abrigou em braços como os nossos nos desertos do Egito, sob o luar, e nas planícies antigas da Mongólia. Marchamos juntos nos exércitos de generais guerreiros que a História esqueceu, e vivemos com elas nas cavernas cobertas de areia dos Homens Antigos. Há entre elas e nós um laço eterno, que nunca nos deixa sós. A nossa mente pode interferir. “Eu não te conheço.” Mas o coração sabe. Esse alguém toma a nossa mão pela primeira vez, e a lembrança daquele toque transcende o tempo e faz disparar uma corrente que percorre todos os átomos do nosso ser. A pessoa olha em nossos olhos e vemos um espírito que nos vem acompanhando há séculos. Há uma estranha sensação em nosso estômago. Nossa pele se arrepia. Tudo o que existe fora desse momento perde a importância. Talvez não nos reconheça, mesmo que tenhamos finalmente nos reencontrado, mesmo que o conheçamos. Sentimos a ligação. Vemos o potencial, o futuro. Mas a pessoa não o vê. Temores, racionalizações, problemas lhe cobrem os olhos com um véu. Ela não permite que afastemos esse véu. Choramos e sofremos, mas ela se vai. O destino tem seus caprichos. Quando os dois se reconhecem, nem um vulcão é capaz de explodir com força igual. A energia liberada é tremenda. O reconhecimento da alma pode ser imediato. Uma súbita sensação de familiaridade, de conhecer aquela pessoa em níveis mais profundos do que a mente consciente poderia alcançar. Em níveis geralmente reservados aos mais íntimos membros da família. Ou ainda mais profundos. Sabemos intuitivamente o que dizer como ela vai reagir. Um sentimento de segurança e uma confiança muito maior do que se poderia atingir em apenas um dia, uma semana ou um mês. O reconhecimento da alma pode também ser sutil e lento. Um despertar da consciência à medida que o véu vai sendo aos poucos levantado. Nem todos estão prontos para ver imediatamente. É necessário um tempo, e aquele que reconhece primeiro talvez precise ser paciente. Um olhar, um sonho, uma lembrança, uma sensação podem fazer com que despertemos para a presença do companheiro. O toque de suas mãos ou o beijo de seus lábios pode nos despertar e projetar-nos subitamente de volta à vida. O toque que nos desperta pode ser de um filho, de um pai, de uma mãe, de um irmão ou de um amigo leal. Ou pode ser da pessoa amada, que atravessa os séculos para nos beijar mais uma vez e lembrar-nos de que estamos juntos sempre, até o fim dos tempos.

2
“A minha vida, tal como a vivi, muitas vezes
me pareceu uma história sem começo nem fim.
Eu tinha a sensação de ser um fragmento histórico,
um trecho ao qual faltavam o trecho
anterior e o seguinte. Podia perfeitamente
imaginar ter vivido em séculos precedentes,
onde encontrava perguntas que ainda não era
capaz de responder; que teria de nascer de
novo por não ter cumprido a tarefa que me
havia sido designada.”
– Carl Jung

Alta, magra e bonita, de longos cabelos louros, Elizabeth tinha olhos azuis circundados de pintinhas cor de avelã, belos mas tristes. Sentada nervosamente na ampla poltrona de couro branco de meu consultório, o aspecto profissional que o conjunto azul-marinho lhe dava contrastava com seu ar melancólico. Elizabeth se sentira compelida a me procurar em busca de ajuda depois de ler Muitas vidas, muitos mestres e identificar-se, sob diversos aspectos, com Catherine, a principal personagem do livro.
– Ainda não sei exatamente o que a trouxe aqui – comentei, quebrando o costumeiro impasse do começo da terapia. Eu lera rapidamente a folha de informações que os pacientes preenchem. Nome, idade, fonte de referências, principais queixas e sintomas. Elizabeth dizia ali que os seus males principais eram angústia, ansiedade e noites mal dormidas. Quando começou a falar, eu rapidamente acrescentei “relacionamentos” à lista que ela apresentara.
– A minha vida está em completa desordem – disse ela. E passou a contar-me a sua história, como se finalmente achasse seguro falar dessas coisas. Era evidente que a tensão que havia nela começava a ceder. Apesar do drama da história de sua vida e da profunda emoção que havia logo abaixo da superfície de sua narrativa, Elizabeth tratou logo de minimizar a sua importância.
– A minha história não chega a ser tão dramática quanto a de Catherine – disse ela.
– Ninguém vai escrever um livro a meu respeito. Sua história, dramática ou não, terminou vindo à tona. Elizabeth era uma empresária bem-sucedida, dona de uma firma de contabilidade em Miami. Mulher de 32 anos nascera e fora criada na zona rural de Minnesota. Crescera em uma grande fazenda na companhia dos pais, de um irmão mais velho e de muito gado. O pai era um homem rigoroso e trabalhador que tinha dificuldade em expressar suas emoções. Quando chegava a exibi-las, eram geralmente de cólera e raiva. Perdia a calma e despejava a fúria sobre a família, às vezes agredindo o irmão de Elizabeth. A agressão que ela recebia era apenas verbal, mas lhe causava muita dor. No fundo da alma, Elizabeth ainda trazia essa mágoa da infância. A imagem que fazia de si mesma fora prejudicada pelas condenações e críticas do pai. Trazia no coração uma dor profunda. Sentia-se depreciada e de certa forma defeituosa, e se preocupava com a possibilidade de que os outros, sobretudo os homens, também percebessem os seus defeitos. Felizmente, as explosões do pai eram raras, e ele rapidamente voltava ao isolamento severo e estóico característico de sua personalidade e comportamento. A mãe de Elizabeth era uma mulher de mente aberta e independente. Promovia a autoconfiança de Elizabeth mantendo-se carinhosa e emocionalmente protetora. Por causa dos filhos e das condições da época, preferiu ficar na fazenda e tolerar relutantemente a rispidez e o isolamento emocional do marido.
– A minha mãe era um anjo – continuou Elizabeth. – Estava sempre ali, sempre cuidando de nós, sempre se sacrificando em favor dos filhos. Elizabeth, a caçula, era a favorita da mãe. Guardava da infância muitas lembranças agradáveis. As melhores eram momentos de intimidade com a mãe, do amor especial que as unia e que persistiu ao longo dos anos. Elizabeth cresceu, terminou o ensino médio e passou a frequentar uma universidade em Miami, da qual havia recebido generosa bolsa de estudos. Miami lhe parecia uma experiência exótica e ela estava disposta a deixar para trás o frio do Centro-Oeste. A mãe acompanhava com prazer as aventuras de Elizabeth. Eram muito amigas e, embora se comunicassem quase sempre por telefone ou correspondência, a relação entre mãe e filha permanecia forte. Os feriados e as férias eram ocasiões felizes para ambas, pois Elizabeth raramente perdia uma oportunidade de voltar para casa. No decorrer de uma dessas visitas, a mãe de Elizabeth comentou que se mudaria para o sul da Flórida para ficar perto da filha. A fazenda era grande e cada vez mais difícil de administrar. Haviam economizado um bom dinheiro, quantia que se tornara maior dada a frugalidade do pai. Elizabeth desejava morar novamente perto da mãe. Os seus contatos quase diários não precisariam mais ocorrer por telefone. Assim, Elizabeth permaneceu em Miami. Sua firma vinha crescendo lentamente. A concorrência era forte e o trabalho absorvia grande parte do seu tempo. Os relacionamentos amorosos contribuíam para aumentar seu estresse. Foi então que se deu o desastre. Cerca de oito meses antes de sua primeira consulta comigo, Elizabeth fora arrasada pela morte da mãe, vítima de câncer de pâncreas. Sentira-se como se aquela morte lhe houvesse arrancado o coração. Estava tendo uma enorme dificuldade em recuperar-se daquela dor. Não conseguia assimilá-la, não chegava a compreender por que aquilo tinha de acontecer. Magoada, Elizabeth me falou da luta corajosa que a mãe travara contra o câncer violento que lhe devastava o corpo. Seu espírito e seu amor haviam permanecido intactos. A tristeza sentida por ambas foi profunda. A separação física era inevitável e se aproximava silenciosa mas persistentemente. O pai de Elizabeth, antecipando o seu pesar, tornou-se ainda mais distante, envolto em sua solidão. O irmão, morando na Califórnia com sua jovem família e um novo negócio, mantinha certa distância física. Elizabeth ia a Minnesota sempre que podia. Não tinha ninguém com quem pudesse falar dos seus temores e de sua dor. Não queria preocupar a mãe agonizante mais do que o absolutamente necessário. Assim, mantinha o desespero dentro de si mesma e o sentia crescer a cada dia.
– Vou sentir muito a sua falta – dizia-lhe a mãe.
– Eu te amo e a parte mais difícil é me separar de você. Não tenho medo de morrer. Não receio o que me espera. Apenas não quero deixar você ainda. Ao ficar cada vez mais fraca, o desejo de viver mais tempo diminuiu gradualmente. A morte seria um alívio bem-vindo para a debilidade e a dor. O seu último dia chegou. A mãe de Elizabeth estava no hospital; o pequeno quarto repleto de familiares e visitantes. A respiração tornou-se irregular. Os tubos de urina estavam secos; os rins haviam parado de funcionar. Os períodos de consciência e inconsciência se alternavam. Houve um instante em que Elizabeth se viu a sós com ela. Nesse momento, os olhos da mãe se abriram, estava novamente lúcida.
– Não a deixarei – disse ela, com voz subitamente firme.
– Sempre amarei você! Foram as últimas palavras que Elizabeth ouviu da mãe, que logo depois entrou em coma. A respiração ficou ainda mais irregular, com longas paradas e súbitos arquejos convulsivos. Pouco depois, morreu. Elizabeth sentiu um profundo e enorme vazio no coração e na vida. Chegou a sentir uma dor física no peito. Achava que jamais voltaria a ser uma pessoa completa. Chorou durante meses. Sentia falta dos frequentes telefonemas que fazia à mãe. Tentou telefonar ao pai com mais frequência, mas ele permanecia distante e tinha pouco a dizer. O telefonema terminava após um minuto ou dois. Ele também se sentia pesaroso e o seu pesar o isolava ainda mais. O irmão, com a mulher e os dois filhos pequenos na Califórnia, também estava arrasado pela morte da mãe, mas tinha de cuidar da família e do trabalho.

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