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Sonhos Despedaçados (Cód: 162989)

Crabb,Larry

Mundo Cristão

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Sonhos Despedaçados

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Descrição

Crabb oferece ao leitor as amplas possibilidades de crescimento espiritual, a partir dos'Sonhos Despedaçados'. Ao invés de propor ao leitor que ignore o sofrimento ou finja que ele não existe, recomenda uma postura realista frente às dificuldades, fazendo com que surja um novo ser mais maduro e seguro daquilo que, de fato, é o grande sonho de nossas vidas.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Mundo Cristão
Cód. Barras 9788573253825
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 8573253827
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2004
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 203
Peso 0.32 Kg
Largura 16.00 cm
AutorCrabb,Larry

Leia um trecho

Introdução Um Novo Caminho Ao escrever este livro, tenho em mente três idéias. A primeira é: Deus quer nos abençoar. Numa época em que todas as bênçãos que os judeus esperavam desfrutar lhes foram tiradas, Deus falou de um dia no futuro em que “não deixarei de lhes fazer o bem... Alegrarme-ei por causa deles e lhes farei bem” (Jr 32:40-41). Esse dia chegou e, agora, Deus está se relacionando conosco de uma forma diferente. Nossa maldade não é um empecilho para a bênção, assim como nossa bondade não é uma condição para sermos abençoados. Nessa nova abordagem de Deus, ele nos abençoa simplesmente por que nos ama pois somos seus filhos amados e ele deseja se revelar por intermédio de nós. Essa idéia não ocupa apenas minha mente, mas também meu coração.Deixe-me colocar isso em termos ainda mais claros. Desde o dia em que cremos em Cristo até o dia em que o veremos, não há um momento sequer no qual Deus não anseie por nos abençoar. A cada momento, a cada circunstância, Deus está fazendo o que é bom para nós. Ele nunca pára, pois é algo que lhe dá prazer demais. Deus não está espe-rando as dificuldades passarem para então nos abençoar. Ele está nos abençoando neste instante e através dessas dificuldades. Neste exato momento, ele está nos dando aquilo que acredita que é bom. Claro que há um detalhe a ser considerado: Deus nos dá aquilo que ele acredita que é bom, aquilo que ele sabe que é bom. Nem sempre nós concor-damos. Temos nossas próprias opiniões sobre o que um Deus bom deve fazer em meio às nossas circunstâncias, opiniões que vão desde abrir uma vaga perto da entrada num estacionamento de shopping center lotado ou patrocinar nossos sonhos de ministério, até colocar nossos filhos na linha ou nos dar um resultado de biópsia que nos faz respirar aliviados. São essas idéias que servem de empecilho para percebermos o que, de fato, é a bondade. Como filhos, cremos que um pai amoroso deveria nos dar sorvete sem antes ter que nos obrigar a comer espinafre. A bondade é igual ao sorvete por certo não é o espinafre. No entanto, nosso problema é ainda mais grave. Não apenas queremos aquilo que é agradável de imediato e, com freqüência, não gostamos daquilo que é verdadeiramente bom, como também não temos noção daquilo que nos daria mais prazer se isso nos fosse dado. Existe um sorvete celestial com o valor nutritivo do espinafre e ele está ao nosso alcance agora, nesta vida. Com isso, chegamos à segunda idéia que me motiva enquanto escrevo: O maior sonho que seríamos capazes de sonhar, o desejo que, se fosse con-cedido, nos faria mais felizes do que qualquer outra bênção, é conhecer a Deus e ter experiências reais com ele. Infelizmente, não acreditamos que isso é verdade. Fazemos que “sim” com a cabeça, mas “não” é o que sen-timos no coração. Não podemos evitar o desejo de ser feliz, e esse desejo não deve ser motivo para justificativas. Fomos criados para a felicidade e nossa alma anseia por aquilo que, acreditamos, nos dará o maior prazer possível. Acontece que ainda não estamos cientes de que esse maior prazer é um relacionamento íntimo com Deus. Mesmo sem saber, almejamos por um encontro com Deus que crie uma experiência muito mais íntima que qualquer casal de noivos tenha desfrutado em sua noite de núpcias, uma experiência com uma profundidade que trará mais satisfação do que o casal mais feliz de todos os tempos já comemorou em suas bodas de ouro. Porém, em nossa insensatez, procuramos essa experiência nos lugares errados. Usando a linguagem da Bíblia, cavamos cisternas rotas para saciar nossa sede, enquanto passamos direto pela fonte de água pura que é Deus. O abraço divino Deus quer nos abençoar. Essa é a primeira idéia. Por causa de seu desejo irresis-tível de nos dar o que há de melhor, está determinado a nos oferecer um encontro com ele. Essa é a maior bênção que ele pode imaginar. É o maior sonho que a alma humana, com sua consciência própria, é capaz de conceber. No entanto, não temos essa consciência própria. Estamos desligados do anseio fundamental de nosso coração. O que queremos é um encontro com Deus, mas não sabemos disso. Essa é a segunda idéia. Deixe-me desenvolvê-la um pouco mais. Temos sonhos inferiores e acreditamos que não existem outros mais elevados. Sonhamos com um bom casamento, filhos talentosos, saúde e dinheiro suficientes para gozar a vida, um trabalho gratificante e uma oportunidade de fazer diferença no mundo. São todas coisas boas e claro que as queremos. Acreditamos, porém, que elas são o que há de melhor. É a isso que Deus se refere quando nos chama de insensatos. Na antiga maneira de nos relacionarmos com Deus, quando ele era distante e inacessível, seria difícil imaginar alguma coisa melhor do que as bênçãos da vida, em que todos esses sonhos menores são benefícios legítimos. Dentro da nova maneira de nos relacionarmos com Deus (aquilo que os teólogos chamam de Nova Aliança), ele está presente e disponível. Está aqui, neste momento. Quando Jesus clamou: “Está consumado”, o Deus inacessível de santidade assustadora abriu seus braços e nos convidou a sentir o seu abraço. A maior de todas as bênçãos não é mais a bênção de uma boa vida nunca foi. Agora, é a bênção de um encontro com Deus como sempre foi. Nessa nova abordagem, o maior de todos os sonhos é acessível. Só que não enxergamos as coisas dessa maneira, de modo que Deus trabalha para nos ajudar a ver mais claramente. Às vezes, ele trabalha em nossas vidas para permitir que nossos sonhos inferiores sejam destruídos. Ele permite que soframos e não alivia a nossa dor. Sofremos enquanto ele fica por perto sem fazer coisa alguma para ajudar, pelo menos nada daquilo que desejamos conscientemente que ele faça. Na verdade, enquanto sofremos ele está nos conduzindo para as profundezas de nosso ser, para o centro de nossa alma, onde sentimos nossas paixões mais ardentes. É ali que descobrimos nosso anseio por Deus. Começamos a sentir um desejo de conhecêlo que não apenas sobrevive à toda nossa dor, como também cresce em meio a esse sofrimento até tornarse um desejo mais intenso do que nosso anseio por todas as coisas boas que ainda queremos. Através da dor dos sonhos destruídos, despertamos para a compreensão de que queremos um encontro com Deus mais do que almejamos pelas bênçãos da vida, e isso dá início a uma revolução interior. Essa é a terceira idéia. Permitame expressá-la da seguinte maneira: Nossos sonhos destruídos nunca são obra do acaso. São sempre uma peça de um quebra-cabeça maior, um capítulo de uma longa história. A dor é uma tragédia, mas nunca a única tragédia. Para o cristão, é sempre mais um quilômetro que deve ser percorrido na longa jornada rumo à alegria. O sofrimento causado pela destruição dos sonhos não deve ser considerado algo a ser se possível aliviado, nem algo a ser suportado caso não haja outra saída. É uma oportunidade a ser aproveitada, uma chance de descobrir nosso desejo pela bênção mais elevada que Deus deseja nos dar um encontro com ele. Este livro é um convite a provar e ver que o Senhor é bom, mesmo quando nossa vida desaba. Repetindo as três idéias a partir das quais se desenvolve esse convite: 1. Deus quer nos abençoar. Ele se realiza fazendo seus filhos felizes. Sente-se como os pais no Natal, quando esperam com ansiedade ver seus filhos desembrulharem os presentes em meio a exclamações de prazer. 2. O prazer mais profundo que somos capazes de experimentar é um encontro com Deus. Nessa nova maneira de Deus se relacionar com aspessoas, ele faz o que é absolutamente melhor para nós ao tornar-se acessível a fim de ser desfrutado e ao providenciar para que busquemos um encontro com ele com mais intensidade do que buscamos qualquer outra coisa. Porém, quase sempre confundimos prazeres menores com esse que é o maior prazer de todos, e vivemos correndo atrás dos prazeres secundários. Estamos desligados de nosso anseio por Deus. 3. Assim, o Espírito Santo desperta em nós esse anseio. Ele usa a dor da destruição dos sonhos para nos ajudar a descobrir nosso desejo por Deus, para nos ajudar a começar a sonhar o sonho mais elevado. Os so-nhos não são destruídos por acaso. São oportunidades para o Espírito nos despertar e depois satisfazer nosso sonho mais elevado. É isso que tenho em mente ao escrever Sonhos Destruídos. Aquilo que digo neste livro me parece ser um início providenciado pelo Espírito e, portanto, adequado ao chamado de Deus para o resto de minha vida. Creio que você poderá aproveitar melhor este livro se entender o chamado que ele começa a responder. Meu chamado O Espírito de Deus me instruiu a concentrar minha vida e meu ministério em três palavras: encontro, comunidade e transformação. Sinto o chamado de Deus para ter um encontro com ele de uma forma que preenche minha alma com mais alegria do que qualquer outra experiência e para conduzir outros a um encontro semelhante. Pelo fato de eu não poder providenciar para que esse encontro ocorra, nesses últimos tempos, vejo-me suplicando muito mais por misericórdia soberana do que por uma competência prática. Sinto o chamado de Deus para desenvolver e participar de uma comunidade onde ninguém permanece desconhecido, inexplorado, escondido ou intocado; onde descobrimos nosso verdadeiro ser interior, onde percebemos que somos, na verdade, seguidores fervorosos de Jesus, e por isso nos tornamos amigos espirituais. Quero ajudar as pessoas de todo o mundo a desfrutar esse tipo de comunhão. Diante da enormidade dessa tarefa, estou mais inclinado a orar do que a ser motivado pela criação de estratégias. Sinto o chamado de Deus para compreender melhor, praticar e ensinar a arte da orientação espiritual que, na minha concepção, é um diálogo guiado pelo Espírito no qual ocorre uma profunda transformação da personalidade humana. Quero fazer tudo o que puder para que ninguém ande sozinho, para que toda pessoa que anseia encontrar Deus e desfrutar da comunhão possa ter acesso a um orientador espiritual para guiá-la nessa busca. As visões que podemos controlar não estão à altura de um Deus que não pode ser controlado. Essa visão parece ser digna dele. Esse chamado em minha vida me colocou, como nunca antes, em contato com minhas inadequações e minha dependência da capacitação divina. Mas reconheço também minha responsabilidade de prosseguir. Certo de que Deus nos deu tudo de que precisamos para encontrá-lo – desfrutar a comunhão e experimentar uma transformação pessoal –, meu desejo é ver o início de uma Escola de Amizade Espiritual que ajudará as pessoas a aproveitar melhor os recursos vivificadores que estão à sua disposição nos pequenos grupos. (Uso termo escola não no sentido institucional, mas com referência a um movimento coletivo e orientado de aprendizado e ex-ploração.) Meu desejo é ver o desenvolvimento de comunidades dentro das quais as pessoas são conhecidas, sondadas, descobertas e tocadas, de modo que seu verdadeiro ser interior como seguidoras de Cristo possa ser liberado. Também quero ver uma Escola de Orientação Espiritual fundada com o objetivo de preparar homens e mulheres mais maduros para, com sabedoria e bondade, entrar no mundo interior de outras pessoas a fim de acompanhar a trilha do Espírito à medida que ele opera para torná-las mais semelhantes a Cristo. Visualizo pessoas que desistiram das esperanças de um dia alcançar a plenitude e as imagino experimentando um grau de transformação que supere seus sonhos mais fantásticos, de modo que quem as vê exclame: “Glória a Deus!”, em vez de comentar: “Fico feliz que você encontrou um bom terapeuta”. A maior prioridade – o alicerce para a vida em comunhão com outros e para a transformação pessoal – é um encontro com Deus. A nova manei-ra de nos relacionarmos com Deus torna esse encontro possível e abre caminho para nos aproximarmos do Senhor. Quer você esteja passando por um período de bênção ou de dor, convido você a me acompanhar nesta jornada rumo à alegria, a viver além dos sonhos destruídos. Ao tomarmos esse caminho, passaremos por algumas noites escuras, mas, não é preciso esperar pelo amanhecer para se alegrar. O amanhecer virá, mas neste momento, você pode aceitar o seu sofrimento como uma oportunidade para encontrar-se com Deus, para achegar-se a ele com uma paixão de tal modo libertadora que você poderá se aproximar de algumas pessoas numa comunidade autêntica e experimentar uma verdadeira transformação em sua vida pessoal, especialmente em sua maneira de amar os outros. Que possamos confiar no Espírito de Deus para usar os recursos de Cristo a fim de nos conduzir para os braços do Pai, mesmo se os sonhos destruídos fizeram parecer muito difícil sonhar outra vez. É isso que a nova maneira de nos relacionarmos com Deus torna possível. Que comece a revolução!

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