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Talento e Superdotação - Problema ou Solução ? - 2ª Ed. (Cód: 2610910)

Sabatella,Maria Lúcia Prado

Ibpex

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Descrição

A superdotação uma das questões mais significativas, paradoxalmente esquecida ou muitas vezes ignorada no processo de aprendizagem é neste livro objeto de criteriosa reflexão e pormenorização. Os caminhos que a autora percorre desde o detalhamento do cérebro e seus aspectos biológicos; a inteligência e as concepções que a envolvem; os mitos e conceitos errôneos imiscuídos na concepção de superdotação; a realidade escolar brasileira frente às necessidades dos superdotados; as características e o papel dos fatores externos no desenvolvimento do superdotado - esse contexto recebe um tratamento que o elucida, transpondo o conhecimento teórico para a prática, resultado de aspectos aprofundados pela vivência pedagógica, onde teoria e prática formam um todo.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Ibpex
Cód. Barras 9788599583692
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788599583692
Profundidade 1.50 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 2
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 183
Peso 0.30 Kg
Largura 13.50 cm
AutorSabatella,Maria Lúcia Prado

Leia um trecho

Capítulo 1 1 Alto potencial e a alteração da estrutura cerebral “Pessoas brilhantes se tornam brilhantes, não por conhecer todas as respostas, mas por saber pensar melhor e eliminar os erros ao escolher as respostas.” Eric Jensen Os professores têm convivido sempre com alunos superdotados durante sua trajetória profissional. Esse aluno se parece com qualquer outro aluno; pode ser aquele que pergunta muito e interrompe a seqüência da aula ou aquele que conversa e atrapalha, o qual, geralmente, o professor tem de separar dos amigos para que ele consiga terminar as lições; pode, entretanto, ser um aluno tranqüilo e cumpridor de toda as obrigações, mantendo-as em dia, que não fala alto ou perturba o andamento do trabalho escolar; como pode, também, ser o manipulador, que nunca segue completamente as determinações e que quase sempre entrega seus trabalhos no último prazo. Embora os professores ensinem, conversem, inquiram, avaliem e compartilhem seu espaço com alunos de grande potencial, nem sempre os reconhecem ou entendem suas necessidades diferenciadas. A ameaça ao futuro deles é uma realidade. Desse modo, o primeiro passo é assumir que, de fato, os superdotados têm características e necessidades específicas e que essas necessidades são críticas. Os seres humanos, no sentido da totalidade de sua inteligência, personalidade, dons ou habilidades, são altamente dependentes do contexto em que vivem. É difícil avaliar a inteligência e a determinação de um aluno até que lhe seja ofertado um ambiente escolar favorável, no qual possa ser desafiado adequadamente. Muitas crianças reagem a esse local estranho, que tem linguagem, regras, chefes e território próprios, ao qual chamamos escola. Como o cérebro é altamente adaptável, muitas vezes o aluno consegue se acomodar a escolas ou a educadores inadequados, mesmo que de modo impróprio, abrigando-se no fundo da sala, não interagindo, perdendo o interesse e causando preocupação. Até que se proporcione aos alunos um ambiente totalmente envolvente para aprender, não será conhecida sua inteligência e desenvolvida sua total capacidade. Desde o início do século passado, o debate sobre a inteligência tem enfocado uma questão fundamental: a inteligência do indivíduo resulta, principalmente, da hereditariedade ou de fatores do meio ambiente? 1.1 O cérebro e seus aspectos biológicos cerveau – gehirn – cervello – cérebro – hjerne – otak – brain Essas palavras, em sete idiomas diferentes, representam a mais importante, complexa e fascinante estrutura no universo: o cérebro. Durante séculos, a ciência tem tentado desvendar seus mistérios, buscando compreender o que nos torna quem nós somos. Para entender como alguns indivíduos desenvolvem mais algumas áreas e alcançam níveis diferenciados de inteligência, e com essa informação favorecer sua educação, é preciso haver alguma familiaridade com a estrutura básica e as funções do cérebro humano. O cérebro humano é a sede do pensamento e o centro de controle de todo o organismo, e suas funções são tanto espantosas quanto admiráveis. Nele não são produzidos somente os pensamentos, mas é onde se instalam as crenças, armazenam-se as recordações, determinam-se os comportamentos e ajustamse os estados de alerta e de humor. O cérebro coordena os movimentos, os sentidos de tato, audição, visão, olfato e paladar; permite a formação das palavras, a comunicação, a compreensão das operações numéricas, a harmonização dos sons, a composição musical, a visualização das formas no espaço. Tem a capacidade de planejar com antecedência, de imaginar e de criar fantasias. Ele revisa também todos os estímulos provenientes dos órgãos internos e da superfície corporal, para, em seguida, responder a esses estímulos, corrigir a posição do corpo no espaço, o movimento adequado dos membros, a freqüência e o ritmo do funcionamento corporal. Até o momento, não existe computador que possa se aproximar das capacidades do nosso cérebro; no entanto, a manutenção dessa superioridade requer um fluxo extremamente alto e contínuo de sangue e de oxigênio. Para sustentar a grande exigência do metabolismo neuronal, é preciso de cerca de 20% de todo o sangue que é bombeado constantemente pelo coração. Ele necessita de nutrição permanente e a ausência de fluxo sangüíneo por mais de dez segundos pode causar perda da consciência. A falta de oxigênio, os níveis anormalmente baixos de açúcar (glicose) no sangue ou substâncias tóxicas, podem comprometer a função cerebral em poucos segundos. No nascimento, o cérebro contém entre 100 e 200 bilhões de células; na idade adulta, corresponde a apenas 2% da massa corporal, mas utiliza 20% da energia disponível. O cérebro gera 25 watts de potência quando o indivíduo está acordado e não muito menos durante o sono; as informações caminham através dele com a velocidade de 400 km/h.4 O córtex ocupa 85% da massa cerebral, sendo responsável pelo fundamento de modelos e técnicas de resolução de problemas; o lobo pré-frontal integra as informações de outras partes do cérebro e sintetiza as reações complexas.

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