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Tudo Sobre Fotografia (Cód: 4265090)

Campany,David; Hacking,Juliet

Sextante / Gmt

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Descrição

Este livro vibrante convida você a embarcar em uma viagem inesquecível pelas fotografias mais icônicas da história – imagens inovadoras que se tornaram um divisor de águas na maneira como nos enxergamos e percebemos o mundo à nossa volta.

Organizado em ordem cronológica e escrito por uma experiente equipe de críticos especializados, este guia traça um panorama da evolução fotográfica, com seus estilos e movimentos mais importantes.



• Destaca os fotógrafos que melhor representam cada gênero, oferecendo uma análise profunda de suas obras.



• Traz a cronologia dos principais acontecimentos, ajudando a compreender o contexto sociocultural em que as fotos foram produzidas.


• Apresenta a história da fotografia de maneira acessível, numa diagramação que facilita a leitura e com mais de mil ilustrações.

Características

Peso 1.50 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
I.S.B.N. 9788575428252
Altura 25.00 cm
Largura 18.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 576
Idioma Português
Acabamento Brochura
Tradutor Fabiano Morais, Fernanda Abreu e Ivo Korytowski
Cód. Barras 9788575428252
Número da edição 1
Ano da edição 2012
AutorCampany,David; Hacking,Juliet

Leia um trecho

Introdução
O que há de tão sedutor nas imagens fotográficas? O fato de atualmente muitos de nós tirarmos fotos todas as semanas, ou até todos os dias, não diminuiu a magia de retratos pessoais ou de obras exibidas em galerias, museus e livros. As fotografias coladas em um álbum ou postadas em redes sociais na internet ainda nos fazem dar gargalhadas. Quando descobrimos imagens extraordinárias da história da fotografia, como as fotos da Antártida tiradas por Herbert Ponting (1870-1935) no início do século XX, ainda somos cativados por elas. As imagens de Ponting da Expedição Britânica à Antártida de 1910 a 1913 transformam o passado remoto em um presente vibrante. Contudo, essas imagens não são meros documentos históricos: podemos ver com clareza que, mesmo em condições tão hostis, o fotógrafo estava determinado a não sacrificar nada do efeito estético. A fotografia pertence tanto à esfera da realidade quanto à da imaginação: embora por vezes favoreça uma em detrimento da outra, ela nunca abre mão de nenhuma das duas completamente. Quando, em janeiro de 1839, o mundo recebeu a notícia de que era possível capturar a imagem vista na câmera obscura– um equipamento de desenho que projetava o que o artista via numa superfície a partir da qual ele poderia copiar a cena –, parecia não haver limites para a engenhosidade humana. A daguerreotipia – desenvolvida na França por Louis-Jacques-Mandré Daguerre (1787-1851) – resultava numa imagem rica em detalhes em uma pequena placa de metal, como se um espelho minúsculo tivesse sido colocado diante da natureza. A divulgação do daguerreótipo em janeiro foi logo seguida pela notícia de outro processo fotográfico desenvolvido na Inglaterra por William (conhecido como Henry) Fox Talbot (1800-1877). O processo de Talbot, batizado pelo próprio inventor de “desenho fotogênico”, resultava numa imagem negativa em papel cujas características a aproximavam das artes gráficas. Enquanto o daguerreótipo era um objeto único (não havia negativo), um desenho fotogênico poderia ser usado para produzir inúmeras cópias positivas. Desde seus primórdios, a fotografia oscilou entre a singularidade e a multiplicidade. Atualmente, uma impressão fotográfica única ou de tiragem limitada de uma celebridade pode ser vendida por mais de 1 milhão de dólares, ao mesmo tempo que a fotografia digital – com seu potencial de reprodução aparentemente infinito – desempenha um papel fundamental na comunicação global.
Tudo sobre fotografia conta a história de imagens extraordinárias obtidas por meio de processos fotográficos. Existem milhares de fotografias artísticas importantes em coleções públicas ou particulares em todo o mundo, porém a maioria delas não foi produzida com o propósito de figurar em uma exposição de arte. Algumas foram pensadas como demonstrações do que aquele novo meio de expressão era capaz de fazer; outras eram inicialmente documentos, registros ou ilustrações, e somente no futuro seriam vistas como obras de arte. Algumas fotografias, como o ensaio de Eugène Atget (1857-1927) de um grupo de parisienses observando um eclipse, encontram elementos surreais na realidade. Outras, como Autorretrato de um homem afogado (1840; ver p. 21), de Hippolyte Bayard (1807-1887), brincam com a capacidade da fotografia de transformar ficção em fato. Já que a maior parte das grandes imagens fotográficas foi aceita como obra de arte retrospectivamente, sua história não pode ser contada com base em movimentos, escolas ou círculos sociais. Portanto, este livro é dividido em uma série de acontecimentos fundamentais, grupos, assuntos e temas. Ao longo destas páginas, você encontrará obras individuais extraordinariamente pungentes, quer tenham sido produzidas como documentos, quer como obras de arte. Desde a invenção da fotografia em 1839, a questão da identidade e do status desse meio de reprodução de imagem foi debatida com base não em suas origens tecnológicas, mas em seu relacionamento com as artes. Poucos negavam que a fotografia fosse uma invenção engenhosa da era moderna, mas muitos a viam como uma ameaça aos valores tradicionais associados às belas-artes. Em uma sociedade simbolicamente dividida entre “cavalheiros” (que exercitavam seu intelecto e sua imaginação) e “operários” (trabalhadores braçais que realizavam trabalhos mecânicos, nos quais não precisavam pensar), uma máquina que produzia imagens era uma ameaça à ordem social vigente. Na década de 1850, tanto o daguerreótipo quanto o calótipo (nome que Talbot deu ao seu processo após importantes melhorias em 1841) foram substituídos pela fotografia em colódio úmido, processo baseado no uso de negativos de vidro para a produção de imagens em papel. As imagens resultantes eram geralmente impressas em papel coberto de albumina (clara de ovo) e são caracterizadas pela nitidez dos detalhes, por sua tonalidade amarronzada e superfície lustrosa. A prática da fotografia, tanto amadora quanto comercial, teve grande expansão em meados da década de 1850. A fotografia em papel havia se livrado das restrições de licenciamento, e dois novos formatos estavam prestes a se tornar muito populares. A fotografia estereoscópica – duas imagens de uma mesma cena tiradas de uma distância ligeiramente diferente e coladas lado a lado em um pedaço de cartão – apresentava uma imagem tridimensional quando observada através de um visualizador especial. As cenas eram por vezes educacionais, mas geralmente produzidas somente para causar um efeito visual, ou até mesmo excitação. A carte de visite era um retrato do tamanho de um cartão de visitas comum, que enfatizava as vestimentas em vez dos traços do retratado. A popularização da fotografia em meados do século XIX levou a uma mudança de atitude em relação a esse meio de expressão. A prática da calotipia durante as décadas de 1840 e 1850 na Grã-Bretanha e na França trouxe uma extraordinária série de experimentos e avanços técnicos e estéticos. Diante da rápida comercialização e popularização da fotografia nessas décadas, a idéia de que esse processo de reprodução de imagem poderia ser uma arte – e de que fotógrafos (vindos dasclasses sociais mais baixas) poderiam ser artistas – parecia absurda para alguns. Em 1857, a crítica de arte e historiadora Elizabeth Eastlake ponderou que a fotografia deveria ser louvada, mas apenas se não pretendesse ir além dos “fatos”. Poucos anos depois, o poeta e crítico francês Charles Baudelaire denunciou a fotografia comercial como o “inimigo mais mortífero” da arte. O influente crítico de arte John Ruskin, que em meados dos anos 1840 maravilhara-se com a fidelidade com que o daguerreótipo representava a natureza ao usá-lo como auxílio visual para suas ilustrações em Veneza, afirmou posteriormente que a fotografia “não tem qualquer relação com a arte… e jamais irá substituí-la”. Na década de 1860, a maioria dos fotógrafos comerciais considerava características técnicas, como a nitidez da informação visual e uma qualidade de impressão impecável, a melhor maneira de demonstrar a superioridade de suas imagens fotográficas. Essa concepção técnica de excelência significava que, para os aspirantes a fotógrafos profissionais, a fotografia era uma arte do real. Algumas figuras notáveis rejeitaram essa visão ortodoxa, considerando a fotografia uma maneira de criar combinações complexas de imaginação e realidade. O mais famoso desses fotógrafos amadores foi uma mulher: Julia Margaret Cameron (1815-1879).