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Um Escritor na Guerra - Col. Jornalismo de Guerra (Cód: 2586640)

Grossman,Vasily

Objetiva

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Um Escritor na Guerra - Col. Jornalismo de Guerra

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Descrição

Baseado nos cadernos em que Vasily Grossman escreveu as matérias-primas para suas re-portagens de jornal, Um Escritor na Guerra retrata de maneira inédita a situação devastadora na frente oriental durante a Segunda Guerra Mundial, além das vidas e mortes de soldados de infanta-ria, motoristas de blindados, pilotos, franco-atiradores e civis.
Rejeitado para o serviço militar quando teve início a invasão alemã em 1941, Grossman tornou-se enviado especial do Estrela Vermelha, jornal do Exército Vermelho. Romancista corpu-lento de trinta e poucos anos sem experiência militar, ganhou um uniforme e algumas aulas rápidas de tiro. De maneira extraordinária, passou três dos quatro anos seguintes na frente de batalha, ob-servando a luta mais impiedosa de que já se teve notícia.
Grossman testemunhou as terríveis derrotas e as retiradas desesperadas de 1941, a defesa de Moscou e os combates na Ucrânia. Em agosto de 1942 foi enviado a Stalingrado, onde perma-neceu durante quatro meses de brutais combates de rua. Presenciou a Batalha de Kursk (a maior batalha de blindados da história) e, sempre acompanhando o Exército Vermelho, chegou a Berdi-chev, onde seus maiores temores com relação à sua mãe e a outros parentes se confirmaram. Judeu, assumiu a tarefa de fazer um registro fiel das atrocidades enquanto se tornava clara a extensão de-las. Sua reportagem 'O inferno chamado Treblinka', extremamente forte, foi usada como prova no tribunal de Nuremberg.
A obra-prima de Vasily Grossman, Vida e Destino, é considerada por muitos o maior ro-mance russo do século XX. Admirador do romance, o historiador Antony Beevor editou os cader-nos de Grossman, criando uma narrativa fluida e fascinante, tanto resoluta como sensível - talvez uma das melhores descrições daquilo que Grossman chamava de 'a cruel verdade de guerra'.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Objetiva
Cód. Barras 9788573028898
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788573028898
Profundidade 1.00 cm
Número da edição 1
Ano da edição 2008
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 496
Peso 0.44 Kg
Largura 14.00 cm
AutorGrossman,Vasily

Leia um trecho

1. BATISMO DE FOGO agosto de 1941 Ainvasão da União Soviética por Hitler começou nas primeiras horas de 22 de junho de 1941. Stalin, recusando-se a acreditar que poderia ser enganado, havia ignorado mais de oitenta advertências. Embora o ditador soviético só tenha tido um colapso mais tarde, fi cou tão desorientado ao descobrir a verdade que o anúncio foi feito por seu ministro do Exterior, Vyacheslav Molotov, em uma voz inflexível. O povo da União Soviética provou ser mais forte que seus líderes. Pessoas fizeram fila para se apresentar como voluntárias para a frente de batalha. Vasily Grossman, de óculos, acima do peso e inclinado sobre uma bengala, ficou deprimido quando o posto de recrutamento o recusou. Não deveria ter ficado surpreso, considerando seu estado físico inexpressivo. Grossman tinha apenas trinta e poucos anos, mas as meninas do apartamento vizinho o chamavam de "tio". Durante as semanas seguintes, ele tentou conseguir qualquer tipo de emprego que pudesse estar ligado à guerra. Enquanto isso, as autoridades soviéticas davam poucas informações precisas sobre o que estava acontecendo na frente de batalha. Nada se falava sobre as forças alemãs que, com mais de 3 milhões de integrantes, dividiram o Exército Vermelho com ataques de blindados, para em seguida capturarem centenas de milhares de prisioneiros em cercos. Apenas os nomes das cidades mencionados em boletins oficiais revelavam a rapidez do avanço do inimigo. Grossman havia deixado de exortar sua mãe a abandonar a cidade de Berdichev, na Ucrânia. Sua segunda mulher, Olga Mikhailovna Guber, convencera-o de que eles não tinham um quarto para ela. Então, antes de Grossman perceber completamente o que estava acontecendo, o 6º Exército Alemão ocupou Berdichev em 7 de julho. O inimigo avançara 350 quilômetros em apenas duas semanas. O fracasso de não salvar sua mãe foi um fardo que Grossman carregou pelo resto de sua vida, mesmo depois de descobrir que ela se recusara a partir porque não havia ninguém além dela que pudesse cuidar de uma sobrinha. Grossman estava também extremamente preocupado com o destino de Ekaterina, ou Katya, a filha que tivera com sua primeira mulher. Ele não sabia que ela fora enviada para fora de Berdichev durante o verão. Desesperado para participar de alguma forma do esforço de guerra, Grossman fez lobby junto ao Departamento Político Principal do Exército Vermelho, conhecido pela sigla GLAVPUR, embora não fosse membro do Partido Comunista. Seu futuro editor, David Ortenberg, um comissário com patente de general, contou mais tarde como ele começou a trabalhar para o Krasnaya Zvezda, o jornal das forças armadas soviéticas que durante a guerra foi lido com muito mais atenção que os outros jornais.

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