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Uma Carta de Amor (Cód: 6861683)

Sparks, Nicholas

Arqueiro

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Descrição

Há três anos, a colunista Theresa Osborne se divorciou do marido após ter sido traída por ele. Desde então, não acredita no amor e não se envolveu seriamente com ninguém.

Convencida pela chefe de que precisa de um tempo para si, resolve passar férias em Cape Cod. Durante a semana de folga, depois de terminar sua corrida matinal na praia, Theresa encontra uma garrafa arrolhada com uma folha de papel enrolada dentro.

Ao abri-la, descobre uma mensagem que começa assim: “Minha adorada
Catherine, sinto a sua falta, querida, como sempre, mas hoje está sendo
especialmente difícil porque o oceano tem cantado para mim, e a canção é a da nossa vida juntos.”

Comovida pelo texto apaixonado, Theresa decide encontrar seu misterioso autor, que assina apenas “Garrett”. Após uma incansável busca, durante a qual descobre novas cartas que mexem cada vez mais com seus sentimentos, Theresa vai procurá-lo em uma cidade litorânea da Carolina do Norte.

Quando o conhece, ela descobre que há três anos Garrett chora por seu amor perdido, mas também percebe que ele pode estar pronto para se entregar a uma nova história. E, para sua própria surpresa, ela também.

Unidos pelo acaso, Theresa e Garrett estão prestes a viver uma história comovente que reflete nossa profunda esperança de encontrar alguém e sermos felizes para sempre.

Características

Peso 0.34 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Arqueiro
I.S.B.N. 9788580412475
Altura 23.00 cm
Largura 16.00 cm
Profundidade 1.60 cm
Número de Páginas 288
Tradutor Eliana Sabino
Cód. Barras 9788580412475
País de Origem Brasil
AutorSparks, Nicholas

Leia um trecho

Prólogo A garrafa foi atirada do barco numa noite quente de verão, poucas horas antes de cair a chuva. Era frágil, como todas as garrafas, e teria se estilhaçado se tivesse sido jogada no chão. Mas bem vedada e lançada ao mar, como essa foi, tornou-se um dos objetos mais resistentes conhecidos pelo homem. Flutuaria ilesa, enfrentando furacões e tempestades tropicais, boiaria na crista das correntezas mais violentas e perigosas. Era, de certo modo, o repositório ideal da mensagem que levava – uma mensagem enviada para pagar uma promessa. Como o curso de todas as garrafas entregues aos caprichos do oceano, o desta era imprevisível. Os ventos e as correntes têm papel importante na direção de qualquer garrafa; tempestades e detritos boiando à deriva também podem mudar seu rumo. Às vezes uma rede de pesca aprisiona uma delas e a transporta por muitos quilômetros na direção oposta àquela em que ela vinha viajando. O resultado é que dois recipientes lançados ao mar ao mesmo tempo podem terminar em dois continentes diferentes, ou mesmo em lados opostos do planeta. Não há como prever onde uma garrafa pode ir parar, e isso é parte do mistério. Este mistério intriga as pessoas desde que as garrafas existem, e poucas tentaram descobrir mais sobre o assunto. Em 1929, uma equipe de cientistas alemães resolveu seguir a trilha de uma determinada garrafa. Ela foi lançada ao oceano Índico meridional, levando um bilhete que pedia a quem a encontrasse que registrasse o local e a jogasse de volta ao mar. Em 1935 ela tinha dado a volta ao mundo, percorrendo cerca de 25 mil quilômetros – a maior distância oficialmente assinalada. Durante séculos, as mensagens em garrafas foram registradas, e esses documentos mencionam alguns nomes famosos da história. Benjamin Franklin, por exemplo, em meados do século XVIII lançava garrafas ao mar para conhecer mais sobre as correntes da Costa Leste dos Estados Unidos, recolhendo dados que ainda são utilizados. Hoje em dia, a Marinha norte-americana usa garrafas para obter informações sobre marés e correntes, e elas são muito úteis para que se possa rastrear a direção de manchas de óleo no mar. A mensagem mais famosa foi enviada em 1784 por um jovem marujo, Chunosuke Matsuyama, que ficou perdido num banco de coral, sem comida e água, quando seu navio naufragou. Antes de morrer, ele entalhou num pedaço de madeira o relato do que lhe acontecera e fechou-o dentro de uma garrafa. Em 1935 – 150 anos depois de tê-lo lançado ao mar – o recipiente apareceu na pequena aldeia no litoral do Japão onde Matsuyama nascera. No entanto, a garrafa arremessada naquela noite quente de verão não continha o relato de um naufrágio, tampouco seria usada para mapear os mares. Mas levava uma mensagem que mudaria para sempre a vida de duas pessoas que de outro modo jamais se conheceriam, e por este motivo pode ser considerada uma mensagem do destino. Durante seis dias, ela flutuou lentamente na direção nordeste, levada pelos ventos de uma frente de alta pressão que pairava acima do Golfo do México. No sétimo dia, os ventos cederam e a garrafa foi direto para o leste, alcançando a corrente do Golfo, onde ganhou velocidade e passou a percorrer quase 110 quilômetros diários rumo ao norte. Pouco mais de duas semanas depois de ter sido lançada, a garrafa ainda seguia a corrente do Golfo. No 17ºdia, porém, outra tempestade – dessa vez sobre o Atlântico – produziu um vento leste forte o suficiente para desviá-la e ela começou a boiar à deriva na direção da Nova Inglaterra. Sem a corrente para impulsioná-la, a garrafa novamente diminuiu a velocidade e ficou ziguezagueando em várias direções perto da costa de Massachusetts durante cinco dias, até enredar-se na rede de pesca de John Hanes. O homem encontrou a garrafa em meio a milhares de percas e deixou-a de lado enquanto examinava os peixes. Por sorte o recipiente não se quebrou, mas foi logo esquecido e ficou perto da proa do barco durante o restante da tarde e o início da noite, no caminho de volta para a baía de Cape Cod. Às oito e meia dessa mesma noite – depois de deixar a embarcação em segurança dentro da baía –, Hanes fumava um cigarro quando tornou a atentar para a garrafa. Como já estava escuro, ele não conseguiu ver coisa alguma dentro dela, de modo que tornou a jogá-la ao mar. Em seguida, ela foi parar num dos muitos povoados localizados no perímetro da baía. Mas isso não aconteceu logo. A garrafa ficou à deriva durante alguns dias – como se estivesse resolvendo aonde ir antes de seguir o seu curso – e finalmente apareceu numa praia perto de Chatham. E foi ali, depois de 26 dias e 1.180 quilômetros, que ela chegou ao fim da sua viagem.