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Você É o Próximo - Todos Têm Segredos, Mas Os Dessa Família Podem Ser Fatais (Cód: 4903629)

Hurwitz, Gregg

Arqueiro

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Descrição

Mike Wingate teve uma infância difícil: aos 4 anos, foi abandonado em um parque e mandado para um lar adotivo. Ninguém nunca apareceu para buscá-lo e ele tem apenas algumas lembranças esparsas e fragmentadas de seus pais. Agora, já adulto, ele leva a vida que sempre sonhou: é casado com uma mulher maravilhosa, tem uma linda filha de 8 anos e sua empresa de construção civil está prestes a terminar um condomínio de casas ecologicamente sustentáveis que garantirá um futuro sólido para todos eles. Então o inimaginável acontece: Mike depara com demônios de um passado do qual nem mesmo se lembra. Dois sujeitos cruéis surgem do nada e começam a ameaçar não somente a ele, mas também sua família. Quando as intimidações se transformam em ataques violentos, o instinto de sobrevivência passa a ser o único combustível de Mike e ele recorre a um aliado dos velhos tempos, um sujeito muito perigoso – e seu único amigo verdadeiro. Juntos, os dois farão o que for preciso para manter Mike, a esposa e a filha a salvo de seus inimigos implacáveis.

Características

Peso 0.43 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Arqueiro
I.S.B.N. 9788580411713
Altura 23.00 cm
Largura 16.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 368
Idioma Português
Título Original You’re Next
Tradutor Carneiro, Teresa
Cód. Barras 9788580411713
Número da edição 1
Ano da edição 2013
País de Origem Brasil
AutorHurwitz, Gregg

Leia um trecho


Capítulo 1

Mike estava deitado no escuro, com o olhar fixo na babá eletrônica sobre a mesinha de cabeceira. Deveria se levantar dali a três horas, mas o sono não tinha vindo como de costume. Uma mosca-varejeira circundava o quarto a intervalos regulares como se para garantir que ele continuasse acordado. Sua mãe costumava dizer que uma mosca-varejeira perambulando pela casa significava que o demônio estava vigiando a família – era uma das poucas coisas que lembrava a respeito dela. Por um momento, tentou recuperar algumas recordações menos mórbidas de sua infância. As poucas impressões que guardara não passavam de flashes sensoriais. O cheiro de incenso de sálvia em uma cozinha de ladrilhos amarelos. Sua mãe lhe dando banho. A pele dela sempre bronzeada, cheirando a canela. A babá eletrônica começou a fazer barulho. Um estalo de estática. Ou seria Kat tossindo? Baixou o volume para não acordar Annabel, mas ela se mexeu embaixo dos lençóis e disse com a voz rouca: – Querido, tem uma razão para chamarem isso de babá eletrônica. – Eu sei. Desculpe. Achei que tivesse ouvido alguma coisa. – Ela tem 8 anos. E é mais madura do que nós dois. Se precisar de algo, vai vir aqui e pedir. Era uma discussão antiga, e Annabel tinha razão, então ele tirou o som da babá eletrônica e voltou a se deitar, mal-humorado, encarando o aparelho, incapaz de desligá-lo de uma vez por todas. Um pequeno equipamento de plástico que continha os piores medos de um pai. Engasgo. Doença. Invasores. Em geral, os sons eram só ruídos de interferência ou cruzamento de outras frequências – um avião passando ou o bebê do vizinho espirrando por causa de uma gripe. Às vezes, Mike ouvia até vozes. Podia jurar que havia fantasmas na maquininha. Murmúrios do passado. Um portal para sua mente semiconsciente, onde se podia ouvir uma alma sussurrar o que quer que fosse. Mas e se ele desligasse a babá justamente na noite em que Kat precisaria deles? E se ela acordasse apavorada e desorientada por um pesadelo, uma paralisia súbita ou pelo feitiço demoníaco de uma mosca-varejeira e ficasse entorpecida por horas, sozinha com seus temores? Como seria possível decidir qual seria a melhor noite para correr esse risco? De madrugada, a lógica e a razão sempre pegavam no sono antes dele. Todas as piores coisas que se podia imaginar pareciam possíveis. Quando ele enfim estava começando a adormecer, a mosca-varejeira deu mais uma volta em torno da lâmpada e um segundo depois a babá eletrônica se manifestou de novo. Seria Kat chorando? Ele se sentou e esfregou o rosto. – Ela está bem – gemeu Annabel. – Eu sei, eu sei. Mesmo assim, Mike se levantou e foi ao quarto da filha. Kat estava debaixo das cobertas e dormia com a boca entreaberta, abraçando um ursinho de pelúcia. Seu rosto sério era emoldurado por cabelos castanho- -claros. Tinha puxado da mãe os olhos afastados, o nariz arrebitado e o lábio inferior carnudo. Considerando seus traços físicos e sua inteligência, às vezes era difícil dizer se Kat era uma versão de 8 anos da mãe ou se Annabel era uma versão de 36 anos da filha. A única coisa que a menina herdara de Mike tinha sido a cor dos olhos: um castanho-escuro e o outro âmbar. O nome desse fenômeno era heterocromia. Quanto aos cabelos cacheados, quem poderia saber de quem ela tinha puxado? Ele se debruçou sobre ela e ouviu o ruído de sua respiração. Depois se sentou na cadeira de balanço, no canto do quarto, e ficou observando a filha. Sentiu uma pontada de orgulho pela infância que ele e Annabel estavam proporcionando a ela, a sensação de segurança que permitia que a menina tivesse um sono tão profundo. – Querido. Annabel estava de pé na soleira da porta, afastando as mechas de cabelo que tinham lhe caído na testa. Ela usava uma camiseta da Gap e uma cueca samba- -canção dele e estava tão linda quanto na lua de mel, dez anos atrás. – Venha para a cama. Amanhã vai ser um dia importante para você. – Já vou, só um instante. Ela cruzou o quarto, deu um beijo nele e se arrastou de volta para a cama. O movimento dos quadris dela era hipnótico, mas os problemas que ele teria que resolver no dia seguinte não saíam de sua mente. Depois de um tempo, ele percebeu que não ia conseguir dormir mesmo, então foi à cozinha para fazer um café. Quando voltou ao quarto da filha, bebericando alegremente da caneca, seu olhar percorreu as paredes pintadas de amarelo-claro, a fileira de bonecas na prateleira, Kat descansando de forma angelical. A única interrupção era o zumbido ocasional da mosca-varejeira, que o seguira pelo corredor.