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ZATTARA; Causos, Contos, Estórias, Fábulas, Alegorias, Apólogos, Parábolas e Mitos Filosóficos. (Cód: 7457626)

Jacques Timmermans

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Cartão Saraiva

Descrição

Desenvolver sínteses sobre quaisquer temas filosóficos, com quaisquer propósitos, é uma ação imprópria, posto que se encontra amalgamada a história do pensamento; de modo que quaisquer construções reducionistas são de caráter leviano.

Sobre a história, ainda, lembramos dos riscos associados ao intento humano de reconstituição de realidades passadas, tal como bem define o termo ucronia que comunica a idéia de que todo e qualquer tecido histórico recai em uma utopia, dado a sua inatingibilidade, posto que sempre é decorrente de uma interpretação humana.

Lembramos, ainda, o provocativo corolário decorrente desta abordagem -

Não podendo o homem constituir um tecido histórico à luz da verdade Platônica, cabe contentar-se, apenas e tão somente, com mitos.

Destarte, muito embora, haja a consolidação de um mito no imaginário humano que o impulso racional para a constituição da “filosofia” tenha surgido na Grécia antiga; compreendemos, de partida, que sobre a gênese da filosofia, a consciência é expandida se tomarmos um mito antropológico em vez da ucronia grega.

Assim, há algum consenso entre os antropólogos que a cerca de 6 milhões de anos, na África Central, dentre uma classe de mamíferos denominados Pongídios houve um evento de natureza singular - A bipedalidade, ou seja, aqueles quadrúpedes que anteriormente podiam se manter em equilíbrio com os quatro pés, passaram a se manter eretos com apenas os pés traseiros deixando livres os dianteiros, tornando-se, assim, as mãos; fato que, segundo os antropólogos, proporcionou uma nova´arma´ para a sua sobrevivência, bem como o uso das mãos conduziu uma nova classe de estímulos para o cérebro; donde este, em virtude da necessidade de interpretar estes novos estímulos, enfim, se sofisticou e alçou um vôo para a complexidade da mente que por sua vez derivou as funções cognitivas avançadas; tal qual a capacidade de desenvolver a consciência de si e dos outros.

E, tal fora a transformação deste ser em virtude da bipedalidade, que devido a uma complexa e profunda cadeia causal, é comumente referida como o maior, dentre todos os eventos associados ao processo evolutivo que conduziu ao homo sapiens sapiens.
Ainda, nesta linha evolutiva, cerca um milhão de anos após o evento da bipedalidade, considera-se um segundo momento critico e revolucionário, e, fora decorrente do desenvolvimento de capacidades cognitivas mais complexas, posto que o homem primitivo fora capaz de -

i. Atentar para o cozimento, posto que uma grande classe de vegetais após o cozimento se tornam alimentos; fato, que expandiu a capacidade de sobrevivência em novos ambientes; dado que na ausência deste despertar, o alimento era proveniente, apenas e tão somente, dos vegetais in natura e da caça crua.

ii. Desenvolver a Abstração, dado que tomar algo que não é como sendo o que é, ou seja, constituir signos; segundo a semiótica; permitiu a construção dos rudimentos da linguagem e com ela a capacidade de ordenamento dos agrupamentos humanos para fins de proteção entre outros.

iii. Vetar as Relações Sexuais Incestuosas no Grupo, posto que pelo caminho da observação constante havia identificado que as proles oriundas das relações sexuais incestuosas eram portadoras de algum mal; de modo que com este veto, pode manter a ´saúde genética´ do grupo.

Donde, pela capacidade observacional e legislatória de vetar as relações sexuais incestuosas no grupo, deduz-se com clareza a consolidação de uma âncora ética capital para o ordenamento dos agrupamentos humanos; e, por indução também é notório que -

Neste contexto, o homem primitivo encontrava-se possuidor das capacidades cognitivas necessárias para identificar os limites de suas ações e de outrem, e, assim constituir um repertório de princípios de sociabilidades, de sobrevivência, de harmonia entre outras. E, embora, ´muito provavelmente´ não portasse a consciência que se encontrava ´pensando a vida´; desenhava os princípios para a constituição de uma ´ciência da moral´; bem como ajustavam os seus comportamentos segundo aos preceitos que construíam.

E, finalmente a despeito de tudo o que fora dito, orientado pela necessidade de alguma síntese, com o risco de cometer uma alguma ação imprópria dizemos -

Cremos que a gênese da filosofia se encontra ancorada em um princípio tautológico; enfim, a sua gênese ocorreu com o despertar da consciência; posto que é uma´intrinsicalidade´ da consciência ´pensar a si´e ´pensar o seu entorno´ .

De modo que, independente de narizes torcidos e/ou línguas destravadas, nada mais justo do que dizer o que parece ser natural --

Todo ser consciente se encontra filosofando o tempo todo.

De modo que, fundamentado nesta ancora absoluta, em quaisquer lugares ou tempos, com o despertar da consciência, as questões advindas da relação do ser -inerentes a si e/ou ao seu entorno - provocam a surgência de ´respostas´ frente a toda e qualquer inquietação.

Donde o máximo que, em termos gerais, sobre esta atividade filosófica é -

As cores das pérolas obtidas pela consciência nesta busca para saciar a inquietação despertada são proporcionais a profundidade do mergulho no mar dos mistérios que a consciência ´deseja´ mergulhar.

Donde, neste mergulho, ou seja, nesta atividade filosófica ...

Há mergulhos no mar dos mistérios ... do comportamento..., do amor ..., da vida ..., do universo ...E, donde, alguns retornam deste mergulho com ....pérolas muito rasas ...perolas rasas ...perolas ...E, outros, com pérolas profundas....

Assim -

Na Suméria, os Suméricos mergulharam em questões inerentes a experiência da consciência em seu mundo. No Egito os Egípcios ...Na Grécia os Gregos ...

E EM ZATTARA, OS ZATTARIANOS ...

De modo que neste caldeirão de reflexões há idéias que surgem, que permanecem, que morrem.e outras que ressurgem. Donde, ainda, em quaisquer lugares e tempos, a consciência ao perscrutar a sua consciência tem idéias, que em relação a outras, ora são semelhantes. Outras são diferentes, e; outras, ainda, são muito diferentes!

Mas em relação a consciência há um invariante --

Ela sempre se encontra ´gritando´ consigo´ ---

Como compreender a inquietação que ora desperta!

Quer seja a mais simples inquietação -

Por que ele/ela não me ligou?

Ou,

Outras mais complexas tal qual -

Afinal, como é que este universo surgiu?

218 páginas.

Características

Produto sob encomenda Sim
Marca publique-se!
Cód. Barras 9999074576263
Início da Venda 28/04/2014
Territorialidade Internacional
Formato Livro Digital Pdf
Proteção Drm Sim
Idioma 332
Código do Formato Pdf
Peso 0.00 Kg
AutorJacques Timmermans

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